Primeiras dicas tempo para ela

Para ter uma idéia, olha meus números dos 30 primeiros dias do meu cadastro: MONTH TOTALS: 147 downloads u$36.75 Olha o que você irá perder por não ter um pouco de paciência. Algumas dicas para selecionar as 10 primeiras fotos: 1) Evite ao máximo fotos de paisagem, eles raramente aceitam. Essas dicas me ajudaram, mas, mesmo assim, passei por situações em que meu filho chorou incansavelmente, e no auge do meu descontrole emocional, pedi ajuda a Deus para poder lidar com a situação. Nessas horas, rezar o Pai Nosso e a Ave Maria me ajudaram a retomar certa serenidade, e durante essa prece eu incluía o Salmo 29, que me ajudava ... 3. Use o lugar onde se conheceram como base para as primeiras perguntas. Foi na academia? Pergunte a quanto tempo a pessoa malha e tópico afins. Se foram apresentados por alguém, comente sobre o ammigo em comum.Após a conversa, fale sobre você mas faça perguntas sempre após cada comentário para demonstrar interesse pela outra parte. Para ajudá-la, preparamos uma lista com 18 dicas para mães de primeira viagem, do final da gestação até os primeiros meses do bebê, que facilitarão bastante a sua rotina. Confira! 1. Faça um plano de parto. O parto é certamente o auge do início da maternidade, quando a espera chega ao fim. De tempos em tempos, ela parava e saía do prédio para fumar. Dez minutos no máximo, ela estava de volta à batalha. Dica extra: embora eu não fume, algumas vezes, eu a acompanhava e descobri que, se quisesse pedir algo para ela, logo após ela fumar era o melhor momento do dia, afinal era seu momento de maior relaxamento… 10. Aprenda a ... Whatsapp : 4 Dicas De Assuntos Para a Primeira Conversa. Por Arthur Penido . ... pois você foi diferente e fez ela voltar no tempo para relembrar as melhores fases da vida dela. Garotas gostam que fazem perguntas sobre elas. Portanto, fica outra dica 😉 ... Você tem que perder um tempo pensando no tamanho da prancha que irá usar. As condições estão sempre mudando e sua prancha terá que atender ao que a onda te der. Ela terá que superar a parte ... Primeiras dicas data: 10 primeiros erros de data para evitar. ... antes de deixar que ele / ela vê a tipsy você. Você pode ser tentado a beber para acalmar seus nervos um pouco, mas tenha cuidado, ele doesn `t demorar muito para fazer pender a balança entre ser calma e ser por cima, e esta é a impressão de que vai ficar em sua date` s ... Preparamos um conteúdo com dicas simples para você começar a organizar a sua agenda hoje mesmo e se tornar muito mais produtivo. Além disso, você vai entender a importância da administração do tempo no seu dia a dia e como ela influencia aspectos relevantes da sua vida pessoal e profissional. Uma das primeiras dicas práticas para melhorar a autoestima, então, é reconhecer que o seu relacionamento consigo mesma não está bom e querer mudar essa situação. “A clareza é importante para identificar o que precisa ser mudado. Falo isso, pois algumas pessoas se recusam a enxergar ou assumir que a autoestima não está boa.

Segunda chance ok, agora terceira, quarta e quinta ...

2020.09.18 02:40 iamassuregi Segunda chance ok, agora terceira, quarta e quinta ...

Preciso tirar isso do peito kkkkk então isso é longo
Eu conheço uma garota desde a sétima série, hoje tenho 24 anos. Essa garota por muito tempo foi minha amiga, mas sempre meio com vergonha. Kkkk eu não tinha uma boa aparência na época (e em minha defesa todo adolescente é feio) e hoje, olhando para trás, sinto que ela tinha vergonha de mim.
Em 2017 ela me apresentou a um amigo dela. Muito estranho, o cara tinha uns 40 anos e era amigo de uma moça de 21... Um dia fui dormir na casa dela, na época levei o PlayStation e ficamos jogando. Uma das irmãs, que tinha 15 anos aparece, totalmente bêbada. E esse coroa trazendo essa menina. Eu fiquei indignada, pois ela estava muito bêbada mesmo, até vomitou e desmaiou. Eu fechei a cara quando vi isso tudo e só pensava em chamar uma ambulância ou a polícia. Lembro que ele falou algo como: "Ela estava na minha casa com a minha filha, tomou só um pouco" e eu retruquei: "Ela tem quinze anos. Não devia ter tomado nada".
Esse foi o meu primeiro erro. O cara pegou raiva de mim aí.
Enfim, noutro dia fui pra minha casa e segui a minha vida.
Na época da escola éramos um trio: eu, essa garota e outro amigo. Esse moleque não era amigo dela há um tempo.
Outra visita a casa dela e ela me pergunta dele. Eu falo a verdade, que disse que nunca mais queria falar com ela. Tinha morrido pra ele. Volto pra minha casa e quanto estou deitada já, vejo uma ligação. Era o coroa me ligando.
Ele gritou comigo, disse que se fosse para eu falar desse amigo que eu não pisasse mais o pé na casa dela. Queria saber o que ela tinha feito pra ele, e eu apenas respondia: pergunta pra ela!
No dia fiquei morrendo de medo. Depois chorei de raiva. Mandei uma mensagem pra ela, dizendo que precisávamos conversar. No outro dia ela me respondeu, dizendo que iria falar com ele. Depois veio com uma conversa que não podia escolher lado pois não tinha ouvido a ligação para dizer o que cada um disse.
Depois disso me afastei, me ocupei com trabalho. Respondia ela pouco. Meu erro também, devia ter bloqueado nessa época. Também comecei a me arrumar bastante, me cuidar mesmo e a ter encontros kkk (e sim, agora sou bonita)
Ela me chamava para ir na casa dela sempre e dizia: leva o videogame, não tem nada aqui para fazer. Ela mora noutro bairro, muito contramão pra ônibus, então eu andava meia hora com um PS4 mochila, chegava lá morrendo. Eu acabava dormindo lá pois sempre ficava tarde pra voltar. Um dia eu falei pra ela que tava muito zoado para ir, pois estava tendo assalto direto e eu não poderia dormir pois tinha compromisso. Ela disse: então deixa o vídeo game aqui. Depois você busca.
Aí sim eu descobri, ela só queria jogar.
Então fui me afastando, até que ela surgiu meses depois fazendo perguntas sobre esse maldito videogame. Eu não entendo muito, tinha comprado ele no fim de 2016 pois foi uma baita promoção e eu usaria para ver vídeos do YouTube e alguns jogos que eu tinha visto gameplay. Mas por causa do trabalho quem usava mais era a minha família, para assistir. Então eu realmente não sabia responder nada. Foi uma semana de questionamentos até ela me pedir a minha conta da PSN. O coroa tinha dado um videogame para ela. Meu sangue ferveu, e eu disse que não. Ela veio com uma conversinha do tipo: "você não confia em mim?" Eu apenas disse: "sei que você não vai pegar nenhuma informação minha, mas não empresto pra você. Meses sem falar comigo e quando volta quer favores?".
Ela sumiu por três dias e quando voltou disse que não poderíamos mais ser amigas. E começou a escrever um textão. Eu simplesmente dei block e deletei o número. Isso foi no fim de 2018.
Nessa época eu estava meio mal, mudei para um emprego de meio período e fui passando sem comprar muita coisa. Vendi o videogame e resolvi estudar para entrar numa universidade. A situação financeira aqui em casa apertou tanto que eu praticamente sustentei a casa por uns meses com um salário de meio período. Deixei muito currículo mas nem chamavam... Enfim.
No fim de fevereiro desse ano entrei no meu Facebook e tinha várias mensagens dela, das irmãs, pedido para eu mandar mensagem pra ela. Eu sou muito curiosa, então não aguentei. Passei o meu número para a irmã e disse que entrar em contato comigo. Ela falou comigo e pediu desculpas.
E eu aceitei, pois estava numa paz e estava tentando mudar, ver o melhor nas pessoas. Estava muito de boas mesmo.
Ela veio perguntar da minha vida, eu disse que estava estudando e trabalhava algumas horinhas por semana.
Aí ela me pediu uma dicas para estudar pra FUVEST/Enem e acabamos combinando que eu poderia ajudar ela a estudar.
Desde 2019 eu estava muito calma, não me irritava com ninguém e também toda semana tirava um momento pra refletir os pontos da minha personalidade que tinha que melhorar. Mas eu fiz um grande erro: ser gentil não é ser otária. E eu estava sendo uma otária.
Acabou que o corona apareceu e bagunçou a vida de todo mundo, mas continuamos nos falando. Ela comentava lugares que queria ir e eu dizia "ah, depois do corona a gente vai". Acabou que a primeira oportunidade foi esses dias, quando sp começou a permitir que cursos extracurriculares voltassem. Decidi que iria fazer um curso de japonês, pois estava meio deprimida e queria algo para ocupar a cabeça. Chamei ela para dar uma olhada comigo na unidade da escola.
Eu já tinha comentado com ela que estava ficando bem ocupada recentemente, então podia ser que eu esquecesse de ver as mensagens. Falei pra ela que sábado ficaria fazendo um trabalho. Então sábado de manhã fomos ao curso de japonês e quando voltamos ela se convidou para ir na minha casa. Eu, por causa de estar ocupada e cansada, não queria ninguém aqui, então só disse que outro dia a gente marcava.
Depois disso ela nunca mais de respondeu. Ela tinha parado de falar com o coroa quando voltou a falar comigo, mas deve ter voltado.
Essa novela é tão grande e ruim que vou acrescentar uns detalhes aqui:
O que eu aprendi de tudo isso? Não fique perto de quem faz mal pra você. Seja gentil, mas não seja besta.
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2020.09.14 06:09 _JoTamSoAreS Homens, parem com a pornografia. Se não for pelo ideológico, que seja pelo psicológico.

Estou escrevendo esse relatinho (ou seria um relatão?) sobre como o vício em pornografia que tive atrapalha meu desempenho sexual até hoje. Se eu pudesse, proibia essa merda. Ninguém merece não conseguir transar por culpa de xvideos.
Obs: caso esteja de saco cheio do textão ou não queria saber dele, vá direto para a conclusão no antepenúltimo parágrafo.

Eu (homem hétero) assisti pornô por um bom tempo da minha vida (arredondemos de desde dos 12/13 até os 17/18) de forma bem intensa e sempre acompanhado de masturbação.
Quando mais novo, lá pelos 12/14 anos eu era um taradinho, ficava com ereção por qualquer coisa, desde ver alguém com pouca roupa na novela até abraçar as amigas na escola. Mas a partir dos 15/16 anos toda essa ereção e energia em mim foi sumindo, eu praticamente não ficava mais de pau duro sem ser com um pornozão na minha frente.
Ainda virgem, com 16 anos, comecei a ficar com uma menina e ela nunca conseguiu me deixar de pau duro... Já aconteceu de termos entrado em banheiro de festa pra se pegar, aconteceu de também termos entrado em quarto sozinho pra se pegar e nada. Eu comecei a ficar preocupado: um, por eu querer perder logo a virgindade e estar perdendo chances; dois, por ter ido de 80 a 8 em termos de excitação. Conclusão, paramos de ficar e continuei virgem. Comecei a ficar inseguro em relação a minha capacidade ou não de ter ereção na vida real (fora do pornô).
Na viagem de formatura da escola ocorreu de eu conseguir ir para o quarto com uma menina, tentamos transar mas eu não consegui... coloquei culpa no álcool (realmente eu estava bêbado, mas no fundo eu sabia que mesmo sóbrio a história seria a mesma).
Aos 17 aconteceu de eu conseguir perder a virgindade com uma menina que conseguiu me deixar duro e etc. Mas mesmo assim, essa falta de ereção natural foi me preocupando e virando insegurança - lembrando que eu seguia assistindo e me masturbando com o pornô, com ele eu conseguia alcançar a ereção máxima (o que mostrava que não era um problema fisiológico, era psicológico). Sempre nas festinhas da época de escola quando eu ia beijar alguma menina eu me sentia envergonhado e frouxo (desculpem-me se estou sendo machista ou qualquer outra coisa, mas eu me sentia assim por não conseguir mostrar que eu estava gostando, simbolicamente representado pela ereção. Eu me sentia um morto um saco vazio, uma coisa passiva) de não ficar duro durante a pegação, pior era quando elas tentavam colocar a mão lá e nada encontravam... Enquanto isso, eu via meus amigos levando gente para o banheiro para usar o que deles funcionava.
Terminando a escola e indo para o cursinho, eu tinha transado apenas com duas pessoas, mas já tinha perdido e viria a perder mais algumas chances. Contando agora de cabeça, eu consegui perder a chance de ter transado com 4 meninas até agora em toda minha vida por conta de eu não ter conseguido ficar duro. Isso me dá insegurança e eu tenho certeza que foi por conta do pornô, porque enquanto isso eu seguia ficando durasso assistindo. Aproveitei a época de cursinho para tentar parar mas não consegui totalmente, é um vício.
Nessa época também eu fui atrás de um urologista. Aproveitando a primeira vez passando com um desses médicos (todos que tiverem a oportunidade, vão (não sei se esse é o imperativo de ir, desculpe) pelo menos uma vez) eu comentei sobre esse meu probleminha. O doutor depois de me examinar disse que eu era totalmente saudável e falou para eu tomar cuidado com o psicológico e me deu umas dicas para a hora do 'vamo ver': de não ficar pensando muito na hora etc. Eu não comentei meu vício em pornografia por vergonha.
Entrando esse ano na faculdade a insegurança e o medo de seguir não conseguindo ficar duro quando precisa, me deixou ansioso. Antes, eu dificultava bastante chegar na hora do sexo quando eu ficava com alguém, e fiquei com medo de agora na faculdade seguir broxando e ficar com algum apelido ou ser zoado mesmo. Porém, mesmo com quarentena (estou morando com mais um amigo em um prédio cheio de gente da mesma faculdade) eu consegui transar. No meio daquela carência de confinamento, consegui um contatinho do prédio, ela veio em casa, ficamos e eu broxei outra vez. Eu procuro não desesperar ou desabar quando as coisas dão merda ou sempre dão merda. Procuro manter a calma, mas eu broxei outra vez. Eu fiquei em dúvida se ela iria querer vir outra vez ou se eu falava desse meu 'problema' pra ela (vai que ela ficasse sentida e me ajudasse dando outra chance, ou tendo mais calma comigo na hora), foi o que fiz. Comentei com ela que isso acontecia regularmente e pedi pra ela me ajudar (começo de intimidade/cara de pau). Resumidamente: ela disse que iria me ajudar (uma fofa) e foi de novo em casa e conseguimos (uma preliminar bem feita é tudo) ela me deixou bem duro, já que se fosse a clássica meia bomba não iria dar, ela é muito apertada.
Ao mesmo tempo, eu consegui ir pra cama com outra menina do prédio (sim, a quarentena não tá sendo de cada AP, tá sendo do prédio inteiro junto). Mesmo bêbado ela conseguiu me deixar meia bomba (bem meia) e a penetração rolou (importância da preliminaela não era tão apertada como a anterior). Aconteceu outra vez com essa segunda menina, não sei como ela quis uma segunda vez com um cara praticamente broxa (fica a dica para os amigos com o mesmo problema: compensem em outras coisas).
Toda essa história foi para: o pornô fudeu o jeito que meu corpo interpreta a excitação. Eu consigo ficar excitado, me sinto excitado, mas eu não consigo externar isso como alguém do sexo masculino faz, ficando com ereção. Foram pouquíssimos sexos na minha vida que eu fiz estando com uma ereção forte, assim como aquela que eu ficava na frente do computador. Eu diminui drasticamente a quantidade de pornô na minha vida e está praticamente zero. Masturbação apenas com o pensamento como ajuda. Não se viciem nisso, vocês vão ficar dependente do pornô para ter um prazer de verdade. Nenhum pornô, assistir nenhuma atriz numa tela, gostosa que seja, é melhor do que tocar o corpo de uma mulher, ser tocado por ela e ouvir o prazer que você consegue dar.
Sigo tentando vencer esse problema (que claramente é psicológico) cortar o pornô é um passo e tanto.
Irmãos, tomem cuidado com isso. É algo realmente tóxico e dá sequela.
Fiquem bem.
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2020.09.02 19:26 miopolar procedural game generator 1

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1: Aspectos gerais e conceitos diversos

Essa seria uma ideia de um programa especializado em gerar jogos inteiros por meio de technicas de geracao procedural. o programa deveria ser extremamente versatil
podendo criar jogos com varioes estilos de graficos e ele deveria ter a capacidade de ser capaz de criar tanto jogos em 2D(que seria o principal tipo de jogo) quanto
jogos em 3D(que teriam graficos cartunescos como os jogos da nintendo) com pouca adaptacoes nos sistemas. o objetivo do programa seria capaz de gerar jogos bastante
unicos e que ele tenha a capacidade de gerar conceitos muito originais, criativos e muito inovadores e para isso o programa deveria ultilizar o maximo de conceitos
possiveis. a principal inspiracao para o programa seria a emulacao principalmente de consoles portateis, arcades e consoles antigos ele deveria ser capaz de criar
jogos tao boms quanto os melhores jogos antigos como os jogos de snes, gameboy advance e nintendo ds. a qualidade dos jogos deveria ser mais ou menos equivalente a
85 no metacritic.

A narrativa dos jogos seria gerada de maneiras diferentes mas o tipo mais commun que seria o do estilo de jrpg seria dividida em duas partes a primeira parte seria
o que o jogador deveria fazer no mapa e cenarios para completar objetivos ou acionar eventos como ir a algum lugar, interagir com objetos, derrotar inimigos etc a
segunda parte sera a que definiria os dialogos e curtsces as curtscenes seriam feitas de uma maneira com base na informacao que ela gostaria de mostrar e nao existiria
qualquer tipo de cgi ou coisa parecida no jogo ou curtscenes muito elaboradas. existiria diversas maneiras de gerar narrativa como uma que ultilizaria chatbots com
o auxilio de estruturas de informacoes sobre personagems, locais, eventos, objetos etc e outra que e dividida em componentes como uma que indicaria os objetivos oque
o jogador deveria fazer e como ele deveria completar esses objetivos alem de dicas, descricoes de diversos tipos de coisas e informacoes de narrativa dramatica que
seriam informacoes necessaria para criar a estoria como informacoes para dialogos mais interessantes, opinioes, justificativas, reacoes a eventos, conhecimento e senso
commun, partes de drama(ganhos e perdas dos personagems), passar informacao de backstory etc


Os objetivos e o que o jogador deveria fazer para completar o jogo e completar certa seria definida de maneira diferente em cada jogo por exenplo certos jogos seriam
como um script de filme onde o jogador deveria ir para locais e fazer coisas em certa ordem já outros jogos informariam o que o jogador deveria fazer mas que existiria
varias formas de completar esses objetivos dando muita liberdade ao jogador. alem de outras coisas

Os graficos em 2D poderiam ser em pixel art ou graficos 2D em alta resolucao(graficos de objetos seriam feitos com base em uma grande quantidade de pixeis fazendo com
que nao seja possivel ver pixeis individuais a olho nu\ arte 2D que nao e pixel art)

Os graficos tanto 2D e 3D seriam gerados por meio de modelos 3D de tipo especifico criado pelo programa chamados de modelos de base os modelos de base seriam distorcidos
e transformados até virarem coisas novas com a possibilidade desses modelos seriam combinados para gerar novos modelos. os graficos 2D seriam gerados aplicando filtros
a modelos. esses modelos deveriam conter informacoes de como eles deveriam ser transformados e a criacao desses modelos deveria priorizar a velocidade o programa nao
teria supporte a graficos realistitas entao os graficos deveriam ser muito similares a desenhos.

O programa deveria ter uma interface onde o jogador poderia encontrar novos jogos e marcar seus jogos favoritos existindo tambem um historico e outras coisas. os jogos
seriam representados por icones e por um pequeno trailes gerado por inteligencia artificial. esse sistema seria similar ao layout da google play onde existiria categorias
de jogos etc cada jogo seria representaod por um id o que permitiria usuarios compatilhar jogos que gostam e outras coisas

Outra inspiracao para o programa seria os jogos da nitrome e neutronized alem dos jogos da kongregate, miniclip, armor games e newground

especificacoes 3D os graficos seriam um pouco melhor do que os graficos do psp e 3ds. os jogos gerados pelo programa teriam certas limitacoes para agilizar o processo
de desenvolvimento a primeira dessas limitacoes seria que os cenarios seriam bastante limitados nao sendo muito detalhados como tambem nao deveria sofrer transformacoes
em tempo real e ter efeitos aplicados os cenarios deveriam ser simples e nao grande nao existiria mudancas de jogabilidade muito boas. nao existiria curtcenes muito
detalhadas e boas as curtscenes deveriam ser extremamente simples e de tipos limitados e seriam formadas pelas ideias que ela deveria mostrar. os modelos 3D dos objetos
como personagems e veiculos deveria ser bastante simples os jogos nao suportariam modelos muito grande e detalhados e nem mesmo composicoes complexas dos modelos.
as animacoes e interacoes entre objetos deveria ser bastante simples nao havendo muito detalhes ou uma grande quantidade de animacoes para interacoes entre objetos.
o programa deveria ter supporte a jogos 2.5D. a fisica do programa deveria ser boa podendo ter supporte a sistemas como manipulacao de gravidades e movimento de espheras.

Existiria um grande problema no programa que seria a necessidade de uma grande quantidade de animacoes para isso inverse kinematics em conjunto com animacoes ja prontas
poderia ser usadas para gerar animacoes como de movimento pelo cenario(andar, escalar, nadar, pular, cair), animacoes de ataque e reacoes a certas interacoes como levar
dano, se machucar, ser empurrado, cair no chao etc interacoes baseadas em interacos com objetos como puxar, levantar, apertar, pegar, empurrar, arremesar etc uso
de ferramentas, animacoes de batalha como esquivar e defender etc certas animacoes nao seriam geradas por inverse kinematics e sim por geracao procedural por meio de
um sistema onde se combinaria pequenos movimentos de certa intensidade para gerar a animacoes. esses pequenos movimentos seriam categorizados por tipo e as animacoes
seriam geradas por movimentos do mesmo tipo. usar sites como the sprite resouces e sprite database como referencia para definir animacoes em especial secao dos sistes
como castlevania, jump superstars\ultimate stars, final fantasy tatics, chorno trigger, kirby mass attack, legend of zelda, childrem\heroes of mana, custom beat
draglade, katekyoo hitman reborn, densetsu no staffy, pokemon(todos os jogos, extremamente ultil, megamen, sonic, metal slug, monster tale, super princess peach
the worlds ends with you, yoshi island, advanced war, gunstars, astroboy omega factor, boktai, drill dozer, fire emblem, gradius, r-type, darius, klonoa, mother 3, one piece(gba), wario, alundra, breath of fire, ganbare goemon, xenogears, suikoden, strider,
earthbound, king of figters, street fighters, wario, metroid, scurge hive, shaman king, slime morimori, super mario, sword of mana, legend of mana, secret of mana, bomberman
secret of mana 2, wario ware, serie kirby, mario, a secao de nes e neo geo, digaea, dynammite headdy, dragon quest ds, street fight, king of fighters, naruto ninja
council,naruto shippuden dairasen, do re mi phantasy, star ocean, sparkster, terranigma, trials of mana, legend of mana, grandia, ragnarok online, lock quest, maple
story, owlboy etc. cada movimento e gesto poderia pertencer a mais de uma categoria ao mesmo tempo. o prpgrama deveria ultilizar distorcoes e efeitos para melhorar
a qualidade das animacoes principalmente em jogos 2D. esses gestos seriam poderiam organizados de uma maneira a fazer processos e annimacoes mais complexas. cada
gesto teria um conjunto de vetores associados a diversas articulacoes e esses vetores seriam usados para dar uma maior variedade aos gestos. animacoes tambem seriam
geradas com base na informacao contida na informacao por exenplo se o personagem segurar algo pesado entao ele andaria mais lento e com as pernas meio que flexionadas



Uma ideia alternativa seria de fazer com que o programa tenha uma capacidade grafica muito melhor do que e planejado atualmente nesse caso os jogos deveriam ser 3D
e 2.5D(como kirby, thunder force v e klonoa) os graficos seriam do estilo nao realista como os graficos de super mario odyssey, zelda breath of the wild, astral chain
rime, Daemon X Machina, Donkey Kong Country: Tropical Freeze, Kirby Star Allies, The Legend of Zelda: Link's Awakening, Luigi's Mansion 3, mario kart 8, super smash
bros ultimate, captain toad treasure track, xenoblade cronicles 2, animal crossing new horizons, zelda skyward sword, zelda wind waker, zelda twilight princess, pikimin 3
persona 5, splatoon, mario 3D land, ever oasis, fantasy life, kingdom hearts 2, kid icarus uprising, zelda ocarina of time, pokemon oras, kirby triple deluxe, rogue galaxy
yokai watch, digimon stories cyber sleuth, dark cloud, steamboat cronicles, fatal frame maiden of the black water, xenoblade cronicles x, .hack, jak and daxter etc
essa ideia alternativa teria modelos mais qualidade, complexos e detalhados, e cenarios muito maiores, mais dinamicos, complexos, detalhados vivos e mais bonitos.
aplicacao de efeitos de otima qualidade e luz e sombra de qualidade e modelos 3D seriam capazes de simular diversos tipos de materias como plasticos, metais, pelos
pedra, escamas etc a historia deveria ser contada de maneira minimalista e deveria ser simples. o programa deveria ter um sistemas de fisica e outras coisas. esse
programa se especializaria em dois tipos de jogos o primeiro tipo seria o qual o jogador teria controle completo ou parcial sobre as acoes de alguma coisas como
personagems, veiculo, objeto, grupo, cenario etc o segundo tipo de jogo seria os quais o jogador commandaria alguma coisa como jogos de estrategia por turnos como
advanced wars e nectaris, jogos de rpg tatico como final fantasy tatics e luminous arc, jogos de tabuleiro como mario party e jogos de cartas, e rts. outro
tipo de jogo que deveria existir seria jogos bastante simples que possuiriam de 5 a 20 mecanicas principais sem contabilizar coisas como inimigos, power ups obstaculos
etc e esses jogos seriam divididos por nives. esses jogos seriam normalmente de acao, puzzle e jogos minimalistas e simples de rpg, estrategia, ritimo e simulacao
sendo que um quarto tipo de jogo que poderia existir seria um tipo de jogo que o jogador faz as coisas invez dos personagems como kirby mass atack e canvas curse
essa ideia poderia usar tambem texturas mais realistas como de xenoblade cronicles x, fatal frame maiden of the black water, monster hunter xx god eater, code vein,
gun slinger stratos 3, Phantasy Star Portable 2, kingdom hearts 3, final fantasy xii etc


O estilo de arte dos jogos deveria ser similar ao estilo de arte do japao sendo cartunesco e simples(usar capas de jogos japoneses do gameboy, wonderswhan, neo geo
pocket, snes, playstation, game gear, pc engine e nintendo ds)

O sistema de geracao de narrativa usaria como material sites como tv troopers, wikias de varios tipos de midia e walktroughts de jogos alem de livros de aprender
linguas como os da serie for dummies


Uma ideia secundaria seria um sistema onde o jogador poderia escolher e selecionar jogos de maneira interativa onde o jogador controlaria um personagem por um mundo
gerado de maneira procedural onde haveria varios objetos, locais e personagems que o jogador poderia interagir para jogar jogos. o jogador possuiria um historico
de jogos salvos e por meio desse historico poderia favoritar jogos. cada objeto, local e personagem desse mundo possuiria uma cordenada unica que poderia ser
compartilhada para outros usuarios para que els tenham acesso a esse jogo.

o usuario poderia escolher se ele quer jogos com graficos em alta resolucao ou em pixel art
o usuario tambem poderia escolher se ele quer que os obejetos movam de maneira fluida ou em grid(como frogger de gameboy advance, e pomon emerald de gameboy advance)
o programa deveria ser bastante focado em jogos em 2D ou jogos com graficos em 2D que usam 3D de maneira moderada o programa deveria fazer qualquer tipo de jogo 2D

Editor mode seria um modo onde o jogador pegaria diversos objetos de diferente jogos e depois colocaria em um cenario como se fosse fases de super mario maker
esse sistema teria poucas regras e permitiria coisas como controlar mais de um personagem ao mesmo tempo mesmo que eles fossem de generos diferentes

Quando o programa seria iniciado pela primeira vez ele pediria para o usuario colocar alguma palavra ou nome e essa palavra ou nome seria usada para definir quais
seriam os jogos que o programa iria mostrar para o jogador, por exenplo os jogos mostrados na primeira e proximas paginas seriam diferentes dependo da palavra que
o jogador escolheu quando incializou o programa. alem de numeros as paginas que mostraria os jogos aceitariam letras e characters especiais como '{, \' no indice\index

Outra ideia alternativa seria que os jogos gerados pelo programa deveriam ser similares aos jogos de super nintendo mas com graficos similares ao neo geo e cps2 alem
de graficos comparaveis aos jogos 2D do ps1 e sega saturn. e a jogabilidade alem de poder ser similar a desses consoles citados anteriomente a jogabilidade dos jogos
tambem poderia ser similar a jogabilidade dos jogos de gameboy advance e jogos 2D de nintendo ds que teriam a jogabilidade mais complexa, moderna, variada, inovadora
diferente, melhor, atual, criativa etc no caso o estilo de arte deveria ser bastante variada podendo ser estilos dos anos 80 a estilos de arte atuais. os jogos tambem
poderiam ser parecidos com os jogos de arcade antigos. essa ideia deveria ultilizar como referencia a secao de graficos pixelados da steam e deveria ter supporte a
generos de jogos 2D populares atualmente como metroidvanias, roguelikes\roguelite, plataforma de precissao, plataforma com foco em puzzle, bullet hell etc profundidade
do cenario deveria ser bem importante
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2020.08.18 16:08 humans_are_noice Ela disse que nunca gozou e gosta mais de strogonoff do que de sexo

Esse post é pra falar sobre sexo e uma mina que eu conheci ano passado.
TL;DR (NÃO LI NEM LEREI) no final.
Direto ao ponto, eu gosto muito de sexo. Não é sempre que eu consigo uma transa mas também não posso reclamar. Pra mim a sensação é muito boa e eu gosto muito de experimentar coisas novas, tentar dar o meu melhor pra satisfazer minha parceira e pra todo mundo ficar satisfeito. Já treinei bastante oral e masturbar a mina com a mão e normalmente eu faço ela gozar antes do que eu.
Acontece que eu conheci essa menina que eu vou chamar aqui de Laura ano passado, e a gente está se vendo desde então. A nossa primeira transa não foi muito bom. Eu não gozei e ela também não. Com o tempo eu comecei a reparar que era sempre eu que tomava a iniciativa pra transar. Eu questionei ela sobre isso, e daí ela desabafou.
Ela disse que nunca gozou. Nunca, nem mesmo se masturbando. Perguntei quantas vezes ela se masturba e, pro meu espanto, ela disse que por volta de uma vez por mês e tem mês que ela pula. Isso é muito menos do que eu, que me masturbo umas duas vezes na semana. Perguntei o que ela sente quando se masturba. Disse que é "gostosinho" mas nada além disso, que nunca conseguiu realmente chegar no ápice. Ela já tentou porno, contos eróticos, vibrador, eu também não sou o primeiro cara que transa com ela, etc, etc.
Pra ela isso é uma insegurança muito grande que ela tem, porque ela se sente "insuficiente", "inadequada" e acha que se ela não transar o tanto que o cara quer ela vai acabar ficando sem ninguém.
Sabendo disso, eu estou me adaptando ao ritmo dela. Eu percebi que ela inicia agora, mas precisa de bem mais preparação. A gente se encontra a tarde e tem que rolar todo um lance de sedução pra daí ela querer transar à noite. Ela disse que gosta e ela super entra no jogo. Fazemos já um tanto de coisas diferentes e tal, e a comunicação bem aberta está ajudando bastante. Vejo que está rolando naturalmente e que ela tá pegando gosto pela coisa. Daí, teve esse dia que estávamos comendo (advinha o quê) e ela disse que preferia strogonoff do que sexo. E ela disse com um tom buscando uma validação. Eu não respondi. Só dei um sorriso meio amarelo e continuei comendo.
Isso me broxou para um caralho.
Então, como eu posso lidar com essa situação? Vocês tem dicas de aumentar a libido dela? É normal? Isso poderia ser algum grau de assexualidade romântica? Eu preciso muito de ajuda porque eu estou gostando dela e estava pensando num relacionamento mas fico receoso que essa diferença de impulso sexual seja um problema no futuro.
TL;DR: Estou pensando em namorar uma mina que sente bem pouco tesão na transa; nunca gozou (nem se masturbando com porno, nem com brinquedos); disse que prefere strogonoff do que sexo. Eu também gosto de strogonoff, mas não troco sexo por strogonoff (sexo bom, porque sexo merda é osso). Eu tinha até medo de não estar satisfazendo ela, mas fica muito complicado se nem ela consegue se satisfazer. Isso é uma fonte de insegurança pra mim também.
EDIT: Vai se foder você que tá downvotando. Estou procurando ajuda pra uma coisa que está me preocupando. Pelo menos não atrapalha.
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2020.08.18 15:54 humans_are_noice Ela disse nunca gozou e gosta mais de strogonoff do que de sexo

Salve salve brasil!
Esse post é pra falar sobre sexo e uma mina que eu conheci ano passado.
TL;DR (NÃO LI NEM LEREI) no final.
Direto ao ponto, eu gosto muito de sexo. Não é sempre que eu consigo uma transa mas também não posso reclamar. Pra mim a sensação é muito boa e eu gosto muito de experimentar coisas novas, tentar dar o meu melhor pra satisfazer minha parceira e pra todo mundo ficar satisfeito. Já treinei bastante oral e masturbar a mina com a mão e normalmente eu faço ela gozar antes do que eu.
Acontece que eu conheci essa menina que eu vou chamar aqui de Laura ano passado, e a gente está se vendo desde então. A nossa primeira transa não foi muito bom. Eu não gozei e ela também não. Com o tempo eu comecei a reparar que era sempre eu que tomava a iniciativa pra transar. Eu questionei ela sobre isso, e daí ela desabafou.
Ela disse que nunca gozou. Nunca, nem mesmo se masturbando. Perguntei quantas vezes ela se masturba e, pro meu espanto, ela disse que por volta de uma vez por mês e tem mês que ela pula. Isso é muito menos do que eu, que me masturbo umas duas vezes na semana. Perguntei o que ela sente quando se masturba. Disse que é "gostosinho" mas nada além disso, que nunca conseguiu realmente chegar no ápice. Ela já tentou porno, contos eróticos, vibrador, eu também não sou o primeiro cara que transa com ela, etc, etc.
Pra ela isso é uma insegurança muito grande que ela tem, porque ela se sente "insuficiente", "inadequada" e acha que se ela não transar o tanto que o cara quer ela vai acabar ficando sem ninguém.
Sabendo disso, eu estou me adaptando ao ritmo dela. Eu percebi que ela inicia agora, mas precisa de bem mais preparação. A gente se encontra a tarde e tem que rolar todo um lance de sedução pra daí ela querer transar à noite. Ela disse que gosta e ela super entra no jogo. Fazemos já um tanto de coisas diferentes e tal, e a comunicação bem aberta está ajudando bastante. Vejo que está rolando naturalmente e que ela tá pegando gosto pela coisa. Daí, teve esse dia que estávamos comendo (advinha o quê) e ela disse que preferia strogonoff do que sexo. E ela disse com um tom buscando uma validação. Eu não respondi. Só dei um sorriso meio amarelo e continuei comendo.
Isso me broxou para um caralho.
Então brasil, como eu posso lidar com essa situação? Vocês tem dicas de aumentar a libido dela? É normal? Isso poderia ser algum grau de assexualidade romântica? Eu preciso muito de ajuda porque eu estou gostando dela e estava pensando num relacionamento mas fico receoso que essa diferença de impulso sexual seja um problema no futuro.
TL;DR: Estou pensando em namorar uma mina que sente bem pouco tesão na transa; nunca gozou (nem se masturbando com porno, nem com brinquedos); disse que prefere strogonoff do que sexo. Eu também gosto de strogonoff, mas não troco sexo por strogonoff (sexo bom, porque sexo merda é osso). Eu tinha até medo de não estar satisfazendo ela, mas fica muito complicado se nem ela consegue se satisfazer. Isso é uma fonte de insegurança pra mim também.
EDIT:
Eu tento não ligar pra isso, mas vão se foder vocês que tão downvotando. Não precisa upvotar, mas eu to real preocupado com a situação e estou buscando ajuda.
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2020.08.17 02:59 gimme-that-potato Uma das melhores decisões que tomei foi começar a tomar remédio para depressão

Olá, meus queridos.
Como o título sugere, venho aqui compartilhar minha experiência, pois acredito que possa acabar ajudando alguém aqui. No mais, vou poder pôr algumas ideias em ordem e poder dar uma desabafada. Tentarei ser breve, mas sei que não vai rolar rs, e acredito que meu texto não será tão linear.
O negócio é o seguinte: nunca fui apaixonado pela vida, de modo geral. Sempre fiz minhas coisas e tudo mais, mas essa tendência já me fez ficar para baixo (talvez algumas vezes depressivo) em algumas partes de minha vida. Nada disso me impediu de viver normalmente, sentir alegria, felicidade, paixão, correr atrás do que gosto, etc.
Acontece que ano passado estava em uma época braba. Havia terminado a faculdade, saído do emprego para prestar um concurso que não passei, e estava desempregado. Porra, estar desempregado é foda. A sensação de ficar em casa sem produzir é péssima.
Chegou uma hora que quis me cortar. Nada de suicídio, e nunca acreditei que pudesse fazer isso (apesar de estar com a constante sensação de querer nunca ter nascido), mas não deixa de ser um sintoma bem preocupante. Quando comecei a me dar uns pequenos cortes (escondidos), entendi que era hora de voltar pra terapia. Voltei para a mesma psicóloga que conheço há uns anos e confio bem.
Cabe aqui fazer um parênteses sobre depressão: há vários jeitos de melhorar esta doença. Contudo, tem um estudo recente que analisou a mistura entre dois tratamentos variados (ioga com psicólogo; meditação com psiquiatra; prática de esportes com meditação; etc.), e a melhor combinação de tratamento encontrada foi: acompanhamento psicológico junto com psiquiátrico. Não significa que tem que deixar outros tratamentos de lado, mas essa foi a melhor fórmula comprovada para combater.
Outra coisa: se você quer buscar um psicólogo, o que super recomendo, não importa a linha que ele ou ela segue. Freud, Lacan, Jung... nada disso importa. São ferramentas elaboradas para chegar em um mesmo objetivo. O que importa é você encontrar alguém que você vá com a cara. Alguém que você confie em desabafar. Não adianta conversar com um psicólogo pica das galáxias se você não se sente à vontade com ele.
Enfim. Começando a terapia, comecei a perceber diversos outros sintomas. Já não estava com a mesma concentração de antes. Me perdia no meio de frases. Estava me desconectando do mundo. Até atividades mais prazerosas estavam soando trabalhosas ou cansativas demais para mim. Meu prazer em coisas comuns, como comer algo bom, estava diminuindo. Foi a primeira vez que minha psicóloga sugeriu eu procurar um psiquiatra para me ajudar.
De início me senti mal, pois nunca tomei remédios para a cabeça. Mas depois veio um certo alívio: eu simplesmente estava doente, como uma gripe, e talvez precisasse só tomar um remédio. Você tem ideia de como é um alívio entender que sua mente te prega peças, e o motivo de você estar mal pode ser simplesmente algo fora de seu controle? Como uma mera desregulação hormonal, ou falta de algum receptor no cérebro, algo assim.
Falando com o psiquiatra, ele me passou um remédio relativamente novo, que, a grosso modo, estimula a produção de receptores de certos neurotransmissores na minha cabeça. Em outras palavras, ele estimula o cérebro a "captar mais prazer", ao invés de criar o prazer em si (como uma droga ilícita geralmente faz). Tanto é que é um remédio de tarja vermelha, e que não vicia (apesar de dar efeitos colaterais).
O início do tratamento foi bem ruim. O primeiro efeito colateral era a sensação de estar sonhando, ou na beira de uma grande ansiedade. Como se eu estivesse caindo, mas aquela sensação de "estar caindo" tivesse durando minutos. Isso me fez aprender a deixar rolar, sabe? Eu sabia que era um efeito do remédio, então não podia fazer nada, senão deixar acontecer, seguir com a maré. Eu diria até que eu pude aproveitar minha ansiedade. Sentia que era o remédio que me causava essa aceleração, mas que era ao mesmo tempo ele que me possibilitava ter esse "freio".
Outro efeito ruim foi o sono. Na verdade era mais uma vontade incontrolável de bocejar em si do que sono.
Como um outro possível efeito era falta de libido, óbvio que nos primeiros dias a primeira coisa que fui testar foi a masturbação. Confesso que foi bem difícil chegar no orgasmo, parecia que eu ia criar fogo com as mãos hehe. Por outro lado, um tempo depois minha libido até melhorou, pois minha depressão me fazia não querer buscar sexo. Minha namorada me apoiou durante tudo isso e entendeu, quando conversamos, que o sexo poderia piorar, o que felizmente não ocorreu.
Depois esses efeitos melhoraram (acredito que em até 2 semanas). O de sono e bocejo passou por completo, assim como o da ansiedade. Eu sentia que o remédio era um freio para minha ansiedade. Se eu fosse um carro, era como se o remédio colocasse uma trava na velocidade máxima. Sentia ele me ajudando.
Uma coisa que demorou para melhorar foi meu fluxo intestinal. Estava acostumado a ir ao banheiro todos os dias, às vezes até duas vezes (aqui cabe ressaltar que sou homem e, quando comecei a tomar o remédio no ano passado, estava com 26 anos). O remédio me fodeu com isso. Comecei a passar uns dias sem ir ao banheiro, ou ficar totalmente desregulado. Hoje, meses depois, isso já melhorou 100%.
Umas semanas depois comecei a ter um pouco de insônia, que até hoje vem e volta, mas nada que me atrapalhe.
Mas nada disso chega perto ao que o remédio me proporcionou: a capacidade de sentir prazer banal, no dia a dia, como ao ver um pôr-do-sol, ouvir uma música foda, ou comer algo gostoso. Hoje nem parece que eu tomo remédio. Faz parte da minha rotina: eu acordo, tomo meu comprimido, meu café, e sigo com o dia. Às vezes penso que deveria ter buscado um psiquiatra antes.
Claro que o tratamento é temporário. Eu sinto um pouco de falta de poder "curtir mais minha angústia" quando não tomava remédio, pois isso me ajudava a compor música ou escrever algo. Hoje me sinto melhor sabendo que estou mais pronto para terminar o tratamento (que demora no mínimo 6 meses, se não me engano até 2 anos). Também sei que, se voltar a ficar mal daquele jeito, tenho mais ferramentas para usar ao meu favor.
Se você está mal, não tenha vergonha de procurar um psiquiatra. Não coloque barreiras que não existem. Se você estivesse com febre, você iria no médico. Pode ser que sua depressão seja simplesmente uma reação física de seu corpo, e não uma mera falta de vontade (aliás, acho que nunca é, pois vontade de estar bem todo mundo tem). Até porque, uma pessoa com a vida 100% boa pode sofrer de depressão. Como falei, pode ser por algo idiota, como uma desregulação de seu corpo, algo hormonal, etc.
Pense nos remédios como uma rodinha extra numa bicicleta: ele vai servir de apoio para seu cérebro reaprender a andar sozinho, e, então, quando estiver pronto, vai poder andar ser as rodinhas.
Uma questão é que eu dei sorte. Um dos meu melhores amigos demorou uns bons anos para encontrar o remédio certo para ele. Ele tentou de tudo, várias terapias, e finalmente achou esse remédio (que é o mesmo que o meu, por coincidência), junto uma terapeuta de confiança. O cara até conseguiu assumir ser gay e hoje está namorando e feliz em um relacionamento, o que me deixa muito feliz.
Quando compartilhei essa história com outro amigo, ele confessou que estava tomando remédios para a ansiedade. Ele disse que era incrível poder sentir o prazer do presente ao andar de ônibus.
Comecei um trabalho novo em janeiro, e venho enfrentando altos e baixos por conta do isolamento da pandemia (não estar fazendo exercício vem ferrando com meu corpo). Mas sei que hoje tenho mais recursos para me cuidar. Ainda tomo remédio e faço acompanhamento psiquiátrico, e parei com a terapia pois não queria fazer online, embora eu ache que volte logo menos e faça por videochamada mesmo.
Enfim, espero ter ajudado alguém, ou ao menos estimulado a empatia, caso conheça alguém que esteja depressivo, ou com receio de começar a tomar remédios. Sempre fui muito mente aberta com muita coisa, inclusive terapia e psiquiatria. Mas ainda dava uma julgada com quem "parecia bem" e mesmo assim estava tomando remédio. Hoje vejo isso com mais empatia, pois nem todo mundo que parece bem está de fato bem. Quem sou eu para saber o que o outro sente, quando às vezes nem eu mesmo sei dizer o que sinto...
Se você tem algum amigo com depressão, ofereça seu apoio. Não julgue. Quando puder, insista na amizade. E não vomite suas próprias histórias. Não fale que "é falta de vontade", ou que é "frescura", ou que você conhece um "óleo essencial" para depressão. Às vezes a pessoa só precisa de alguém para desabafar, ou ao menos saber que você está lá para ela (como eu estive para esse meu grande amigo). Apesar de a tristeza poder ser um sintoma da depressão, depressão não é tristeza. Depressão é o oposto de vitalidade.
Por fim, deixo como dica de leitura o que acredito ser uma espécie de "guia definitivo" para a depressão (só não digo "definitivo" pois é uma área da ciência em constante evolução, e, CARAMBA, como eu sou grato por nascer nesta nossa época e não há 50 ou 100 anos, quando havia muito mais estigma e muito menos remédios...). Trata-se do livro O Demônio do Meio-dia, de Andrew Solomon. É um documento jornalístico que conta a história, em primeira pessoa, do escritor e sua luta para entender a própria depressão e a Depressão em si como doença. Nele há muito sobre questões emocionais, como os diferentes remédios funcionam, como a depressão afeta diferentes grupos de diferentes formas, etc. Foi o que me ajudou para ganhar conhecimento e lidar melhor com esse meu amigo (e, depois, lidar comigo mesmo). Esse mesmo jornalista faz um TED Talk muito bom aqui.
Obrigado a quem teve o saco de ler até aqui. Não sei se vou responder todas mensagens, mas tentarei. Se tiverem alguma dúvida, será um prazer tentar ajudar na medida do possível. Um grande abraço e tenha uma boa noite!
Edit: o remédio é Venlafaxina.
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2020.08.14 03:05 Nonsense_09 A nova Funcionária - Sexo com colega de trabalho (conto)

Obs inciais: é a primeira vez que escrevo um conto aqui, espero que gostem e estou aberto a críticas de como melhorar, eu sou um leitor que gosta de detalhes e coloquei uns bons detalhes na história novamente espero que gostem! A história é baseada em eventos que já passei misturados com um pouco de fantasias minhas
Era manhã e eu estava no trabalho, apenas mais um dia normal para em estagiário solteiro, fazia um certo tempo desde a última vez que havia transado e já sentia os efeitos da abstinência forçada, desde o último mês eu havia percebido que a nova funcionária do meu trabalho me olhava mais que o normal, ela era meu tipo de garota, negra, magra, cabelos cacheados, gostava no nome dela Marcela.. tinha seios pequenos e uma bunda normal mas só em pensar nela nua meu pau ficava duro, tinha vergonha de me aproximar com essas intenções até porquê é meu ambiente de trabalho, não sei se seria coerente fazer isso e...
-- Oi, Bom dia!
disse ela quando passou pela minha mesa com uma pilha de papéis nas mãos.
-- Está quase na hora do intervalo... quer ir comigo lanchar?
nesse momento meu coração deu um leve pulo em meu peito, o sorriso dela era tão doce quanto o seu perfume, não sei exatamente por qual motivo mas senti meu pau ficar duro e me inclinei para frente em uma tentativa de esconder a ereção.
-- É... claro... sim! eu vou! estou com fome também.
-- Que bom bb, em 10 min venho te chamar!
Ela deu uma piscada com seu olho esquerdo, seus olhos eram um verde vivo, davam a ela um ar de mistério e inocência, 10 min mais tarde novamente na minha sala ela apareceu, me olhava fixamente, eu as vezes achava estranho e ficava meio desconfortável mas aquilo tudo me envolvia, e pra ser sincero no fundo eu gostava, pedi permissão ao meu chefe e fui com ela.
Ao sair do prédio onde trabalhamos, o sol estava quente mas não estava desconfortável, ela começou a puxar conversa enquanto nós íamos até a lanchonete do outro lado da rua.
-- então, como tá o trabalho?...
-- bom está a mesma coisa de sempre sabe? as vezes tenho muito o que fazer, outras não tenho nada, as vezes me dar raiva estar lá já outras... bom.. você sabe, aquele tédio de sempre
ela deu um sorriso com o olhar e um leve sorriso com a boca, após um breve silêncio devido estarmos comendo pastel ela me lança um olhar ousado e um pouco atrevido
-- Sei que não faz tanto tempo que nos conhecemos mas quero te perguntar uma coisa, promete que não fica com vergonha?
-- Claro, por que eu ficaria com vergonha?
-- Bom, eu noto como você fica vermelho quando eu falo com você, sua cara branca tá rosada até agora
dizendo isso ela solta uns risinhos e eu fico um pouco sem jeito, e foi aí que reparei na blusa branca com calça jeans e o belo colar fino e dourado que ela usava em volta ao pescoço, ela tinha seios pequenos mas aquela blusa conseguia fazer eles se destacarem, e a calça valorizada a bunda dela.
-- Bom, o que eu quero saber é... você tem namorada?
na mesma hora meu coração deu um novo pulo e bateu muito forte eu mal conseguia esconder que tinha ficado nervoso
-- Bom... Não... é.. por que a pergunta? haha
-- Bom, eu tava pensando... se você quiser claro, que tal dar uma passada lá em casa, eu to morando sozinha, e quero te conhecer mais, o que acha? cê topa?
-- Claro! Sim! eu vou
eu ainda tremia um pouco percebi que minhas suspeitas na verdade não eram paranoias, por que ela me chamaria pra casa dela? a idéia disso me deixava um pouco mais nervoso, mas na minha calça... simplesmente não consegui esconder minha ereção, tomara que ela não perceba
-- Moro descendo a rua na casa de número 36, da uma passada lá hoje a noite, pra gente bater um papo e tals, não gosto de conversar por whats
e era verdade por mais que nos falássemos pelo whats ela não era de puxar muita conserva apesar de me mandar diversos memes
-- Tudo bem, eu vou!
logo após voltarmos ao trabalho e ao passar do dia trocávamos uns flertes, alguns sorrisos, as pessoas do trabalho pareciam perceber apesar de ninguém falar nada (pelo menos na nossa frente não) com o final do expediente ela se despediu de mim com um abraço forte e disse que ia me esperar, combinamos melhor o horário e de 19h estava ótimo, ao final da tarde tomei um bom banho, levei o pênis bem, apesar de eu ser branco meu pau é mais escuro que o resto do corpo, com veias e uma cabeça levemente arosada e de tamanho normal, aproveitei pra me depilar bem, assim que sai do banho me olhei nu no espelho, não se se todos são assim mas ao me ver pelado fiquei excitada, sou magro, apesar de comer muito hahaha, comi um pouco antes de sair de casa e ir para a dela, passei um perfume e fui, no meio do caminho diversos pensamentos me veio a cabeça, assim que cheguei na porta da casa 36 me dei conta que havia me esquecido da camisinha, mas será mesmo que vou precisar, talvez eu esteja me iludindo não sei, antes mesmo que eu batesse na porta e chamasse por seu nome "Marc.." ela abriu a porta, esteva com seus cabelos escuros presos e vestia uma camisa muito muito maior que ela, era como se fosse camisa e saia ao mesmo tempo já que chegava até metade da coxa dela
-- Poxa, chegou bem na hora, gosto de caras pontuais hein rsrs
-- É, eu tava sem fazer nada em casa e pensei que fosse demorar um pouco pra vir pra cá e...
-- Tudo bem bb, entra! eu tenho uns filmes pra gente ver.
entrei pela porta de madeira e dentro da casa era tudo muito comum e normal uma sala grande que dava para um quarto a direita aonde ela dormia e ao final da sala tinha uma espécie de cozinha, ou seja lá o que isso é, me sentei no sofá e foi ai que reparei nas coxas dela, negras como ébano, lisas, até reluzia a luz, não consegui meu pau foi ficando duro, ela sentou do meu lado e ligou a TV, olhou pra mim com aqueles olhos verdes e disse
-- a Tv alta é um bom fundo sonoro não acha?
-- Como assim?
-- Bobinho rsrs, te deixo nervosa não é?
-- Bom... um pouco
-- Eu gosto disso, percebi seus olhares pras minhas coxas, sente isso!
ela pega minha mão e coloca na coxa dela, passei alisando e senti ela arrepiar, meu pau ficou mais duro do que já estava, dava pra sentir a cueca ficando molhada, ela se deita no meu ombro e diz..
-- eu adoro e seu jeito, meio inocente, gosto disso, é virgem?
-- Não! não sou
-- poxa... tenho um fetiche de tirar a virgindade de alguém rsrs
dizendo isso ela passa a mão na minha calça e sente o meu volume..
-- bom a essa altura acho que nem preciso dizer que tenho vontade de te dar né bb?
-- Rsrsrs bom, não vou mentir que tenho vontade de fuder você... em um bom sentido claro
ela rir alto e me beija, que beijo doce, tinha um hálito suave, e seus lábios grandes e cheios sabiam beijar como nenhuma outra, não sei se é minha tara por negras ou se era ela mas meu coração estava a ponto de explodir em meu peito, após um beijo molhado e demorado com alguns intervalos para selinhos e risos, eu decido tomar a iniciativa mais ousada, empurrei ela no outro lado do sofá e tirei o camisão dela, ela estava sem sutiã nem calsinha, tinha os peitos um pouco maiores do que eu pensava, com bicos grandes e pretos, estavam pontudos, ela tinha um piercing no umbigo e entre as coxas uma buceta com pelos pequenos e bem aparados.
-- Nossa bb gostei rsrs espero que goste da minha larrisinha! rsrs
beijei-a mais e fui descendo, primeiro pelo pescoço e logo em seguida para o seios dela, ficaram ainda mais duras com minhas lambidas, não fazia idéia de quanto tempo havia passando só estava ali naquele momento, e que momento! quando desci para a buceta fui beijando-a na barriga, ela se contraia parecia sentir cocegas, gostava daquilo, quando cheguei na buceta estava tão molhada que senti um gosto de gozo, não era comum, me lembrava de relações anteriores que não achei o liquido vaginal com gosto não muito bom mas ela era diferente, era um gosto bom que me instigou a cada vez mais chupar, a cada chupada ela um gemido abafado de tesão e prazer que eu sentia que apenas me motivava cada vez mais 'ai.. ai... ah... isso... mais devagazinho...", introduzir dois dedos e dentro da vagina diz uma forma de gancho pra estimular o ponto G dela, pelo visto consegui fazer direito, não demorou muito ela estava gemendo alto e gozou ali mesmo 'AH,ah... isso... não para pvf.. iss.. a.. ahh..", ela se contorceu e gozou na minha boca, aquilo me deu um prazer imenso pois satisfez dois fetiches meus, um de transar com uma negra outro de uma gostosa gozar na minha boca, fui subindo e beijei ela, com a boca gozada e tudo, ela estava ainda trêmula e com uma cara de prazer imenso enquanto me olhava com seus olhos verdes.
-- Adorei sua oral, nunca pensei que alguém tão tímido fosse me fazer gozar desse jeito
-- obrigado.. bom, gosto de dar prazer e também de receber rsrs
-- prometo que será uma oral que fosse não vai esquecer gatão!
sentei no sofá, nem me lembrava que a televisão estava ligada e sinceramente nem me importei, tirei o tenis, a camisa e quando fui tirar a calça ela me impediu e pediu pra ela tirar, assim que ela mesma terminou de me deixar nu, e olhou meu pau mesmo na frente dela, babando de um jeito que eu mesmo nunca tinha visto, ela olhou pra mim e foi aproximando a boca da cabeça da minha rola, e bem devagarinho foi colocando boca a dentro sempre me olhando com aqueles olhos verdes, aquela pele tom de ébano que me deixava cada vez mais louco de prazer, e foi assim pelos próximos minutos, sempre me olhando com um olhar de prazer enquanto fazia a lingua dançar sobre minha rola, a sensação que senti foi intensa e ela parecia sentir o que eu sentia, toda vez que eu pensava que estava próximo de gozar ela diminiu a intensidade e depois voltava, parecia que queria me torturar mas eu estava amando meu coração mal se continha no peito, a sensação de prazer, uma coceira boa não sei como dizer ela tinha um dom na lingua e nos lábios com a cabeça da minha rola que nenhuma ex teve, alterava entre beijos e gargantas profundas até que eu estava prestes a gozar
-- ah.. ahh... não.. isso.. vai... vou gozar tira a boca
-- Não! quero que você goze na minha boca! vai safado goza!
tentei segurar, mas não consegui, nunca tinha gozado tão intenso senti até o coração parar e depois voltar quando voltei a abrir os olhos ela sorria, com o rosto melado e a boca babada, pulou rápido em mim e nos beijamos prolongadamente, não me importei de ter provado meu prórprio gozo pela boca dela, mas só em ter-la nos meus braços sobre mim, aquilo sim, conseguio me alcamar bem, apos alguns minutos abraçados e nos beijando ela disse bem baixinho ao meu ouvido
-- agora quero que fosse foda minha buceta
aquilo me vez arrepiar e já me sentia pronto pra mais uma rodada, me deitei no sofá e ela montou em mim, passei um bom tempo, gemendo assim como ela, sentindo o quão gostoso é a buceta dela, e pensando no quão sortudo eu sou de tá ali, depois me perdi de mim mesmo, gozei várias vezes e ela também, trocavamos de possição e depois começava tudo denovo, naquela noite me entreguei ao prazer que ela me deu entre as pernas e tudo aquilo que consegui dos seus lábios, não me lembro como mas quando nos demos conta tinhamos perdido a conta de quantas vezes tinhamos transado e já eram 3 da manhã e nós dois ainda tinhamos que trabalhar, dormi com ela, de conchinha, transamos mais algumas vezes até as pernas doerem mais do que já doiam não aguentarmos mais, não sei como consegui me levantar da cama assim que acordei, não sabia se realmente tinha transado tanto com ela ou se alguma parte daquilo foi só um sonho, mas ao vê-la do meu lado com aquele nariz pequeno e fino com um biquinho na boca enquanto dormia cabeos meio bagunçados e nuas com a bunda pra mim... ah aquilo vez meu coração até errar as batidas, era como um anjo no corpo de mulher, eu estava cansado e ela também assim que acordamos nos arrumamos nas pressas e mesmo assim chegamos atrasados ao trabalho mas que importa? a noite foi incrível, naquele mesmo dia assim que acabou nosso horário e fomos nos despedir...
-- gostei muito do que tivemos ontem a noite... minha buceta tá com saudade da sua língua rsrsrs
-- quando quiser uma nova visita é só avisar
-- bom... que tal hoje de noite novamente, no mesmo horário, no mesmo sofá, tudo como um belo replay bb??
-- Já estou lá! rsrsrs
Bom aos que leram até aqui eu agradeço, é um conto inspirados em algumas fantasias minhas misturadas com experiência sexuais que tive! aceito dicas e críticas sobre minha escrita e o que acharam dessa história da Marcela? kkk
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2020.08.13 01:27 Lanzin-1 Sensação de incapacidade infernal

Mano, do final de 2019 ao atual momento de 2020, eu me vejo muito perdido mentalmente, comecei a ter ansiedade social (talvez eu já tivesse porém não tinha percebido) e a todo momento eu estava pensando negativo, entretanto só esquecia TD isso quando jogava algo, quando não jogava, eu entrava em estado de choque, só de imaginar ter contato com pessoas me deixava com o corpo frio e trêmulo, além do coração ficar igual a um bombardeio da segunda guerra. sempre pensei q eu n seria capaz de fazer nada, aprender nada, tbm n ser capaz de falar com pessoas novas... sempre me achando insuficiente, isso continua até hj, se uma pessoa corgitar que precisa de mim eu entro em estado de choque me achando incapaz.
Um amigo meu (um dos poucos), gostava muito de programação e hardware e a gente sempre se falava pq eu tbm gostava, e por mais q alguns deles me pedissem dicas eu me achava um bost* no fundo... Mas terminando o ensino médio ele me incentivou a começar programação estudando em casa, eu comecei e gostei,mas estou na fase de aprendizado ainda e a cada problema q aparece eu me sinto mais inferior ainda, tipo "eu sou burro, qualquer um aprende menos eu". Além de que, meu computador quebrou e parei um tempo de estudar e já vou completar 18 anos e, estou dividido entre estudar em casa (dica de um amigo programador) ou fazer uma faculdade e ter mais "garantia", eu realmente entro em caos. Mas eu desejo a primeira opção mas msm assim a minha sensação é q n vou conseguir e vou entrar em ruínas futuramente.
As poucas vezes q eu me sinto capaz é quando estou perto de uma amiga, enteada do meu tio, ela me faz bem, a gente se falava as vezes quando éramos pequenos, daí ficamos uns 8-7 anos sem se falar, como desconhecidos. mas praticamente éramos estranhos um para o outro msm, eu sempre fui tímido... Mas um dia na escola ela falou comigo e uma semana depois a gente começou a se abraçar com uma intimidade como se convivessemos juntos desde sempre. Ela me ajudou MT e ainda me ajuda, mas ela vai embora pra outro estado esse ano ainda e eu fico mais destruído a cada pensamento, pelo fato da única pessoa q me fez sentir um fragmento da sensação de ser capaz, ter q ir embora. Acho q eu amo ela e eu vou me arrepender MT de não ter um momento com ela antes dela partir.
Enfim, peço perdão pelo texto repetitivo... Só um desabafo.
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2020.08.06 06:08 denesfernando Sou Babaca Por Querer Que O Namorado Da Minha Amiga Não Passe Mais A Quarentena Aqui E Volte Pra Casa Dele?

Olá Luba, editores, gatas e Turma. Essa história que vou compartilhar aqui é recente, ainda estou tratando em terapia, mas ela começa um pouquinho lá atrás.
Um ""pouco"" de background para situar a todos de onde tudo isso começou.
Em 2013 comecei namorar um cara que vou chamar de Karen, por ele ser muito, mas muito CUSÃO (inclusive, ele se parece muito com você Luba e por vocês serem tão idênticos, eu passei um bom tempo sem assistir o canal, pois não conseguia te ver sem lembrar dele). Mas, enfim, em 2015 ele e o grupo da faculdade dele decidiram morar todos juntos em uma casa perto da faculdade, pois estava exaustivo para todos trabalharem em pontos distintos da cidade (São Paulo, para se alguém quiser se situar).
Então, em janeiro de 2016, eles se mudaram e eu ia para lá aos fins de semana, até que acabei me mudando para a casa em Junho do mesmo ano, no dia do meu aniversário.
Pois bem, foi uma fase horrível da minha vida por causa do meu ex, terminamos em maio de 2017 e tive que sair da casa. Esse meu ex era um abusador, um aproveitador, a pior pessoa que eu poderia ter conhecido na minha vida. Os abusos psicológicos que ele cometeu comigo, afetaram totalmente minha confiança e em como eu viria a me relacionar com outros caras, fora as crises de ansiedade que eu arrasto até hoje.
Mas então, eu fiquei amigo dos amigos dele da faculdade e em especial da Karls que virou minha melhor amiga.
Em 2017 eles terminaram a faculdade e em 2018 o contrato da casa venceu e eles finalmente poderiam se mudar, áquela altura ninguém suportava mais olhar pra cara do Karen.
Então, foi nesse momento, que a Karls e o Akarls me chamaram para vir morar com eles numa nova casa. Sem o Karen. E hoje nós três vivemos como uma família feliz com os nossos pets.
2019
Eu conheci um cara, eu vou chamar ele de Lars.
Lars e eu começamos a trocar mensagens, se conhecer, nos aproximarmos. Até então, antes dele, todos os outros caras que eu acabei ficando, não davam certo, (tem muito gay problemático nessa cidade). Mas Lars foi diferente, conforme nos conhecíamos, ele ia transpondo todas as muralhas que eu usava como defesa, pois meu maior medo seria voltar para um relacionamento abusivo, tóxico e doentio.
Com o Lars eu fui bem devagar, realmente queria conhecer ele, pra ver se o que eu estava sentindo era o certo e se ele não iria me fazer mal.
Nesse tempo conhecendo ele, eu desabafava com Karls todas as minhas inseguranças, pois ela tinha vivido todo o meu drama com o meu ex, ela sabia dos meus medos, receios, inseguranças em me relacionar com alguém e ela me dava todo o apoio, pra poder voltar a acreditar e saber que nem todo mundo é igual o Karen, que na verdade eu dei azar com o Karen, mas que não seria assim de novo.
Depois de tantos embates sobre minhas agruras eu acabei me desarmando e me permiti começar algo com o Lars.
Um mês e meio depois, finalmente decidi trazer ele em casa, para conhecer meus amigos e 😏.
Então, foi nesse fim de semana de novembro de 2019 que coisas aconteceram.
Depois de ficarmos, acabei aceitando os meus sentimentos por ele, pensei que depois de tanto tempo solteiro, passando por aventuras fracassadas com pessoas que não se encaixavam, onde a química só proporcionava uma reação inicial. Ali estava talvez o momento de poder compartilhar momentos com alguém.
Mas aquele início de sonho desmoronou muito rápido. No domingo quando ele estava pra sair para trabalhar, Lars me contou que iria para o Beto Carrero com um amigo. Fui pego de surpresa, pois ele não havia mencionado nada nas nossas conversas durante a semana.
Na época, Lars trabalhava como bartender numa cafeteria e reclamava de trabalhar muito, não ter finais de semana livres e só folgar nas segundas-feiras.
Como não tínhamos oficializado nada, nossa primeira vez foi na noite anterior e o fato de estar disposto a querer começar a construir uma relação tinha sido algo que eu havia arrazoado no meu coração, achei absurdo demais eu questionar porque ele não tinha me falado nada antes.
Tudo bem, ele iria no Beto Carrero com um amigo, logo após sair da cafeteria. Pegaria o ônibus na estação do Tietê no domingo a noite, passaria o dia no parque, já que a folga seria na segunda, e na segunda a noite ele voltaria e iria trabalhar na terça-feira de manhã. Eu, pelo menos, imaginei que seria assim.
Na segunda-feira, eu fui trabalhar normal, vi as fotos dele no Beto Carrero, os stories no Instagram aparentemente nada de estranho, mas a primeira coisa que me chamou a atenção foi o fato dele não ter postado um único story com o amigo, mas até aí, se eu encucasse com isso, seria uma atitude tóxica e eu não queria isso. Numa relação deve existir confiança.
Nós não nos falamos o dia inteiro, pois eu não iria ficar o importunando num passeio como aquele, que ele aproveitasse o máximo possível. Foi quando às 18:00 eu resolvi mandar uma mensagem para ele, já que eu estava saindo do trabalho.
A mensagem era mandando um "oi" e desejando que ele tivesse se divertido bastante e fizesse uma viagem tranquila de volta.
Foi quando ele me respondeu que não voltaria aquela noite, que ele iria para Balneário Camboriú com o amigo passear de barco. Eu fiquei completamente sem reação, foi um choque. Ele só reclamava de como o trabalho explorava ele, não era flexível e do nada, de uma viagem totalmente espontânea que aconteceu aleatoriamente pra aproveitar um dia de folga num bate e volta, surgiu uma folga no dia seguinte.
Eu não tive como não ser arrastado de volta para os tempos do Karen, onde eu fui trouxa por anos, onde ele matava aula pra transar na escada da faculdade, dizia que ficava até mais tarde no serviço pra não pegar trânsito, mas na verdade ia para dates furtivos de apps de pegação (inclusive tenho uma história ótima com relação a isso da época do Karen), enfim, meu cérebro e meu coração ligaram o sinal vermelho, as sirenes começaram a zunir no meu ouvido, a última coisa que eu queria era ser enganado como fui na minha última relação.
Voltando, Lars não falou mais nada depois disso, fui pra casa naquele dia. Na terça-feira de manhã, outro sinal de alerta, não tinha nenhuma mensagem no celular. Isso poderia ser irrelevante, se a gente não tivesse passado o último mês e meio, trocando várias mensagens e memes da hora que acordava até a hora de dormir. Me senti mal, a conversa tinha morrido da noite para o dia, fiquei angustiado, pois eu estava começando a gostar dele e aquilo mudou da noite para o dia.
Terça-feira se foi, ele em Balneário Camboriú, fotos e stories no Instagram se seguiram e nada desse amigo misterioso.
Finalmente, a noite ele estava voltando e mandou uma mensagem dizendo que estava exausto, mas estava voltando. Nesse momento, minha mente já tinha formulado mil e uma histórias, mas resolvi ser prudente, apesar da angustia que estava sentindo.
Foi difícil dormir aquela noite, na manhã seguinte, ele mandou uma mensagem dizendo que havia chegado, estava exausto, mas estava indo trabalhar.
Nossa conversa, já não era a mesma, algo tinha mudado, as palavras ou a ausência delas são um termômetro para o coração, escrever para outra pessoa é um ato de conexão e o nosso elo havia se rompido.
Foi quando resolvi confrontá-lo.
Segue abaixo a conversa no whatsapp:
[28/11 11:56] Denes: Desculpa, Lars.
[28/11 11:56] Denes: Eu não sei de fato o que aconteceu
[28/11 11:56] Lars: Pelo o que ?
[28/11 11:56] Denes: mas desde terça que eu sinto que nossa conversa morreu
[28/11 11:56] Lars: :(
[28/11 11:56] Lars: Eu que peço desculpas
[28/11 11:57] Denes: se vc puder me dar uma luz
[28/11 11:57] Lars: Questão de conversa tbm não sei ... :(
[28/11 11:58] Lars: Não quero ser cuzao contigo
[28/11 11:58] Denes: me diz o que tá acontecendo
[28/11 11:59] Lars: Gosto olhando no olho
[28/11 11:59] Lars: Gosto de vc
[28/11 11:59] Denes: talvez não haja olho no olho se eu não entender o que está acontecendo
[28/11 12:00] Denes: eu tb descobri que estou gostando de vc
[28/11 12:00] Denes: descobri de uma maneira bem ruim
[28/11 12:00] Denes: só quero que vc me diga
[28/11 12:00] Denes: sem medo
[28/11 12:02] Lars: Eu recebi uma ligação de alguém antes de viajar que me deixou balanceado
[28/11 12:02] Denes: prossiga
[28/11 12:02] Lars: Não gosto da ideia por aqui
[28/11 12:03] Lars: Mas tá bom ...
[28/11 12:03] Denes: por favor, agora que começou, não pare
[28/11 12:03] Lars: Pouco antes de conhecer vc eu tinha acabado um relacionamento ...
[28/11 12:03] Denes: hum
[28/11 12:04] Lars: E tipo ainda algo que me deixa balançado e tal ...
[28/11 12:05] Denes: entendi
[28/11 12:05] Denes: ah...
[28/11 12:05] Lars: E tipo não quero mentir pra vc
[28/11 12:05] Lars: Nem ser um cuzao contigo me entende
[28/11 12:05] Lars: Quero ser sincero sempre
[28/11 12:05] Lars: Não só com vc mas comigo mesmo
[28/11 12:06] Denes: então, o livro de Harry Potter que está com vc, foi um presente de um amigo meu que faleceu esse ano, será que posso pegar com vc na catraca amanhã da Santos Imigrantes
[28/11 12:06] Lars: Sim ... Claro ... Mas queria conversar mais com vc pessoalmente
[28/11 12:06] Lars: Se não se importar
[28/11 12:07] Lars: Tenho um presente pra vc
[28/11 12:07] Denes: eu vou me importar
[28/11 12:07] Denes: por favor, sem presentes
[28/11 12:07] Lars: Tudo bem :(
[28/11 12:09] Denes: amanhã as 8:30 te encontro na Catraca
[28/11 12:09] Lars: :( eu lhe entendo sabe ... Mas confesso que gosto de vc e queria que vc permanecesse na minha vida independente de qualquer coisa
[28/11 12:09] Denes: não será possível
[28/11 12:09] Lars: Tudo bem eu entendo vc ... :(
[28/11 12:09] Lars: Me desculpa
[28/11 12:10] Denes: te encontro amanhã na catraca sem falta
[28/11 12:21] Lars: Hj vc sai que horas do trabalho?
[28/11 12:24] Denes: Desculpa, Lars. Mas eu só pretendo te encontrar para pegar o meu livro. Não, temos nada para conversar. Você não me deve satisfações, justificativas ou esclarecimentos. Apenas o meu respeito. Mas, mesmo assim. Esse ponto final precisa ser colocado.
[28/11 12:25] Lars: Tudo bem eu entendo e respeito vc ... Falei de hj pq posso te entregar hj o livro
[28/11 12:25] Lars: Ele está comigo aqui no trabalho
[28/11 12:26] Denes: Eu saio às 18:00
[28/11 12:26] Lars: Posso te entregar hj o mesmo horário ... Na estação melhor pra vc
[28/11 12:27] Denes: Que horas na Santos Imigrantes vc vai passar por lá?
[28/11 12:27] Lars: Umas 19h a 19:30
[28/11 12:28] Lars: Mas espero a sua hora
[28/11 12:28] Denes: Okay, as 19:00 estarei lá
[28/11 12:28] Denes: Se chegar antes estarei sentado em algum dos bancos da plataforma
[28/11 12:29] Lars: Tá bom
[28/11 12:29] Lars: Sei o que vc vai falar ... Mas desculpas :(
Quando ele falou dessa ligação do ex e ficou balançado, eu senti uma enxurrada de sentimentos negativos, o tsunami de chorume que eram as mentiras do Karen voltando a tona. Todas as desculpas esfarrapadas, parecia que eu estava vivendo tudo outra vez.
Eu estava cego, na gana de não querer cometer os mesmos erros do passado, acabei sendo seco, duro e intolerante, condenando um pelos erros de outro.
Eu já tinha sentenciado dentro de mim que aquela viagem foi algo que ele tinha programado com o ex e que tinha ido com ele e que eles tinham se acertado e que ele queria me manter como step se nada desse certo. Enfim…
Nesse mesmo dia, fui buscar o meu livro (um fato curioso, esse livro que foi presente de um amigo que veio a falecer em 2019, foi um presente pra me lembrar o quanto eu sou uma pessoa corajosa, era a edição de 20 anos da Pedra Filosofal nas cores da Grifinória e dentro ele escreveu a famosa frase da Luna "As coisas que perdemos sempre acabam voltando para nós. Mas nem sempre na forma em que pensamos." https://imgur.com/a/ebJFd2U
Ironicamente, quando paro pra olhar isso em particular, penso na grande ironia de tudo.
Eu cheguei antes na estação, fiquei esperando, sentado num banco na plataforma, vendo vários trens passando, várias pessoas descendo na estação vindo depois de mais um dia de trabalho. A minha ansiedade estava a mil, eu queria chorar, estava angustiado com tudo aquilo, pior, sem entender como "tinha cometido" o mesmo erro outra vez.
Ele chegou uns 15 minutos depois, estava com o livro na mão, eu peguei o livro e então ele me estendeu os braços pedindo um abraço, fiz com ele o que eu devia ter feito com o Karen, olhei para ele com a minha pior cara de desgosto e nojo e falei "Adeus", virei as costas e deixei ele lá.
Hoje, não me orgulho do que eu fiz, sinto vergonha quando penso, mas para que vocês entendam aquele gesto, mesmo ele não sabendo, era algo traumatizante, no término com o Karen, quando coloquei minhas malas e meus livros no táxi, ele chegou até mim e na maior cara de pau, na sua maior interpretação pra burguês ver, ele me pediu um abraço e o trouxa aqui cedeu esse abraço, então ele sussurrou no meu ouvido "Sou eternamente grato por tudo o que a gente viveu e você vai sempre poder contar comigo para o que você precisar" e quando eu precisei o que eu ouvi? "Não tenho obrigação nenhuma de te ajudar."
Quando eu saí da estação, bloqueei o Lars em todas as redes sociais, Facebook, Instagram, Whatsapp e até o número dele pra ele não me mandar SMS ou ligar. Não queria nunca mais ouvir falar dele pelo resto da minha vida.
Alguns dias se passaram e a Karls me contou que Lars havia mandado mensagem para ela no Instagram dizendo que estava preocupado comigo, queria falar comigo e eu irredutível falei que nunca mais queria saber nada a respeito dele.
Então ali eu tinha colocado uma pedra em cima desse assunto, vida que segue.
Dezembro de 2019
Karls é uma garota muito linda, mas em todos esses anos de amizade ela só se envolvia com os piores caras do Tinder, uma fase da vida dela que fazemos piada, mas que se você olhar atentamente, era bem triste.
Ela tinha o sonho de conhecer um cara bacana, compartilhar momentos, viver toda aquela fantasia de namoro, dormir abraçada, assistir anime, cantar músicas da Disney e cozinhar todos os pratos possíveis de todos os programas de culinária que existem no mundo.
Depois de anos, esse cara apareceu. Vamos chamá-lo de Darls.
Darls é um cara super carismático, que faz amizade por onde ele passa, falador, contador de piada, solicito, uma pessoa que todo mundo iria adorar ter como amigo.
JANEIRO 2020
Parecia que Darls sempre esteve nas nossas vidas, Akarls e eu o recebemos de braços abertos, pois víamos o quanto ele fazia Karls feliz.
Logo ele começou me pedir dicas e mais dicas de coisas que fariam a Karls feliz e nesses 5 anos de amizade eu era a pessoa que mais sabia de tudo o que a Karls gostava.
FEVEREIRO 2020
Eles oficializaram o namoro, (meio rápido, mas…), então ela entrou numa tour para conhecer todas os amigos dele, pois ele queria apresentar a namorada para as pessoas importantes na vida dele.
Darls mora a 35km de distância, num bairro distante, 2 horas de viagem no mínimo, mas ele sempre estava vindo passar mais tempo aqui.
MARÇO 2020
Pandemia chegou, isolamento social foi instaurado, pessoas em casa. Eu sou editor de vídeo, então estou trabalhando em casa desde que esse inferno começou. E quem acabou vindo para cá, também? Exatamente, Darls.
A companhia dele era agradável, e por vermos Karls feliz, nada objetamos, aceitamos naturalmente a estadia dele aqui. Mesmo que nunca tenhamos conversado isso entre nós, foi natural olharmos para a felicidade dela.
ABRIL 2020
Um mês de quarentena, eu sou uma pessoa ansiosa. Solteiro que passou da barreira dos 30, já havia sentenciado que não conheceria ninguém e morreria só, pois já estava sem esperança de conhecer alguém em um mundo sem um vírus mortal, imagina em um mundo onde estar perto 2 metros de alguém pode ser sua sentença de morte.
Eu comecei entrar numa crise terrível, comecei trabalhar demais, a fazer 12 horas de trabalho por dia e no meu tempo vago eu comecei a assistir todos os filmes e curtas gays já foram produzidos no mundo. E nisso, fiz a burrada de assistir um filme que superestimei por anos.
Brokeback Mountain.
'O que eu fiz da minha vida?'
Eu fiquei tão mal, mas tão mal, que naquela noite eu fui dormir chorando e os dias que se seguiram eu tive tanto remorso pelo final daquele filme, que certo dia eu comecei chorar na frente da Karls e do Darls enquanto a gente almoçava.
No final de abril, meu tio implorou que eu fosse na casa dele, pois estava tendo um problema entre minha mãe e minha irmã e ele estava preocupado da minha mãe acabar se metendo em um avião e vindo pra São Paulo no meio de uma pandemia. Fui, como se eu já não estivesse colapsando, ainda tinha que resolver o problema de outras pessoas.
Naquela semana, eu assisti um vídeo, tenho 80% de certeza que foi no LubaTV os outros 20% acho que foi no canal do Henry Bugalho, que falava sobre perdão, algo do tipo "se não perdoamos, do que adianta pedirmos desculpas" e eu já estava muito reflexivo.
De noite, eu estava no apartamento do meu tio, quando recebi uma notificação de que alguém tinha me seguido no Twitter.
Abri a notificação e vi que era o Lars me seguindo quase 6 meses depois. Ele não tinha twitter e tinha criado uma conta por causa da quarentena.
Minha primeira reação foi bloquear ele, mas aí bateu aquele turbilhão de coisas acumuladas nessa quarentena. O final de Brokeback Mountain, a fala sobre perdão e um detalhe sobre o Lars que pesou muito, ele tem diabetes, acho que é um tipo raro, ele desenvolveu super novo, ele toma dois tipos de insulina, ele é grupo do risco.
Sentei no sofá e me perguntei, 'o que ele queria depois de todos esses meses? Ele não entendeu o meu "Adeus"?'
Pois, bem. Fui até o Instagram, desbloqueei ele e mandei a seguinte mensagem:
"O que você quer?"
Ele levou uma meia hora pra me responder, o 'digitando…' parecia eterno.
Resumindo, ele falou que se importava muito comigo, que eu marquei a vida dele, que nunca quis se distanciar de mim, que jamais foi a intenção me magoar com o que quer que tenha acontecido e que nunca dei a oportunidade dele se explicar.
E eu respondi, que não importava o que ele tivesse para me dizer, não ia mudar a opinião que eu tinha sobre ele.
Ledo engano, meus caros.
Fui dormir às 4 da manhã, tirei tudo de dentro de mim, tudo o que eu inventei na minha cabeça. Porque no meu relacionamento anterior eu ouvi tantas mentiras, que acabei jurando que qualquer um iria mentir para mim, era o único referencial que eu tinha.
Só para que vocês saibam, era realmente um amigo, as fotos que ele tirou junto com o amigo no Beto Carrero, foram todas no celular do amigo a folga da Terça-feira, o chefe dele estava devendo uma folga para ele e como ele não iria poder tirar essa folga a mais do que as que estavam previstas para Dezembro, o chefe deu a folga pra ele na terça para que ele aproveitasse mais um dia de viagem. E sim, o ex dele ligou, ele ficou balançado, pois eles tinham tido uma história recém terminada, mas ele me contou, primeiro porque eu insisti, mas também porque ele não queria mentir pra mim, já que eu tinha todo esse problema com mentiras, então ele queria ser honesto comigo desde o início e que nunca foi a intenção dele voltar com o ex, tanto que ele não voltou, ele queria estar comigo, e que mesmo tendo passado todo aquele tempo ele nunca tinha me esquecido e não tinha desistido de mim.
Eu falei para ele que não sabia como reagir a tudo aquilo, disse que não sabia se seria capaz de confiar nele. E que ele não tivesse esperança, mas que eu iria refletir sobre tudo aquilo.
Então eu voltei pra casa e compartilhei a história com Karls e Darls.
Karls ficou meio com o pé atrás, mas Darls me apontou os erros que eu cometi, me fez enxergar o quanto eu tinha exagerado pelo medo e desconfiança que eu tinha, que não tinha nada a ver com Lars e minha ficha caiu.
Agora, tudo o que me restava era o meu orgulho, eu precisava passar por cima disso.
Voltei a conversar com Lars, aos poucos, foi difícil no início, mas ele foi muito tolerante, eu expliquei que não estava sendo fácil voltar a conversar com ele, mas que compreendi que muito daquela situação era culpa minha.
Ele começou a me mandar mensagens de manhã e a noite, de bom dia e boa noite e esporadicamente algum meme. Foram duas semanas conversando quando houve a necessidade da gente se ver. Eu não sabia como iria reagir.
Sim, ele viria aqui em casa no meio de uma quarentena, mas antes que cresça os julgamentos, moramos próximo um do outro, ele viria a pé, sem pegar nenhuma condução e num horário de pouco fluxo.
MAIO 2020
Então comuniquei que ele viria aqui em casa para Karls, Akarls e Darls. Aparentemente, achei que todos tinham recebido a notícia de bom grado.
Ele veio, a primeira coisa que ele fez foi ir para o banheiro tomar banho, com Covid não se brinca. Depois, sentamos e conversamos, e mais uma vez, eu falei tudo de novo, dessa vez olhando no olho, colocando tudo a limpo, uma conversa franca, contei de todas as impressões que eu tive de tudo o que aconteceu, como a narrativa se construiu na minha cabeça e porque agi da maneira que agi.
Em contra partida, ele disse que estava tudo bem, disse que ficou muito chateado, mas os amigos dele conversaram com ele dizendo que tinha um motivo para eu agir como eu tinha agido. Ele me falou que nunca me esqueceu e queria ter uma oportunidade de conversar comigo e esclarecer as coisas, pois sabia que tudo tinha sido um grande mal entendido. Ele falou que mandou várias mensagens para a Karls, mas não obteve resposta. E quando ele me mandou o convite no Twitter, ele disse que seria a sua última tentativa de se aproximar de mim, se não desse certo, ele mesmo desistiria de tudo.
Ele passou três dias aqui em casa, eu não me abri tanto com ele com relação a isso, mas eu senti muito remorso por como as coisas aconteceram por minha causa.
Outra coisa, lembra na mensagem, quando ele falou que tinha um presente para me dar e eu falei que não queria? Ele trouxe o presente, ele guardou o presente todo esse tempo e disse que toda vez que via o presente, ele lembrava de tudo o que a gente viveu e a coisa que ele mais queria era me dar esse presente, que ironicamente ele comprou na viagem para o Beto Carrero.
Era um funko do Harry Potter, já que eu amo muito Harry Potter. (Não, não sou transfóbico, eu amo Harry Potter desde 2000). http://imgur.com/gallery/cah0Ry7
Ele voltou pra casa dele. Continuamos a nos falar, reatar laços, ter essa troca.
Compartilhei minhas impressões com Karls e Darls, eu estava relutante, desacreditado. As pessoas subestimam relacionamentos abusivos, mas a gente carrega coisas por anos, os estragos são terríveis, estava eu provavelmente estragando uma oportunidade de ser feliz por medo de ser feliz.
As coisas foram devagar, estávamos conversando de nossas rotinas na quarentena, ele o quanto sentia falta do trabalho e não aguentava mais assistir séries e eu o quanto estava trabalhando e engordando, já que editor de vídeo trabalha em casa, praticamos isolamento social antes disso "estar na moda" (✌️ salve editores do canal, eu juro que tô escrevendo essa história que já passa de 4 mil palavras, pensando se realmente o Luba lerá essa história na Turma-Feira, fico imaginando no trabalhão que vocês vão ter pra editar, se eu puder pedir, posta a Timeline pra eu ver como ficou no final, curto muito timelines [Sim, pra quem não entende, isso é meio creep]).
JUNHO 2020
Lars voltou, veio para estar comigo no meu aniversário, inclusive ele me presenteou com Find Me do André Aciman, ele disse que queria me dar a muito tempo, pois em novembro do ano passado eu estava lendo Call me by your name e eu estava namorando pra comprar o livro quando fosse lançado, mas não deu nem tempo dele poder comprar na época.
No meu aniversário, resolvi cozinhar para comemorar, fazer escondidinho de frango. Eu estava de folga e queria fazer algo especial para Karls, Darls, Akarls e Lars. Eu passei a tarde e começo da noite cozinhando e Lars me ajudando.
Então, aconteceu o estopim de todo o caos.
Karls e Darls desceram e viram que o escondidinho não estava pronta ainda, ela fechou a cara e disse "Nossa, ainda não está pronto?". Depois eles fizeram um sanduíche e comeram e subiram, bastou aquilo pra me entristecer, até entendo que ela poderia estar com fome, mas ela bater porta de armário e a porta da geladeira acabou todo o meu ânimo, me senti super mal.
Comi aquele escondidinho triste, o clima na mesa estava tenso e na boa o que era pra ser uma comemoração no que eu acreditava ser entre família, foi a porcaria de um jantar de aniversário que eu perdi tempo fazendo.
Lars voltou pra casa dele, continuamos nos falando e estreitando os laços, aproveitando a companhia um do outro, e finalmente no meio de toda essa situação de merda que estamos vivendo no planeta, senti uma esperança de que talvez tudo daria certo, pelo menos uma vez.
Mais uma vez, ele veio passar o fim de semana aqui em casa, e foi divertido, assistimos filme, contamos piadas e o melhor, eu estava podendo dormir abraçado com ele, por a cabeça no travesseiro e não me sentir só.
JULHO 2020
O mês do caos, eu odeio Julho, por tantos motivos, sério. Eu tenho inúmeras histórias de desgraças nesse mês que PQP (Gif da Xuxa).
Lars me mandou mensagem dizendo que ele teve uma briga terrível com o sobrinho dele, na briga eles só faltaram sair na porrada, ele falou que estava mal por estar na casa da irmã dele e por toda essa indisposição com o sobrinho que tem 18 anos e é um completo folgado. Ele disse que iria procurar um lugar pra ficar, mas até lá, ele perguntou se poderia ficar aqui até encontrar esse lugar.
E como eu já fui colocado pra fora de casa pelo meu tio e me vi sozinho, eu sei o quanto é importante ter alguém pra estender uma mão amiga nessa hora.
Eu respondi que sim, mas que ia comunicar o Karls e o Akarls. Expliquei a situação Lars e eles falaram que tudo bem.
A Karls começou a fazer um freela permanente em um grande estúdio aqui de SP, então ela já não estava ficando em casa e quando estava, ficava a maior parte do tempo com o Darls, que ficou aqui em casa, mesmo ela trabalhando regularmente, já que as coisas estão flexibilizadas por aqui.
A princípio, Lars ficaria aqui até dia 10, ele tinha acertado de ir morar com um pessoal que ele achou num grupo do Facebook, mas o lugar onde esse pessoal ia morar não deu certo, pelo o que ele me contou, foi lance com a Porto Seguro, ele ficou decepcionado, porque os meninos eram legais. Então, ele voltou para a busca de encontrar um lugar pra ficar, eu inocente disse que ele poderia ficar o tempo que precisasse.
Interiormente, eu queria me redimir por toda a injustiça que foi o nosso início, queria fazer certo dessa vez, pois ele estava sendo bom pra mim e eu nunca tinha tido isso, esse convívio.
Enquanto ele estava aqui, comecei a ter companhia para o almoço, passei a comer direito, já que ele é obrigado a comer certo por causa da diabetes, eu estava até me alimentando nos horários certos. As noites assistíamos séries abraçados, até a hora de dormir. Parecia um oasis no meio de todo esse inferno que estamos vivendo, por um único instante eu esqueci de tudo de ruim.
Nesse período, ele estava procurando vários quartos, mas só encontrava cativeiros sendo alugados por mercenários.
Conforme o mês ia passando, Karls estava bem estressada com tudo e quando estava todo mundo na cozinha, ela parecia evitar querer falar com ele. No início, eu pensei que fosse TPM ou alguma coisa em particular dela com Darls.
Mas eu tive certeza que era alguma coisa com o Lars, no dia que estávamos jantando e ela veio informar que o botijão de gás tinha acabado e ela tinha comprado um novo, mas ela insinuou que estávamos cozinhando demais. Eu fiquei, sem reação, pois não esperava por aquilo, como eu falei, ela e o Darls estavam fazendo todas as receitas que existiam na internet, como que o Lars 10 dia aqui era a causa do botijão ter acabado?
Então aquilo começou a ficar espinhoso e o meu erro foi não ter confrontado. Eu comecei a me sentir acuado com o Lars e não sabia o que fazer, ele já estava numa puta situação frágil por ter saído da casa da irmã por indisposição com o sobrinho e a coisa que eu mais queria era que ele se sentisse confortável na minha própria casa.
No meio de tudo isso, ele voltou a trabalhar e eu passei a acordar cedo junto com ele, pra tomar café e abrir o portão pra ele poder sair, num desses dias, eu levantei e fui no banheiro e enquanto eu usava, a Karls bateu na porta perguntando quem é que estava lá dentro de uma maneira meio ríspida, no caso era eu, mas o Lars viu a situação toda, ele não me falou, mas eu reparei que ele parou de tomar banho de manhã antes do trabalho. Dizia ele que o banho da noite era suficiente.
Depois, ele parou de tomar café da manhã, disse que tomaria café na cafeteria que ele trabalha.
A próxima coisa que aconteceu foi um dia que eu estava na cozinha e fui informado que Karls e Akarls decidiram que não iríamos mais fazer as compras de mercado juntos. E que só manteríamos os produtos de limpeza e higiene e que o resto era cada um por si.
Confesso, que na hora não compreendi o que estava acontecendo, eu estava muito desligado, na verdade não acreditava que os meus amigos estavam me excluindo por causa do Lars, eu estava sendo ingênuo, pois não imaginaria que aquilo estava acontecendo.
No meio desse caos todo, Lars, virou pra mim e disse que a irmã dele pediu que ele fosse na casa dela. Então ele iria direto do trabalho e dormiria lá no sábado para o domingo, já que estaria de folga e voltaria pra cá no domingo a noite.
Só que ele não voltou, ele disse que a irmã dele pediu para que ele dormisse lá mais uma noite. Pensei, okay, ele vem então amanhã direto do trabalho pra cá, mas aí ele não veio na segunda, foi quando o peso de tudo bateu.
A essa altura eu já estava angustiado com tudo aquilo e direcionei minha frustração para o lado errado, em vez de confrontar quem estava causando toda essa situação insatistória, eu cobrei dele, porque ele não estava aqui. Perguntei, porque ele não queria estar mais aqui. Ele falou que queria. Então, eu perguntei porque o domingo, virou segunda e agora a segunda virou terça? Ele hesitou, aí eu perguntei se era por causa da Karls e ele disse que só não queria incomodar ninguém.
Eu fiquei mal, por ele se sentir mais incomodado na minha casa do que na casa da irmã dele com o sobrinho folgado que estava fazendo da vida dele um inferno.
Fiquei desapontado, ele veio na quarta, conversei com ele, disse que iria conversar com a Karls sobre toda essa situação. Mas já era tarde.
Era a última semana de Julho, e antes mesmo que eu pudesse conversar com a Karls, Akarls chegou dizendo que não dava mais para dividirmos a conta de água como estávamos fazendo, por 3, teríamos que dividir por 5, já que a conta ficou mais cara.
Na sexta-feira daquela semana, Lars encontrou um quarto numa casa que ele meio que alugou as pressas e ele se mudaria na primeira segunda de agosto. Quando eu pude confrontar Karls, no sábado, sobre tudo aquilo, já era tarde. Falei que fiquei chateado deles quererem repartir a conta da casa por 5 com o Lars pelo mês que ele passou aqui, mas isso nunca foi nem cogitado nos 5 meses do Darls aqui. Falei que fiquei decepcionado por ela não ser capaz de enxergar a minha felicidade. Por não ser capaz de ver o quanto eu estava feliz, como eu enxerguei a felicidade dela com o Darls e o recebemos de bom grado dentro de casa por causa da felicidade dela. Disse que foi muito cômodo pra ela ter alguém pra poder dormir junto, assistir coisas juntos, ter os momentos a dois e quando eu pude ter o mesmo, ela não olhou para mim com os mesmos olhos.
Enfim, Lars se mudou, tomei esse tempo que poderia estar assistindo uma série com ele para escrever tudo isso. Angustiado e decepcionado. Darls não tem culpa de nada do que está acontecendo, mas agora acho completamente injusto ele estar aqui e o Lars não estar, não sei o que fazer, minha vontade é de falar, "acabou a quarentena para os dois, pode voltar para sua casa". Me sinto injustiçado e triste por alguém que eu amo tanto, não ter sido capaz de enxergar que eu estava feliz. É isso, estou esperando a próxima sessão da minha terapia e Karls e Darls estão lá no quarto dela e eu estou só.
E para finalizar, essa foi minha conversa agora a pouco com o Lars.
Lars https://imgur.com/gallery/PRrxEI6
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2020.07.31 21:44 AJGolias OK SUB, vamos conversar sobre D.E (Disfunção Erétil)

Ola pessoal.
Tem algum tempo que eu estou observando o aumento do relato de jovens sofrendo de D.E, relatando que tem dificuldades de ereção, e como isso esta influenciando em seus relacionamentos, então decidi escrever este post justamente dando dicas para pessoas que estão sofrendo com isso.
Eu sofri de ADS (ansiedade de desempenho sexual) por quase um ano na minha vida, e isso é algo difícil para um homem, a masculinidade de um homem gira em torno da sua ereção, porque toda sua sexualidade gira em torno disso, seja ele hétero ou homo.
Isso quebra um homem de varias formas, e em vários níveis... uma coisa que não é discutida e a quantidade de homens que morrem de infarto por se automedicar com Cialis ou Tadalafila (os viagras da vida) é grande, mas parece que boa parte ignora isso, exatamente porque parece tolo um homem morrer porque o pau dele não levanta.
Vamos falar dos fatores que podem levar a uma Disfunção Erétil.
Temos os fatores físicos, e os psicológicos, e o segundo tem a maior incidência que o primeiro.
Pessoas que tem problemas de tireoide, hipertensão, diabéticos, cardiopatas, esteatose (gordura no fígado),tabagistas, uso indiscriminado de cocaína, estes fatores podem desenvolver D.E.... alguns tipos de interações medicamentosas também levam a este quadro.....sem falar na queda do nível da testosterona, a partir dos 35 anos é recomendável o homem fazer testes(de 6 em 6 meses), porque a partir desta idade ela começa cair lentamente, mas se o homem tiver algumas daquelas doenças citadas acima, pode ser que esse processo seja acelerado.
Por outro lado o homem pode desenvolver "doenças psicológicas", das quais não deixam ele ter uma ereção completa, ou ela passa simplesmente a durar pouco tempo,ejaculação precoce, sim tem homens que além de desenvolver disfunção desenvolve ejaculação precoce no processo.
A maioria dos homens acabam caindo em um ciclo vicioso, depois de falharem a primeira vez, ficam apreensivos pela segunda, que volta a falhar, e que assim gera uma bola de neve, onde o homem passa a ficar apático e com medo de se relacionar sexualmente, neste quadro ja se caracteriza ADS (ansiedade de desempenho sexual) que é um quadro recorrente, mas é muito pouco tratado pela dificuldade do homem ir ao medico relatar as disfunções ao medico.
Geralmente o CG (clinico geral) vai te pedir vários exames, de fígado, tireoide, glicose, HDL, testosterona, com estes em mãos provavelmente o sujeito vai fazer um tratamento multidisciplinar, de um lado vai ao urologista, (porque este pode dizer se o problema é no aparelho, ou por outro motivo) e o tratamento psicológico, este por sua vez é melhor ser conduzido por um terapeuta sexual, o SUS tem a mania de indicar apenas para um psicólogo, mas muitos não entendem as nuances sexuais humanas, então o ideal é um sexólogo mesmo.
Durante o tempo de tratamento aos poucos o paciente vai percebendo que esta voltando ao normal, ate que um dia voce se ve normalmente, e quando acontece de "broxar novamente" a sua reação é totalmente diferente das primeiras vezes, e quase todas as vezes é momentâneo.
Então pare com a pescaria de internet, de ficar procurando dicas e remedios mirabolantes, vá a um medico e relate a disfunção, você não estará sendo menos homem por isso, pelo contrario esta mostrando que se importa consigo mesmo, e que se ama, e quer o seu bem.
qualquer duvida sobre podem perguntar respondo tranquilamente.
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2020.07.31 01:33 Felicity4Now O mundo dá voltas, meu amigo

Oi queridos, tudo bom com vcs? Essa é minha primeira vez no reddit, mas fiz o login mais pra desabafar essa história que está pesando demais pra mim. Postei essa história em outra pagina, mas vou postar nessa tbm. Quem não gosta de histórias deprimentes e longas, pule esse post.
Tudo começou faz 2 anos, em 2018, qdo eu fui para o oitavo ano e resolvi me mudar de colégio pq eu não me dava bem com os colegas da escola anterior (quer dizer, sempre fui meio excluída em todas as escolas que estudei mas enfim). Para a minha surpresa, o pessoal desse colégio aparentemente tinha me aceitado e fiquei mto feliz, finalmente tinha me sentido incluída na escola, deu até um alívio. Mas bem, a história não eh exatamente sobre isso, é sobre oq eu vivi com um amigo meu, vamos chamá-lo de Clóvis. Nunca tinha tido amigos piá, mas nesse ano foi diferente, me dei melhor com os piá do q com as guria. E para a minha surpresa, Clóvis foi, e sempre será, meu melhor amigo, por mais q ele tenha até me esquecido.
A primeira vez q vi Clóvis, ele já me atraiu, sim gente, comecei a ter um crush nele, mas eu ignorei, achei q era coisa da minha cabeça. Enfim, no início, Clóvis era uma pessoa super legal, extrovertida, gente boa, zuera, e foda kkkk. Mas... dps eu descobri q ele tinha depressao, hj eu entendo q a maior parte das pessoas q riem dms são as mais tristes por dentro... sei pq isso aconteceu cmg tbm, mas vou deixar isso pro fim. Por conta da depressao, tentei ajudar Clóvis de todas as maneiras possiveis, dava conselho, brincava com ele, tentava animar ele, mas ele sempre tentava se matar, sem sucesso graças a Deus. Mas isso fez com q meus sentimentos ficassem confusos, pq eu n queria, tipo, namorar alguem baixo astral, já q eu era tbm. Eu sei exatamente oq vcs estão pensando agora, sou uma ignorante msm, eu concordo, n precisam ficar jogando na minha cara pq eu já sei blz?
Enfim, como eu tava mto confusa, acabei me enganando e achei q estava gostando de um amigo dele (vamos chamá-lo de Roberto). Roberto era um cara foda tbm, gente finíssima, alegre e tals, até q ele me pediu em namoro no mês de Maio, mas eu recusei. Dps, Clóvis me pediu em namoro, e eu recusei tbm, n queria arranjar encrenca entre os 2. Mas, no final do mês de Agosto do msm ano, começou a merda. Eu n me lembro mto bem o motivo, porem briguei feio com Clóvis e comecei a namorar o Roberto. SIM, oq eu n queria aconteceu, treta total meus amigos. Vcs devem estar pensando: “mds q BURRA”, pse, eu tbm penso isso de mim tá? Mas n dá pra eu voltar no tempo.
Assim, o namoro q eu tive com o Roberto foi meio q uma amizade colorida (pra vcs terem uma ideia, se beijamos apenas 2 vezes em 8 meses ksks). Na fase auge do namoro, entre Agosto e Outubro, Clóvis continuava brigado cmg, até pq dava pra ver q ele tava super puto cmg por n ter sido aceito, se sentiu trocado e humilhado (tá gente, eu tava confusa, n taquem pedra em mim pq eu já taquei um monte já, pfv). Mas dai no final de Outubro a gente conseguiu fazer as pazes e continuamos bons amigos, junto cmg namorando o Roberto.
Outro ano se passou e todos continuamos estudando na msm escola, ou seja, continuou essa msm confusao, msm com tudo resolvido. Até que, no final de março de 2019, terminei com Roberto, pq ele tinha sido mto imaturo cmg e eu n permiti mais isso, e percebi q n fazia sentido eu ter namorado ele, até pq eu descobri mta coisa ruim dele tbm, mas n vamos entrar em detalhes (caso queiram saber, eu continuo amiga de Roberto hj em dia, pq odeio guardar mágoas das pessoas, ou eh pq sou mto trouxa, enfim).
E dps disso, Clóvis ataca novamente. Ele começou a me paquerar, quer dizer, ele nunca parou, mas foi mais forte dessa vez, e a gente foi contruindo uma relacao ao longo do ano, uma relacao mto, mas mto forte. Continuávamos bons amigos, mas a gente era REALMENTE melhores amigos mais aquele lance de paquera, até pq descobri q nunca tinha parado de gostar dele. (ss, Roberto aparentemente levou um chifre discreto, mas n vamos entrar em detalhes).
Continuando, eu infelizmente tive q mudar de colegio, por conta dos professores, q por mais q eu tirasse nota 10 nas provas eles me humilhavam junto com todo mundo, e por conta das minhas amigas, q andavam me excluindo do grupo delas. Mas minha amizade com o Clóvis foi longe dms, eu acabei dando mto em cima dele sem nem perceber direito e ele se iludiu cmg. No final do mês de Novembro, ele me pediu em namoro.... e advinha oq eu falei? NÃO Serio gente, eu disse não. Ai ai, nem eu creio, mas vamos continuar. Eu disse não por vários motivos, entre eles: 1- Não podia namorar, principalmente pq meus pais n deixam e meio q peguei trauma da historia com o Roberto (chorava todo dia pq odeio mentir, me fez mto mal); 2- Tinha medo q ele se revelasse pra mim e me magoasse, até pq ele eh super negativo e enfim; 3- medo de aceitacao da familia dele; 4- paranóias; 5- medo de começar o namoro e dps ele me largasse; 6- trauma do Roberto; 7- Ficar com depressao por conta do namoro, até pq eu fico mal vendo ele mal; 8- me arrepender.
Tá, podem parecer motivos absurdamente imaturos, mas se coloque no meu lugar, eu sou imatura gente, dclp.
Logo, Clóvis ficou de mal cmg por uma semana, n soube como aceitar aquilo. Mas dai, ele aplicou o golpe baixo dps, o mar diminuiu e dps veio o tsunami, se eh q vcs me entendem.
Ele resolveu q queria ser meu amigo dnv dps de uma semana brigado cmg. Eu achei estranho, mas aceitei ele de braços abertos, ate pq odeio guardar rancor, como disse anteriormente. Mas... ele nunca mais foi o msm, ele ficou mto estranho cmg a partir dai. Ele começou a me sacanear, a zoar dms cmg, mas achei q era coisa da minha cabeça e entao deixei neh.
Até q, no inicio de Março de 2020, era meu aniversario, e Clóvis sabe q eu amo comemorar nesse dia pq adoro festas. Entao, ele simplesmente me bloqueou. Eu n entendendo nada, fui falar com o irmao dele perguntando se tinha acontecido alguma coisa com o Clóvis, e ele me falou q Clóvis estava bravo cmg por conta do q eu fiz. Como já tinha se passado meses, eu achei q ele tinha já superado tudo isso, mas n.
Bem gente, foi ai q veio o tiro. Dps de horas sem me responder, ele me vem me desejando feliz aniversario, me chamando de corna tbm (ele tinha esse costume de me chamar assim por conta do Roberto). Mas eu n curtia mto isso, na maioria das vezes ignorava. Eu fiquei tao triste com aquilo, pq poxa, eu achei q tinha acontecido alguma coisa seria com ele ou q ele tava com raiva de mim, entao, bloqueei ele e fiquei sem falar com ele ate o final do mês. Mas já n aguentava mais, eu amava aquele cara (por mais q eu tenha feito mta coisa ruim). Perguntei pro irmao dele se estava tudo bem com Clóvis, e ele disse q ss.
Logo, me vem uma amiga dele me mandando direct pelo Insta e me falando q ele queria falar cmg. Pensei bem, e como n gosto de guardar rancor, desbloqueei ele. Se eu pudesse voltar no tempo, n teria feito isso de jeito nenhum gente, pq oq aconteceu dps parte meu coracao ate hj.
Conversei com ele e ele falou tudo oq eu queria ouvir, q sentia mto e q ele havia agido com mta imaturidade, disse q eu tava confusa com meus sentimentos e q ele devia ter me entendido antes. Ai gente, eu tinha ficado tao, mas tao orgulhosa dele! Qdo ele falou tudo aquilo, eu senti um alivio, até pq eu n precisava mais sentir aquela pontada de culpa q eu sentia todo dia. Q nada gente, o pior foi dps...
Uma semana se passou, e ele me bloqueou, sem deixar rastros. Fui perguntar pra amiga dele pq q ele tinha feito aquilo, e ela jogou um balde de agua fria em mim. Disse q eu n entendia nada e q eu tinha colaborado pra depressao dele, q eu só fiz mal pra ele e q eu devia me sentir arrependida diante disso. Eu como qualquer ser humano, tentei me defender na hora, tentando achar razao em mim, mas dps de uns meses percebi q realmente, eu sou uma monstra.
Pedi pra ele me desbloquear pra gente conversar, e foi uma burrice. Ele falou q eu tinha arruinado grande parte da vida dele e q eu q joguei ele no inferno q a vida dele eh, e mto mais coisas ruins q vcs n precisam saber.
Eu me senti acabada, principalmente pq a gente tava tao bem e eu achei q a gente ia conseguir seguir em frente sabe? Eu tinha esperança daquela amizade maravilhosa continuar com tudo. Achei q a gente ia festejar mais festas juninas, zoar, sair pros rolê, se divertir, cheirar pó de giz (KKKKK), entre outras coisas aleatorias. Sabe, eu amava mto ele, mas dps disso tudo oq eu fiz, era de se esperar q ele ia me dar esse tiro.
No inicio, eu tentei me esquecer dele, xingar ele, pensar coisas ruins sobre ele, tentar botar a culpa nele. Achei q em umas semaninhas ele ia voltar pra mim, mas n, ele sumiu...
Ate q, com esse sumiço, comecei a me dar conta do q q eu realmente fiz. Como pude ser tao cruel? Só pensar nos meus sentimentos e n nos dos outros? Como q eu consegui agir achando q era certo qdo na vdd era errado? Gente, eu comecei a me sentir, tao, mas TAO culpada, q a culpa até dói.
Eu sei q vcs devem ta pensando: “Ta, fez e recebeu, eh lei do retorno, lei da acao e reacao”. Mas gente, eu tava tentando ser feliz uma vez na vida, tava tentando ser aceita, e isso nunca tinha acontecido cmg e me confundi dms. Achei q tava fazendo o melhor qdo na vdd eu n deveria ter namorado ninguem isso sim. Mas eu n posso voltar no tempo...
Enfim, abril e maio se passaram, e eu comecei a manifestar sintomas de depressao, por conta das coisas da escola, por conta da cobrança, e principalmente, por conta dessa situacao, pq comecei a sentir mta culpa msm. Fiquei doente do estômago por conta de tudo isso e ainda to meio mal, n consigo comer como antes tbm. Tentei falar com Clóvis umas dezenas de vezes, mas msm assim n tinha papo.
Até q junho começa e me chega uma solicitacao no direct do Insta, era uma menina (vamos chamar ela de Folks), me pedindo dicas pra gravar videos, ate pq eu posto mto video no Insta pra ver se eu me esqueço de tudo isso. Comecei a conversar bastante com ela, principalmente pq ela eh incrivelmente incrivel. Ate q um dia eu tava bem bad e falei sobre todos os meus problemas com ela, e ela me disse... q ela era amiga do Clóvis.
Na vdd sempre desconfiei q ela era amiga dele, por conta de varios motivos, mas n vou ser especifica. Mas n deixou com q eu n ficasse em choque com Folks. Desde entao, ela tem tentado me ajudar a superar isso, conseguiu convencer Clóvis a falar cmg e enfim.
As conversas q eu tive com Clóvis, mais pioraram do q ajudaram, até pq ele dizia q me perdoava, mas q n conseguia nem falar cmg e nem voltar a ser meu amigo. Eu entendo ele pq nem eu to aguentando mais a minha presença. Mas, isso n deixou de doer em mim... E qdo ele me disse q tinha conseguido me esquecer e conseguiu me trocar pela Folks, foi a gota d’água...
Sabe, eu n sabia q eu podia ser trocada como um objeto, achava q era coisa da minha cabeça. Mas ele me trocou, e pela Folks ainda, q eu considerava e considero uma grande amiga...
Ah, o pior n foi isso q ele me falou. O pior foi qdo ele me disse q no inicio da nossa amizade, ele tinha intencoes ruins cmg... não, n eh relacionado a sexo ou coisa do tipo, eh coisa mais sombria. Eu n sei bem falar oq eh pq ele n foi mto especifico, mas isso me doeu tanto, pq eu sempre desejei o bem dele, por mais q eu tenha feito mta besteira com ele...
Entao gente, se eu n tivesse feito tudo isso, será q ele teria feito alguma coisa cmg? Eu sou a culpada ou ele? Nós 2 somos culpados? Eu devo me humilhar pro resto da vida? Ele q tem q se humilhar? Oq q eu devo fazer agora? Essas são duvidas q eu tenho, quem puder esclarecer ou tentar compreender a minha situacao, pfv me ajude. Oq vc faria no meu lugar? Se vc faria a msm coisa q eu, oq faria pra consertar?
Bom, eh essa a minha historia, q ninguem sabe o final... Dclp se foi uma historia mto deprê, mas eh q eu tinha q desabafar em algum lugar, serio msm.
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2020.07.29 22:24 Felicity4Now O mundo dá voltas, meu amigo

Olá Luba, editores, papelões mortos e possível convidado que está a ver. Essa é minha primeira vez no reddit, mas fiz o login mais pra desabafar essa história que está pesando demais pra mim. Quem não gosta de histórias deprimentes e longas, pule esse post.
Tudo começou faz 2 anos, em 2018, qdo eu fui para o oitavo ano e resolvi me mudar de colégio pq eu não me dava bem com os colegas da escola anterior (quer dizer, sempre fui meio excluída em todas as escolas que estudei mas enfim). Para a minha surpresa, o pessoal desse colégio aparentemente tinha me aceitado e fiquei mto feliz, finalmente tinha me sentido incluída na escola, deu até um alívio. Mas bem, a história não eh exatamente sobre isso, é sobre oq eu vivi com um amigo meu, vamos chamá-lo de Clóvis. Nunca tinha tido amigos piá, mas nesse ano foi diferente, me dei melhor com os piá do q com as guria. E para a minha surpresa, Clóvis foi, e sempre será, meu melhor amigo, por mais q ele tenha até me esquecido.
A primeira vez q vi Clóvis, ele já me atraiu, sim gente, comecei a ter um crush nele, mas eu ignorei, achei q era coisa da minha cabeça. Enfim, no início, Clóvis era uma pessoa super legal, extrovertida, gente boa, zuera, e foda kkkk. Mas... dps eu descobri q ele tinha depressao, hj eu entendo q a maior parte das pessoas q riem dms são as mais tristes por dentro... sei pq isso aconteceu cmg tbm, mas vou deixar isso pro fim. Por conta da depressao, tentei ajudar Clóvis de todas as maneiras possiveis, dava conselho, brincava com ele, tentava animar ele, mas ele sempre tentava se matar, sem sucesso graças a Deus. Mas isso fez com q meus sentimentos ficassem confusos, pq eu n queria, tipo, namorar alguem baixo astral, já q eu era tbm. Eu sei exatamente oq vcs estão pensando agora, sou uma ignorante msm, eu concordo, n precisam ficar jogando na minha cara pq eu já sei blz?
Enfim, como eu tava mto confusa, acabei me enganando e achei q estava gostando de um amigo dele (vamos chamá-lo de Roberto). Roberto era um cara foda tbm, gente finíssima, alegre e tals, até q ele me pediu em namoro no mês de Maio, mas eu recusei. Dps, Clóvis me pediu em namoro, e eu recusei tbm, n queria arranjar encrenca entre os 2. Mas, no final do mês de Agosto do msm ano, começou a merda. Eu n me lembro mto bem o motivo, porem briguei feio com Clóvis e comecei a namorar o Roberto. SIM, oq eu n queria aconteceu, treta total meus amigos. Vcs devem estar pensando: “mds q BURRA”, pse, eu tbm penso isso de mim tá? Mas n dá pra eu voltar no tempo.
Assim, o namoro q eu tive com o Roberto foi meio q uma amizade colorida (pra vcs terem uma ideia, se beijamos apenas 2 vezes em 8 meses ksks). Na fase auge do namoro, entre Agosto e Outubro, Clóvis continuava brigado cmg, até pq dava pra ver q ele tava super puto cmg por n ter sido aceito, se sentiu trocado e humilhado (tá gente, eu tava confusa, n taquem pedra em mim pq eu já taquei um monte já, pfv). Mas dai no final de Outubro a gente conseguiu fazer as pazes e continuamos bons amigos, junto cmg namorando o Roberto.
Outro ano se passou e todos continuamos estudando na msm escola, ou seja, continuou essa msm confusao, msm com tudo resolvido. Até que, no final de março de 2019, terminei com Roberto, pq ele tinha sido mto imaturo cmg e eu n permiti mais isso, e percebi q n fazia sentido eu ter namorado ele, até pq eu descobri mta coisa ruim dele tbm, mas n vamos entrar em detalhes (caso queiram saber, eu continuo amiga de Roberto hj em dia, pq odeio guardar mágoas das pessoas, ou eh pq sou mto trouxa, enfim).
E dps disso, Clóvis ataca novamente. Ele começou a me paquerar, quer dizer, ele nunca parou, mas foi mais forte dessa vez, e a gente foi contruindo uma relacao ao longo do ano, uma relacao mto, mas mto forte. Continuávamos bons amigos, mas a gente era REALMENTE melhores amigos mais aquele lance de paquera, até pq descobri q nunca tinha parado de gostar dele. (ss, Roberto aparentemente levou um chifre discreto, mas n vamos entrar em detalhes).
Continuando, eu infelizmente tive q mudar de colegio, por conta dos professores, q por mais q eu tirasse nota 10 nas provas eles me humilhavam junto com todo mundo, e por conta das minhas amigas, q andavam me excluindo do grupo delas. Mas minha amizade com o Clóvis foi longe dms, eu acabei dando mto em cima dele sem nem perceber direito e ele se iludiu cmg. No final do mês de Novembro, ele me pediu em namoro.... e advinha oq eu falei? NÃO Serio gente, eu disse não. Ai ai, nem eu creio, mas vamos continuar. Eu disse não por vários motivos, entre eles: 1- Não podia namorar, principalmente pq meus pais n deixam e meio q peguei trauma da historia com o Roberto (chorava todo dia pq odeio mentir, me fez mto mal); 2- Tinha medo q ele se revelasse pra mim e me magoasse, até pq ele eh super negativo e enfim; 3- medo de aceitacao da familia dele; 4- paranóias; 5- medo de começar o namoro e dps ele me largasse; 6- trauma do Roberto; 7- Ficar com depressao por conta do namoro, até pq eu fico mal vendo ele mal; 8- me arrepender.
Tá, podem parecer motivos absurdamente imaturos, mas se coloque no meu lugar, eu sou imatura gente, dclp.
Logo, Clóvis ficou de mal cmg por uma semana, n soube como aceitar aquilo. Mas dai, ele aplicou o golpe baixo dps, o mar diminuiu e dps veio o tsunami, se eh q vcs me entendem.
Ele resolveu q queria ser meu amigo dnv dps de uma semana brigado cmg. Eu achei estranho, mas aceitei ele de braços abertos, ate pq odeio guardar rancor, como disse anteriormente. Mas... ele nunca mais foi o msm, ele ficou mto estranho cmg a partir dai. Ele começou a me sacanear, a zoar dms cmg, mas achei q era coisa da minha cabeça e entao deixei neh.
Até q, no inicio de Março de 2020, era meu aniversario, e Clóvis sabe q eu amo comemorar nesse dia pq adoro festas. Entao, ele simplesmente me bloqueou. Eu n entendendo nada, fui falar com o irmao dele perguntando se tinha acontecido alguma coisa com o Clóvis, e ele me falou q Clóvis estava bravo cmg por conta do q eu fiz. Como já tinha se passado meses, eu achei q ele tinha já superado tudo isso, mas n.
Bem gente, foi ai q veio o tiro. Dps de horas sem me responder, ele me vem me desejando feliz aniversario, me chamando de corna tbm (ele tinha esse costume de me chamar assim por conta do Roberto). Mas eu n curtia mto isso, na maioria das vezes ignorava. Eu fiquei tao triste com aquilo, pq poxa, eu achei q tinha acontecido alguma coisa seria com ele ou q ele tava com raiva de mim, entao, bloqueei ele e fiquei sem falar com ele ate o final do mês. Mas já n aguentava mais, eu amava aquele cara (por mais q eu tenha feito mta coisa ruim). Perguntei pro irmao dele se estava tudo bem com Clóvis, e ele disse q ss.
Logo, me vem uma amiga dele me mandando direct pelo Insta e me falando q ele queria falar cmg. Pensei bem, e como n gosto de guardar rancor, desbloqueei ele. Se eu pudesse voltar no tempo, n teria feito isso de jeito nenhum gente, pq oq aconteceu dps parte meu coracao ate hj.
Conversei com ele e ele falou tudo oq eu queria ouvir, q sentia mto e q ele havia agido com mta imaturidade, disse q eu tava confusa com meus sentimentos e q ele devia ter me entendido antes. Ai gente, eu tinha ficado tao, mas tao orgulhosa dele! Qdo ele falou tudo aquilo, eu senti um alivio, até pq eu n precisava mais sentir aquela pontada de culpa q eu sentia todo dia. Q nada gente, o pior foi dps...
Uma semana se passou, e ele me bloqueou, sem deixar rastros. Fui perguntar pra amiga dele pq q ele tinha feito aquilo, e ela jogou um balde de agua fria em mim. Disse q eu n entendia nada e q eu tinha colaborado pra depressao dele, q eu só fiz mal pra ele e q eu devia me sentir arrependida diante disso. Eu como qualquer ser humano, tentei me defender na hora, tentando achar razao em mim, mas dps de uns meses percebi q realmente, eu sou uma monstra.
Pedi pra ele me desbloquear pra gente conversar, e foi uma burrice. Ele falou q eu tinha arruinado grande parte da vida dele e q eu q joguei ele no inferno q a vida dele eh, e mto mais coisas ruins q vcs n precisam saber.
Eu me senti acabada, principalmente pq a gente tava tao bem e eu achei q a gente ia conseguir seguir em frente sabe? Eu tinha esperança daquela amizade maravilhosa continuar com tudo. Achei q a gente ia festejar mais festas juninas, zoar, sair pros rolê, se divertir, cheirar pó de giz (KKKKK), entre outras coisas aleatorias. Sabe, eu amava mto ele, mas dps disso tudo oq eu fiz, era de se esperar q ele ia me dar esse tiro.
No inicio, eu tentei me esquecer dele, xingar ele, pensar coisas ruins sobre ele, tentar botar a culpa nele. Achei q em umas semaninhas ele ia voltar pra mim, mas n, ele sumiu...
Ate q, com esse sumiço, comecei a me dar conta do q q eu realmente fiz. Como pude ser tao cruel? Só pensar nos meus sentimentos e n nos dos outros? Como q eu consegui agir achando q era certo qdo na vdd era errado? Gente, eu comecei a me sentir, tao, mas TAO culpada, q a culpa até dói.
Eu sei q vcs devem ta pensando: “Ta, fez e recebeu, eh lei do retorno, lei da acao e reacao”. Mas gente, eu tava tentando ser feliz uma vez na vida, tava tentando ser aceita, e isso nunca tinha acontecido cmg e me confundi dms. Achei q tava fazendo o melhor qdo na vdd eu n deveria ter namorado ninguem isso sim. Mas eu n posso voltar no tempo...
Enfim, abril e maio se passaram, e eu comecei a manifestar sintomas de depressao, por conta das coisas da escola, por conta da cobrança, e principalmente, por conta dessa situacao, pq comecei a sentir mta culpa msm. Fiquei doente do estômago por conta de tudo isso e ainda to meio mal, n consigo comer como antes tbm. Tentei falar com Clóvis umas dezenas de vezes, mas msm assim n tinha papo.
Até q junho começa e me chega uma solicitacao no direct do Insta, era uma menina (vamos chamar ela de Folks), me pedindo dicas pra gravar videos, ate pq eu posto mto video no Insta pra ver se eu me esqueço de tudo isso. Comecei a conversar bastante com ela, principalmente pq ela eh incrivelmente incrivel. Ate q um dia eu tava bem bad e falei sobre todos os meus problemas com ela, e ela me disse... q ela era amiga do Clóvis.
Na vdd sempre desconfiei q ela era amiga dele, por conta de varios motivos, mas n vou ser especifica. Mas n deixou com q eu n ficasse em choque com Folks. Desde entao, ela tem tentado me ajudar a superar isso, conseguiu convencer Clóvis a falar cmg e enfim.
As conversas q eu tive com Clóvis, mais pioraram do q ajudaram, até pq ele dizia q me perdoava, mas q n conseguia nem falar cmg e nem voltar a ser meu amigo. Eu entendo ele pq nem eu to aguentando mais a minha presença. Mas, isso n deixou de doer em mim... E qdo ele me disse q tinha conseguido me esquecer e conseguiu me trocar pela Folks, foi a gota d’água...
Sabe, eu n sabia q eu podia ser trocada como um objeto, achava q era coisa da minha cabeça. Mas ele me trocou, e pela Folks ainda, q eu considerava e considero uma grande amiga...
Ah, o pior n foi isso q ele me falou. O pior foi qdo ele me disse q no inicio da nossa amizade, ele tinha intencoes ruins cmg... não, n eh relacionado a sexo ou coisa do tipo, eh coisa mais sombria. Eu n sei bem falar oq eh pq ele n foi mto especifico, mas isso me doeu tanto, pq eu sempre desejei o bem dele, por mais q eu tenha feito mta besteira com ele...
Bom, eh essa a minha historia, q ninguem sabe o final... Dclp se foi uma historia mto deprê, mas eh q eu tinha q desabafar em algum lugar, serio msm.
Gente, julguem dá forma que vcs quiserem, eh isso
Bjs <3 (vamos ver se Luba me nota, vai q ele me dá uma luz neh?)
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2020.07.23 10:54 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt5 POR

Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt5 POR
Não há melhor maneira de estudar Português para a primeira fase do CACD que resolver questões do Cespe. Para isso, sugiro criar um cadastro (há opção gratuita, embora limitada) no site http://www.questoesdeconcursos.com.br, ou buscar no banco de provas de concursos disponível no site http://www.cespe.unb.br. A justificativa para isso é que o Cespe cobra regras gramaticais diversas, que se encontram dispersas em diversas gramáticas (regras que, às vezes, contrariam o que algumas gramáticas dizem, mesmo as mais conceituadas). Com o tempo, dá para perceber certo padrão nos itens de gramática e de interpretação. Atenç~o especial para as regras “especiais” do Cespe em relação, por exemplo, a colocação pronominal (muito mais flexível, na primeira etapa, do que as gramáticas tradicionais propõem). Fazendo as provas, você perceberá que há uma incidência frequente de questões envolvendo: as orações subordinadas adjetivas, algumas expressões de erro frequente (“conquanto”, “posto que”, “porquanto”, “na medida em que”, “{ medida que”), o uso do acento grave (atenção especial para casos facultativos), as funções dos pronomes (oblíquos, relativos etc.), as funções das partículas “SE” e “QUE”. Atenção especial a esses temas mais recorrentes.
- Cespe: Português com Gabarito (Decio Sena): recebi a recomendação, mas não conheço.
Seguem algumas indicações de gramáticas:
- Nova Gramática do Português Contemporâneo (Celso Cunha): é uma das mais importantes e mais recomendadas obras de Gramática para a prova de Português do CACD. Para falar a verdade, não li quase nada, e não acredito que a parca leitura tenha ajudado de maneira significativa. Para a primeira fase, com relação a Gramáticas, eu destacaria a utilidade de estudar, principalmente, os temas: regras de pontuação20; processos de formação de palavras; figuras de linguagem (somente as principais; não costuma cair muito). Se você está enferrujado em Português e mal se lembra de classificação sintática, então, infelizmente, não há escapatória, e a leitura dos itens mais importantes da gramática é essencial (não precisa ler conjugação verbal e essas coisas mais idiotas também; confira, nas provas anteriores, quais temáticas de gramática já foram exigidas). Atenção: como dito acima, a colocação pronominal cobrada na primeira fase do concurso21 não é tão rígida quanto o conjunto de regras descrito nas gramáticas tradicionais.
- Moderna Gramática Portuguesa (Evanildo Bechara): outra gramática que já me foi recomendada, mas não tive contato com ela. De qualquer modo, acredito tratar-se de boa opção também.
Minha opinião sobre gramáticas: são muito boas se você não se lembra de muita coisa do que aprendeu na escola, para relembrar conceitos mais centrais (adjuntos, tipos de orações, objetos etc.), mas não fique só nisso. Repito: para a prova de Português da primeira fase, uma vez que você já dispuser dos conhecimentos básicos da matéria (o que uma leitura de uma gramática pode prover, da mesma maneira que a leitura de guias mais simplificados de gramática também pode ajudar – possível opção são as gramáticas simplificadas para concursos que há por aí, como a de Nilson Teixeira de Almeida), o que mais importa é treino. Há certo padrão de questões que o Cespe gosta de fazer. Depois de resolver muitas provas, chega um ponto em que você, só olhando o item, sem ler o texto, já sabe qual a resposta, por já conhecer o estilo de questão do Cespe.
Novo Acordo Ortográfico: Até 2011, o Cespe não cobrou a nova ortografia dos candidatos do CACD (nem na primeira fase nem na segunda). De todo modo, não há tanta mudança relevante para o concurso. O que se dizia no cursinho, com relação à nova ortografia na segunda fase, é: tudo bem que a ortografia velha ainda vale, mas, considerando que você vai fazer uma prova em que metade da avaliação é subjetiva, será que perceber que você não sabe a ortografia nova não pode contar como ponto negativo? Isso ninguém pode afirmar, às vezes nem mesmo os corretores percebem isso. Eu, mesmo, se leio uma notícia de jornal e vejo uma "idéia" acentuada, já fico meio receoso. Além disso, são tão poucas palavras que você pode usar da ortografia nova na segunda fase que não fica tão difícil assim. Ninguém vai conjugar verbos ou usar palavras cujo acento caiu (coo, veem, leem, enjoo, voo), ninguém vai abusar das palavras com hífen e todo mundo sabe as palavras mais básicas que podem vir a ser usadas (como ideia, europeia, infraestrutura...). No fim das contas, acho que a nova ortografia é o menor dos obstáculos da segunda fase. Se você sabe hífen direito, é só não usar. Por fim, como todo mundo sabe, as regras de redação da segunda fase não são necessárias para a terceira. Logo, na terceira, você pode pôr hífen onde não tem e misturar as duas ortografias, porque acho pouco provável que o corretor saiba também. Com relação à primeira fase, não sei como ficar após 2012. De todo modo, acho que n~o é a cara do Cespe cobrar um item como “a palavra ‘antiinflacionrio’ est escrita em desacordo com a nova ortografia da Língua Portuguesa”. Além disso, o alarde foi tão grande sobre o novo acordo, mas não entendo o motivo. Nem mesmo as regras mais gerais de hífen são tão difíceis de aprender. É óbvio que há as exceções, mas acho que as chances de perguntarem se “pé-de-meia” tem ou não o hífen não são muito grandes. Acho que muitas pessoas já criaram um bloqueio natural, algo como “esse novo acordo é muito difícil, n~o vou nem perder tempo, tentando aprender”, o que só piora as coisas. H diversos guias simplificados da nova ortografia na Internet. Uma alternativa é a página do Michaelis: http://michaelis.uol.com.bnovaortografia.php
20 Atenção para algumas regras que não usamos comumente, como a regra de uso (facultativo para a primeira fase, obrigatório para a segunda) de vírgula antes de orações subordinadas adverbiais reduzidas; para a segunda fase, cuidado com as vírgulas supostamente facultativas: um conselho (apenas para a segunda fase) é que, se há previsão possível de vírgula (ainda que facultativa), não a omita, senão você poderá ser penalizado por isso.
21 Tive um professor que dizia que as mesmas regras “mais frouxas” válidas para a primeira fase (quanto à colocação
pronominal) continuam válidas para a segunda fase, mas meus professores de Redação sempre cobraram a colocação pronominal prevista nas gramáticas. Assim, preferi não arriscar e observei as regras gramaticais tradicionais.
- Dicas da Dad e Mais Dicas da Dad (Dad Squarisi): não conheço os livros, mas incluo aqui apenas porque já vi recomendações de alguns aprovados há certo tempo.

>> SEGUNDA FASE

- Dicionário Houaiss: é recomendado pelos professores de Redação para os recursos à correção da segunda fase referentes a impropriedade vocabular.
- “Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa”: disponível no site da Academia Brasileira de Letras, em http://www.academia.org.babl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=23
- Nova Gramática do Português Contemporâneo (Celso Cunha): atenção especial às temáticas mais erradas pelos candidatos na segunda fase: colocação pronominal, regência e uso da vírgula (com a ressalva de, nos casos em que se diz que o uso é facultativo, como adjuntos adverbiais de pequeno corpo, considerar o uso obrigatório).
- Comunicação em Prosa Moderna (Othon Moacyr Garcia): muito bom. Confesso que me surpreendi com o livro, uma vez que não esperava que fosse gostar muito de uma obra de linguística. É de leitura tranquila e possui várias informações úteis e interessantes. Ótima leitura inicial, recomendo fortemente. Est disponível para download no “REL UnB”.
Até 2010, havia, no Guia de Estudos, a indicação de leituras obrigatórias para a segunda fase. Já foram cobrados diversos autores tradicionais brasileiros, como Gilberto Freyre, Machado de Assis, Darcy Ribeiro, Sérgio Buarque de Holanda, Celso Furtado, Caio Prado Jr., Graciliano Ramos, entre outros. Mesmo quando havia tal indicação, duvido da utilidade prática da leitura das obras desses autores. Em primeiro lugar, alguns deles são muito grandes (como o Casa-Grande & Senzala, de Gilberto Freyre), e tempo é algo muito escasso na preparação para o concurso. Em segundo lugar, essa não é uma prova de leitura de texto de colégio. Não há perguntas sobre o enredo ou coisa parecida. Quando esses autores são cobrados na segunda fase, exige-se, apenas, a interpretação de trechos da obra, o que pode ser feito com base no pensamento geral do autor. Em terceiro lugar, nos cursinhos para a segunda fase, os professores tratam de todos esses livros e das principais ideias desses autores, o que é mais do que suficiente (nas últimas provas do concurso, todas as questões de interpretação poderiam ser adequadamente respondidas apenas com base na leitura dos excertos selecionados pela banca e nos conhecimentos transmitidos em sala de aula, nos cursinhos preparatórios). Para coroar a inutilidade de ler essas obras, o Guia de Estudos de 2011 suprimiu toda e qualquer referência a bibliografias obrigatórias. Fui para a segunda fase, sem haver lido sequer um livro dessa antiga bibliografia obrigatória. Acredito que foi ótima estratégia e não me senti nem um pouco prejudicado por não havê-los lido. Li apenas os dois volumes de Lourenço Dantas Mota e os três volumes de Samira Yousseff Campedelli, descritos a seguir (além das partes do Manual do Candidato: História do Brasil descritas abaixo e das apostilas de Literatura de ensino médio do Anglo). Como não tem caído Literatura diretamente, acho que qualquer bom livro conciso de ensino médio pode resolver. Atenção: só cai Literatura brasileira. Pule as partes de Literatura portuguesa.
- Introdução ao Brasil: um Banquete nos Trópicos – 2 volumes (Lourenço Dantas Mota): o livro refere-se à formação histórica brasileira, tratando de vários temas, como sociedade, cultura, economia, instituições, política, colonização, patrimonialismo, escravidão etc. O formato da obra é uma compilação de resenhas de obras clássicas da literatura brasileira. Os Sertões, Casa-Grande & Senzala, Raízes do Brasil, Visão do Paraíso, Formação Econômica do Brasil, Formação do Brasil Contemporâneo são algumas das resenhas de obras reunidas nos dois volumes da obra. A importância da obra de Lourenço Dantas Mota reside no fato de que, para os anos em que houve indicação, no Guia de Estudos, de obras de leitura obrigatória para a segunda fase, a grande maioria desses livros está incluída no Introdução ao Brasil. Ainda que não haja, atualmente, indicação de bibliografia, acredito ser boa fonte de conhecimento sobre essas obras, que podem ser cobradas na prova, direta ou indiretamente. Ainda que seja velho o argumento de que ler a obra é muito melhor que ler um resumo ou uma resenha, sabemos muito bem que, na preparação para o concurso, não temos tempo de sobra, para gastar com a leitura de dezenas de livros (ainda mais agora, sem indicação de bibliografia obrigatória). Além disso, os resumos são muito bons, então são mais que bem-vindos. Alguns capítulos estão disponíveis para download no “REL UnB”. Vale lembrar que não é necessário ler todos os capítulos dos dois livros. Destaco os capítulos:
· Volume 1: “Os Sertões”, “Casa-Grande & Senzala”, “Raízes do Brasil", “Formaç~o do Brasil Contempor}neo”, “Formaç~o Econômica do Brasil” e “Formaç~o da Literatura Brasileira”.
· Volume 2: “Vis~o do Paraíso”, “O Abolicionismo”, “Minha Formaç~o”, “Sobrados e Mucambos”, “Os Índios e a Civilizaç~o”.
- Literatura, História e Texto – 3 volumes (Samira Yousseff Campedelli): é um livro de Ensino Médio, mas foi muito bem recomendado pela professora Adriana Campiti, que dá aula em um cursinho preparatório para a segunda fase do CACD. Preferi as apostilas de Literatura do Anglo a esses livros, embora eles não sejam ruins (mas achei as apostilas mais completas). Os livros da Samira Campedelli podem ser facilmente encontrados em sebos (comprei na Estante Virtual, por R$10 cada). Ler com ênfase na Literatura brasileira (Literatura portuguesa não é objeto do concurso). Para o CACD, os volumes 2 e 3 são os mais interessantes. De todo modo, seguem minhas sugestões de leituras de todos os três volumes.
· Volume 1: ler apenas os capítulos 9 a 12;
· Volume 2: ler todos os capítulos, exceto o 2 e o 5 (sobre Literatura portuguesa);
· Volume 3: ler todos os capítulos, exceto o 3 (também sobre Literatura portuguesa).
- Iniciação à Literatura Brasileira (Antonio Candido): o conhecimento de Literatura, além de ser, às vezes, cobrado na primeira fase, pode ser útil tanto para as interpretações/análises/comentários quanto para o enriquecimento da dissertação na segunda fase. De qualquer maneira, se você tiver algum material mais resumido e mais prático de Literatura do Ensino Médio, acredito ser, também, boa opção. Não se esqueça, também, de que a Literatura brasileira pode ser exigida na prova de História do Brasil, nos tópicos “Sociedade e Cultura”. Uma questão da prova da terceira fase de 2006, por exemplo, pedia que se discorresse sobre as ideias que inspiraram o Movimento Modernista e sobre as principais contribuições de escritores brasileiros ao projeto modernista de 1922 a 1945. Minha recomendação seria, portanto, não deixar a Literatura de lado, mas sem se preocupar excessivamente (deixe para se preocupar mais com ela após a primeira fase do concurso). Uma leitura rápida dos aspectos gerais da Literatura brasileira, com atenção especial para determinados temas mais importantes, como Romantismo e Modernismo, deve ser suficiente. O livro de Antonio Candido, segundo recomendações que li e recebi, pode ser útil. A Editora da USP lançou, também, o Iniciação à Literatura Brasileira: Resumo para Principiantes, que está disponível para download no “REL UnB”.
- Leituras Brasileiras (Maria Veloso Motta Santos e Maria Angélica Madeira): já me disseram que é recomendável, mas não conheço.
- Manual do Candidato: História do Brasil (Flávio de Campos e Miriam Dolhnikoff): os capítulos “Sociedade e Cultura” (cap. 4 da Unidade I e cap. 4 da Unidade II), sobre as manifestações culturais no Império e na República Velha, podem ser úteis para a segunda fase, fornecendo importantes argumentos literários para a dissertação. Os capítulos são bem curtos e simples (obviamente, não são completos, mas possuem bastante informação útil e podem render boas anotações).
- Manual do Candidato: Português (Francisco Platão Savioli e José Luiz Fiorin): não li, mas me parece ser mais útil (ou melhor, menos inútil) que o livro do Evanildo Bechara (descrito abaixo). O manual não é de Gramática, mas sim de Redação (é por isso que está, aqui, como recomendação para a segunda fase, não para a primeira). Não li, por achar desnecessário e dispensável. Acredito que há coisas mais úteis e práticas para estudadar do que esse manual.
- Estudo da Língua Portuguesa: textos de apoio (Evanildo Bechara): já ouvi comentários a respeito, mas não li, por duvidar da utilidade prática da obra para o CACD. Além de ser uma obra extensa, não acredito que seja muito produtiva para os estudos.
- Machado de Assis: Ficção e História (João Gledson): recebi recomendações, mas não li. Sem indicação de leituras obrigatórias, não sei se é tão útil perder muito tempo com temas mais específicos, como detalhes da obra machadiana. Acho que livros mais genéricos (como os de ensino médio indicados acima) podem suprir essa necessidade.

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2020.07.23 10:48 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt4 HBR

HISTÓRIA DO BRASIL16
16 Sugiro estudar ao menos um pouco História do Brasil e História Mundial antes de começar a estudar Política Internacional, por motivos óbvios. Vale dizer que boa parte da bibliografia de História Mundial pode, também, ser válida para os estudos de política internacional (vide Guia de Estudos).
- Apostilas “Anglo Vestibulares” (para História do Brasil, ler as duas apostilas da matéria na íntegra, com menos ênfase no período colonial): peguei as apostilas do 3º ano do ensino médio do sistema de ensino Anglo (série Alfa) de meu irmão. São quatro apostilas finas (no total, devem ter umas 300 páginas de Brasil e 100 de Mundial, se contar apenas após o Iluminismo). Inicialmente, peguei as apostilas para uma revisão inicial da matéria, mas devo dizer que fiquei impressionado com a qualidade e com a quantidade de informações que eu não havia achado em nenhum outro lugar. Acho que ninguém gosta de ler livros de História que divagam e que, embora bons em algumas partes, também têm alguns capítulos chatos e nem sempre muito interessantes. Inicialmente, achei que as apostilas fossem ser bem gerais (como são, geralmente, os estudos de ensino médio), mas elas me surpreenderam pelo poder de concisão e, ao mesmo tempo, por possuírem muitas informações boas. O mais interessante é que, por se tratar de apostilas voltadas para a revisão de vestibulandos, elas não incluem coisas mais gerais e de que toda pessoa ensinada tem conhecimento; são concisas e informativas. Eu grifava quase tudo dos capítulos. Em História do Brasil, fiz o teste e li determinadas matérias (Colônia e I Reinado) nas apostilas e comparei com a leitura do Boris Fausto (descrição a seguir). Para minha surpresa, a apostila, nessas partes, tinha mais informações e era mais interessante para o que CACD pede que o Boris Fausto. Resultado: fiz o que, para muitos, seria considerado um crime e abandonei o Boris Fausto. Não sei se dei sorte, porque não se cobrou História pura na terceira fase, apenas história da política externa. Possivelmente, os conhecimentos que deveriam haver sido apenas introdutórios foram suficientes, justamente, porque foram introdutórios à matéria de História da política externa, que estudei por outras obras (indicadas a seguir). De todo modo, eu não poderia deixar de fazer a indicação. As apostilas est~o disponíveis para download no “REL UnB”.
- História do Brasil (Boris Fausto): Cuidado! Não é História Concisa do Brasil, é só História do Brasil. Lançaram essa concisa (até constava na bibliografia dos Guias de Estudo, quando ela ainda existia), mas, segundo informações de professores de cursinho, não é boa, há cortes mal feitos e muita coisa fica de fora. O História do Brasil é, dizem, melhor. Para ser bem sincero, li só até meados do Império, que foi o tempo de descobrir as apostilas do Anglo. Depois disso, não toquei mais no livro do Boris Fausto. De qualquer modo, é bastante importante e bem recomendado.
- História da Política Exterior do Brasil (Amado Cervo e Clodoaldo Bueno): leitura completa obrigatória, um dos mais importantes de toda a bibliografia. Leia atentamente, faça resumos, fichamentos, mapas mentais, o que puder ajudar a gravar o máximo de informação possível. Ajuda em Política Internacional também. Na prova da terceira fase de História do Brasil de 2011, as quatro questões foram sobre história da política externa brasileira.
- Manual do Candidato: História do Brasil (Flávio de Campos e Míriam Dolhnikoff): já ouvi falarem muito mal dele, mas achei interessante, principalmente por duas razões. Em primeiro lugar, os capítulos são divididos por temas de maneira bastante útil (economia; sociedade e cultura; política externa etc.), o que facilita na complementação de estudos em temáticas que você não encontrou muito bem trabalhadas em outras fontes. Em segundo lugar, relacionado ao primeiro, só no manual achei itens mais pontuais referentes aos tópicos “sociedade e cultura”, que eu n~o havia encontrado, de maneira mais simples e sistematizada, em outras obras. Recomendo o possível uso desse manual como complemento a seus estudos de História do Brasil, especialmente das partes que você n~o encontrar em outras bibliografias (como “sociedade e cultura”, em meu caso). Além disso, há boas sugestões de leituras (tanto de bibliografia básica quanto de bibliografia complementar) ao final de cada capítulo do manual. Apesar de ser um manual massacrado por alguns, eu não o dispensaria. Não aconselho, entretanto, que se faça uso desse manual como leitura introdutória. Acho válido ler outras bibliografias de caráter mais geral primeiramente.
- Navegantes, Bandeirantes, Diplomatas (Synesio Sampaio Goes Filho): eu havia lido na Universidade e tinha um resumo muito bom dele (encontrado na internet), então só estudei pelo resumo mesmo. De todo modo, é bem curto e excelente livro sobre a formação territorial do Brasil, assunto recorrente do CACD. Vale a pena a leitura atenta, tomando notas acerca dos principais tratados de limites (nomes, datas, negociadores e o que mudou para o Brasil com cada um). Cobre praticamente todo o primeiro tópico de História do Brasil (só n~o digo “todo” porque, embora eu não saiba o quê, alguma coisa deve ter ficado de fora, nada na vida é tão fácil assim) e é fundamental para o concurso (matéria frequente da primeira e da terceira fases). Um resumo que encontrei na internet est disponível para download no “REL UnB”.
- Formação da Diplomacia Econômica do Brasil (Paulo Roberto de Almeida): o livro é bem grande, com muitos detalhes, então o que interessa são aspectos mais gerais. Usei apenas algumas poucas páginas, para suprir alguns pontos de política econômica no século XIX (tratado de 1827 com a Inglaterra, leis tarifárias pós-Alves Branco e tratado Blaine-Mendonça), mas pude ver que há muita coisa interessante para o estudo de História do Brasil de uma maneira geral também (para isso, atenção aos quadros das páginas: 54-56; 547-550; 579-591; 605-611; 627-628 – podem ser bons resumos não só para temáticas econômicas). Sugiro dar uma folheada, se você tiver tempo.
- Formação do Brasil Contemporâneo (Caio Prado Jr.), História Econômica do Brasil (Caio Prado Jr.) e Formação Econômica do Brasil (Celso Furtado): também estão na leitura recomendada para Economia e já caíram como leitura obrigatória de Português na segunda fase. São livros importantes sobre história econômica brasileira, e, mesmo que não leia os livros (só os li na universidade; para o concurso, li apenas resumos), pode ser interessante saber o argumento principal do autor e algumas características mais gerais. Acho que um resumo bom pode ser a solução, uma vez que colônia não é a temática principal nem da prova de História do Brasil, nem da de Economia.
- Raízes do Brasil (Sérgio Buarque de Holanda): também recomendado para a segunda fase, embora o cerne da atenção seja outro. É um livro curto e tranquilo de ler, mas nada que um resumo bom não possa ajudar com os principais argumentos. Acho que a relevância, em História do Brasil, talvez esteja mais em fornecer eventuais ilustrações e argumentos de autoridade para a terceira fase que na história presente no livro (com a ressalva de que, nos últimos anos, a possibilidade de usar qualquer coisa de História na terceira fase que não envolva política externa ter sido progressivamente reduzida). O prefácio da 26ª edição, de autoria de Antonio Candido, já serve como bom fundamento nesse sentido (“O Significado de ‘Raízes do Brasil’”, disponível para download no “REL UnB”).
- Casa-Grande & Senzala (Gilberto Freyre): acho que não vale a pena a leitura, principalmente por questões de tempo e de possíveis benefícios em termos de aproveitamento no concurso. Um resumo bom das principais ideias do livro pode ser suficiente (mesmo assim, acho que não vale muito a pena para a terceira fase, pode ser mais útil na segunda).
- Os Donos do Poder (Raymundo Faoro): também n~o li. H resumo no “REL UnB”.
- Introdução ao Brasil: um Banquete nos Trópicos – 2 volumes (Lourenço Dantas Mota): essa obra será, também, útil para seus estudos de Literatura. Não li para a primeira fase, e não me fez falta. Para a terceira, talvez possa ser importante, mas não li. Para a prova discursiva de História do Brasil, destacaria os capítulos:
· Volume 1: “Formaç~o do Brasil Contempor}neo”, “Formaç~o Econômica do Brasil”, “Os Donos do Poder”, “Conciliaç~o e Reforma no Brasil” e “A Revoluç~o Burguesa no Brasil”.
· Volume 2: “D. Jo~o VI no Brasil”, “A América Latina: Males de Origem”.
- A Construção da Ordem/Teatro das Sombras (José Murilo de Carvalho): juntamente com Os Donos de Poder, são importantes obras para o concurso, mas, como não tive tempo de ler, peguei resumos e acredito que foram suficientes. Acho que o principal desses autores é pegar alguns argumentos centrais que podem ser usados como argumento de autoridade na prova da terceira fase. Os resumos est~o no “REL UnB”.
- A Formação das Almas (José Murilo de Carvalho): a recomendação que recebi é que um resumo poderia substituí-lo, e foi isso o que fiz. Resumo no “REL UnB”.
- Maldita Guerra (Francisco Doratioto): além de o Doratioto ser membro da banca corretora da terceira fase (e professor do Curso de Formação do IRBr), é um livro sobre temáticas muito importantes. Como não tinha tempo, estudei os tópicos referentes a esse livro em outras obras mais sucintas. Li apenas o capítulo 1 (“Tempestade no Prata”) para a terceira fase, como recomendação do professor do cursinho, mas nem é muito bom. Muito melhor que esse capítulo é o artigo “O Império do Brasil e a Argentina (1822-1889)”, do próprio Doratioto [Revista do Programa de Pós- Graduação em História da UnB, Vol. 16, No 2 (2008)]. Aproveitando a temática das relações Brasil- Argentina, sugiro o artigo “Relações Brasil-Argentina: uma anlise dos avanços e recuos”, de Alessandro Warley Candeas [Revista Brasileira de Relações Internacionais 48 (I): 178-213 (2005)]. Esses dois artigos est~o disponíveis no “REL UnB”.
Podcast sobre a Guerra do Paraguai: http://www.radioponto.ufsc.bindex.php?option=com_content&view=article&id=903:tempestade
-no-prata&catid=6:radiojornalismo&Itemid=31
Os livros a seguir são recomendações que recebi e recolhi na Internet, embora eu não tenha feito uso de nenhum deles em minha preparação.
- A História do Brasil no Século 20 (Oscar Pilagallo/Folha de São Paulo) - cinco pequenos livros. Já vi recomendações de que é boa (e curta) fonte de revisão, especialmente para a primeira fase.
- A Idade de Ouro do Brasil (Charles Boxer): sobre Brasil colônia. Não sei se vale muito a pena, o que se tem cobrado do assunto é bem superficial, e um livro geral e básico pode resolver o problema.

- A Identidade Nacional do Brasil e a Política Externa Brasileira (Celso Lafer)

- Autonomia na Dependência (Gerson Moura)
- Cronologia das Relações Internacionais do Brasil (Eugênio Vargas Garcia)
- Da Monarquia à República (Emília Viotti da Costa)
- Dicionário de História do Brasil (Moacyr Flores)
- Diplomacia Brasileira (Lampreia)
- História do Brasil: uma interpretação (Carlos Guilherme Mota)
- História Geral do Brasil (org. Maria Yedda Linhares): ler apenas o capítulo sobre o Império.
- Os Sucessores do Barão (Mello Barreto)

- Relações Internacionais do Brasil: de Vargas a Lula (Vizentini)

- República Brasileira (Lincoln de Abreu Penna): apenas até o fim da Era Vargas.
- Rio Branco: o Brasil no mundo (Rubens Ricupero): pequeno livro sobre o Barão do Rio Branco. Não li, mas acho que pode ser interessante (é bem curto também). Esqueça a biografia do Álvaro Lins, sem utilidade prática para o concurso. Não li nada sobre o Barão que não estivesse no livro de Amado Cervo/Clodoaldo Bueno.
- Sessenta Anos de Política Externa Brasileira (1930-1990) (orgs.: José A. G. Albuquerque, Sérgio
H. N. de Castro e Ricardo A. A. Seitenfus)
- Trajetória Política do Brasil (Francisco Iglesias): segundo recomendações, é um resumo bom de todo o assunto de História do Brasil e pode servir como revisão antes da primeira fase.
- Uma História do Brasil (Thomas Skidmore)
HISTÓRIA MUNDIAL
- Apostilas “Anglo Vestibulares” – já descritas acima. As apostilas estão disponíveis para download no “REL UnB”. Para História Mundial, ler a partir de “Iluminismo”.
- História das Relações Internacionais Contemporâneas (José Flávio Sombra Saraiva): li na Universidade e para o concurso. O engraçado é que, quando o li na Universidade, tendo aula com o próprio Saraiva, não gostei do livro e não cheguei sequer a ler os últimos capítulos. Quando fui ler para o concurso, achei bom. Apesar de não ser completo, acredito ser boa introdução para quem está meio enferrujado no assunto ou, ainda, boa revisão de tópicos gerais para quem já estudou alguma coisa. Recomendo.
- O Mundo Contemporâneo (Demétrio Magnoli): é de Ensino Médio, mas é sensacional. Ótima introdução ao tema. Tanto para PI quanto para HM, é um dos melhores e mais importantes para o concurso. Leia a partir do capítulo 3. Sugiro que você, à medida que ler o livro, faça anotações de tópicos e de datas mais importantes (podem ser muito úteis para a revisão às vésperas da primeira fase). É mais voltado para o período após o início da guerra fria, mas há alguma coisa sobre o período anterior a esse também. De qualquer forma, isso significa que outras leituras em temas não contemplados aqui, como Revolução Francesa e Revolução Industrial, por exemplo, são fundamentais. Para cobrir essa parte da matéria, sugiro o volume 2 do História da Civilização Ocidental, do Burns (citado abaixo).
- História da Civilização Ocidental (Burns, volume 2): não li por falta de tempo, mas já ouvi comentários de que é melhor e mais didático que os livros do Hobsbawm (descritos abaixo). Como é um livro antigo, é necessário complementar com outras leituras. O Mundo Contemporâneo pode fazer isso muito bem. Se tiver tempo, é uma leitura bastante recomendada.
- Manual do Candidato: Política Internacional (Demétrio Magnoli): é bem geral e não passa nem perto de falar sobre todos os temas. Incluí o Manual do Candidato: Política Internacional aqui na lista de livros de História Mundial pela simples razão de o livro ser quase todo igual (ou, para não dizer “igual”, ao menos muito semelhante) ao O Mundo Contemporâneo. Há partes que são simplesmente idênticas (apesar de o autor mudar os nomes dos capítulos). A dica, portanto, é comparar os conteúdos, para ver o que é novidade e o que não é. Preferi O Mundo Contemporâneo (ler apenas do capítulo 3 em diante). O manual possui alguns erros (especialmente, de datas), mas nada que não possa ser facilmente detectado por um leitor atento (e que saiba um pouco de História, obviamente) ou que comprometa o livro como um todo. Se não tiver acesso ao O Mundo Contemporâneo, o manual não é de todo ruim.
Obs.: não confundir! Há outro manual mais novo, de autoria de Cristina Pecequilo, que está descrito abaixo, na parte de Política Internacional.
- Manual do Candidato: História Mundial (Vizentini): sabe aqueles livros que dão vontade de chorar e de abrir o Word, para fazer todas as doze milhões e quatrocentas mil correções de Português necessárias? Então, aqui está um prato cheio. Tenho amigos que começaram a ler e não conseguiram terminar. Não sei como eu resisti até o final, mas devo dizer que está longe de ser uma leitura prazerosa ou primordial. Passe adiante!
- História da Paz e História da Guerra (org. Demétrio Magnoli): os livros são, de maneira geral, bons e rendem boas anotações, embora não sejam imprescindíveis. O História da Guerra está disponível para download no “REL UnB”.
- As “Eras” de Hobsbawm: não li nada do Hobsbawm. Para falar a verdade, só para não dizer que não li nada, li dois trechos curtos de capítulos, sobre Revolução Mexicana e sobre a Revolução Russa de 1905. Foi o suficiente para decidir não ler mais nada. Mil desculpas aos amantes da História e do Hobsbawm, mas cheguei à conclusão de que não tinha tempo para gastar com capítulos longos e, muitas vezes, com informações desnecessárias (ou até mesmo sem as informações que, para o concurso, realmente importam, haja vista a parte de Revolução Mexicana, que não fala nada com nada). Aí alguém diz “mas havia um item em 2011 que era praticamente cópia do Hobsbawm”, e respondo: 1) acho pouco provvel que alguém consiga decorar detalhes como os que foram pedidos; 2) a questão foi tão mal feita que, apesar de ser quase a cópia do livro, copiou errado, e o gabarito ficou errado (ou seja, se a prova fosse de consulta, é provável que eu errasse a questão – pode ser que eu seja muito burro para entender o Hobsbawm também, mas não consegui entender de onde a banca tirou o gabarito louco a questão). Se você fizer muita questão de ler o Hobsbawm, mas muita questão mesmo, sugiro que leia apenas a Era dos Extremos. Se, ainda assim, você quiser ler e fichar todos os quatro livros, saiba que estará perdendo tempo. Todas as “Eras” est~o disponíveis para download no “REL UnB”. Reproduzo, a seguir, uma indicação de leituras que achei na internet, para aqueles que querem ler o Hobsbawm de qualquer maneira. Não sei se a seleção de capítulos é boa, se é muita leitura (provavelmente, sim) etc. De qualquer forma, aí vão os capítulos recomendados no blog “Estudos Diplomticos”:
- Era das Revoluções: cap. 1 a 3, 6, 7, 16;
- Era do Capital: cap. 1, 5, 6, 9, 12 a 16;
- Era dos Impérios: cap. 3 a 6, 9 a 13;
- Era dos extremos: cap. 1 a 8, 11 a 13 e toda a parte III.
- O Longo Século XX (Giovani Arrighi): Só li na universidade, não para o concurso. A recomendação é ler apenas os capítulos 1 e 4 (obviamente, ponderando, de acordo com o edital, o que é realmente importante nesses capítulos). Não acredito que seja indispensável.
- Ascensão e Queda das Grandes Potências (Kennedy): Só li na universidade, não para o concurso. A recomendação é ler apenas os capítulos 4 a 8. Não acredito que seja indispensável.
- Diplomacia (Kissinger): Só li algumas partes na universidade, não para o concurso. Um professor de História Contemporânea da UnB, ex-professor de cursinho preparatório para o IRBr, recomendou a um amigo a leitura dos capítulos 9, 10, 16, 19, 24 a 30. Não acredito que seja indispensável.
- “Wikipédia”: como tudo na vida, é necessário usar com consciência, mas pode ajudar bastante, especialmente para coisas pontuais. Ainda que, como todo mundo não se cansa de repetir, haja muitos erros (nisso ela não inovou: quantos milhares de erros também achamos nos livros da bibliografia?), acho que, desde que não seja sua única ou principal fonte de conhecimento, pode ajudar bastante em História Mundial.
Outras sugestões que recebi (mas não li nem as obras, nem comentários a respeito delas): História da América Latina (Donghi), História do Capitalismo de 1500 a Nossos Dias (Michel Beaud), Introdução à História Contemporânea (G. Barraclough), The Penguin History of the Twentieth Century: The History of the World, 1901 to the Present (J. M. Roberts), O Século XX (org. Daniel Aarão, 3 vol).
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2020.07.23 10:44 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt2

DIREITO
Não sou muito fã de livros de Introdução ao Estudo do Direito, mas, caso seja de interesse de alguém que nunca ouviu falar no assunto, antes de partir para os estudos específicos do Guia de Estudos, sugestões possíveis são Introdução ao Estudo do Direito (Paulo Dourado) e Lições Preliminares de Direito (Miguel Reale). De todo modo, acho desnecessário para o concurso. Você não precisa saber essas teorias iniciais, para passar ao que, de fato, cai nas provas.
- Manual do Candidato: Noções de Direito e Direito Internacional Público (Alberto do Amaral Junior) – não li. Não é indispensável e há leituras mais interessantes. De qualquer modo, não diria que é desprezível.
- Direito Internacional Público (Rezek): é, praticamente, a bíblia da prova de Direito. Além de ser o livro mais importante para a prova de Direito Internacional Público (DIP), é, entre os livros que citarei de DIP, o mais curto e com as letras maiores (depois de meses lendo letras miúdas, isso é uma bênção). Se você estiver lendo outro manual de DIP e encontrar alguma coisa que vá contra o que o Rezek disse, atenção: não desconsidere o Rezek. Os dois argumentos podem ser contrapostos, por exemplo, em uma questão de terceira fase (para a primeira fase, normalmente, evita-se esse tipo de questão que dá margem a confusões). Um professor de cursinho gostava de falar que “in dubio pro Rezek”. A única exceção é a consideração do indivíduo como sujeito de DIP (Rezek não o considera), que é praticamente consensual para a banca. Sobre isso, vide a referência a Cançado Trindade abaixo.
- Manual de Direito Internacional Público (Accioly): muitos adoram e falam muito bem, mas vejo alguns problemas. Em primeiro lugar, de ordem prática: o livro possui excessivas citações e referências históricas e de autores, o que é muito bom para quem deseja conhecer a fundo determinado assunto de DIP, buscar outras fontes etc., mas é (pelo menos eu acho assim) péssimo para alguém que está estudando com a cabeça voltada para a aprovação no concurso. Obviamente, o livro tem seus méritos, e há coisas nele que não há no Rezek, por exemplo, mas não o considero a melhor opção para os estudos para o concurso. Se tiver de escolher entre Rezek ou Accioly, eu sugeriria o Rezek. Se eu tivesse tempo para ler os dois, eu não leria o Accioly e o substituiria pelo Portela, indicado abaixo (sempre conferindo os conteúdos, obviamente, com o Guia de Estudos).
- Introdução ao Direito Internacional Público (Alberto do Amaral Júnior): não muito extenso, bom complemento ao Rezek. Em algumas partes, é até melhor que o Rezek. Pode valer a pena dar uma olhada, apesar de não ser indispensável.
- Direito Internacional Público e Privado (Paulo Henrique Gonçalves Portela): não conheço o livro, mas ele foi indicado por um professor de cursinho para o IRBr. O professor falou que o livro é excelente, mas ele estava esgotado na editora. Em 2011, lançaram nova edição, que já está disponível para a compra, mas não cheguei a ter acesso a ela. De todo modo, esse professor é ótimo e tem uma “filosofia pragmtica” muito próxima { minha, ent~o confio nas recomendações dele.
- International Law (Malcolm Shaw): não li, mas já recebi boas indicações a respeito. Está disponível para download no “REL UnB”.
- Direito Internacional Público (Nguyen Quoc, Patrick Dailler e Alain Pellet)
- Documento “Atos Internacionais – Prática Diplomática Brasileira – Manual de Procedimentos” (Alessandro Candeas): curtíssimo documento sobre a celebração de atos e de acordos internacionais no Brasil (disponível para download no “REL UnB”).
- Artigo “Efetividade do Órgão de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio: uma análise sobre os seus doze primeiros anos de existência e das propostas para seu aperfeiçoamento” (Marcelo Dias Varella): ótimo artigo. Responderia a uma quest~o da terceira fase de 2010 e a uma (ou quase uma) de 2011.
Quanto ao Direito Internacional Privado (DIPri), não estudei em nenhum livro. Como tive aula sobre isso no cursinho, fiquei apenas com minhas anotações de aula mesmo. Por não conhecer o livro do Portela, não sei dizer se é suficiente, mas a parte de DIPri que é preciso saber para a prova não é muita coisa: ler a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (antiga Lei de Introdução ao Código Civil) – artigos 7º ao 11; 15; 17 – e a RES STJ 09/05 – artigos 5º e 6º - já é um começo. Para completar, procure algum artigo curto que trabalhe bem esses temas na internet, não deve ser difícil de encontrar.
- O Direito Internacional em um Mundo em Transformação (Cançado Trindade): recebi boas indicações, mas não passei nem perto, por falta de tempo e por pragmatismo, já que tem mais de mil páginas.
- Coletânea de Direito Internacional (Valerio Mazzuoli): essa obra reúne dezenas dos tratados internacionais mais importantes. Muito útil e prático (bem melhor que ficar procurando tudo na internet), com índice de assuntos, índice temático e índice cronológico (o que facilita bastante os estudos). Usei bastante como livro de consulta (em diversos momentos, será importante saber alguns artigos e capítulos especiais de certos tratados, como discutido abaixo) e recomendo fortemente.
Especialmente, para a terceira fase, para complementar suas respostas, decorei os principais artigos, incisos, recursos extraordinários e leis de importantes documentos referentes ao Direito Internacional: Carta da ONU (art. 1º; art. 2, §4º; cap. VI; cap. VII; art. 33, 39, 41, 42, 51), Estatuto da CIJ (art. 38), 4 Convenções de Genebra (art. 3º comum), Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos (art. 1º), Convenção de Viena sobre Direito dos Tratados (artigos 27 e 46), Protocolo de Ouro Preto (art. 34), Constituição da República Federativa do Brasil (art. 4º; art. 5º §2º, 3º e 4º; art. 12; art. 21, incisos I e II; art. 49, inciso I; art. 84, incisos VII e VIII), RE 80.004/77; Lei 6.815/1980; Lei 9.474/1997; RE 466.343/SP. Pode parecer muito, mas, durante os estudos, você verá que não é. Acho que todos esses são importantíssimos e fundamentais para qualquer prova de Direito Internacional. Ao longo de seus estudos, complemente a lista com outros que você julgar importantes (todos os que usei em meus estudos e decorei para a prova estão aí).

>> DIREITO INTERNO

Não costuma cair frequentemente na primeira fase (cai em alguns anos, em outros não cai nada), por isso alguns não dão muita atenção ao Direito Interno. De qualquer forma, é item do Guia de Estudos e não pode ser deixado de lado. Na terceira fase, pode cair indiretamente, misturado a elementos de Direito Internacional (especialmente, Direito Constitucional Internacional).
- Sinopses Jurídicas nº 17 e 18 (editora Saraiva)
- Direito Constitucional Descomplicado (Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino): acredito ser ótima alternativa para o estudo de Direito Constitucional. Esqueça manuais de Direito Constitucional (como o gigantesco do Gilmar Mendes, por exemplo), eles são pouco práticos. Além disso, não precisa ler o livro todo, siga os itens pelo edital. Mesmo o livro do Alexandrino terá muitas coisas que não são tão importantes para o CACD. Conhecer as questões de Direito Interno que caíram nas provas anteriores é fundamental para saber ponderar o que é útil e o que não é.
- Direito Constitucional Esquematizado (Pedro Lenza): já me falaram que é melhor que o Direito Constitucional Descomplicado, mas só descobri isso depois, quando já havia comprado o Alexandrino. De qualquer forma, ambos são válidos (repito: confira os tópicos com o Guia de Estudos, senão vai estudar muita coisa à toa).
Quanto ao Direito Administrativo (DA), recomendaram-me o livro da Maria Sylvia Zanella Di Pietro, e estudei por ele, mas não sei se é o ideal. Já me recomendaram, também, os livros de DA de Carvalho Filho e de Celso Antônio Bandeira de Mello, mas não os conheço. Os tópicos de DA do edital são bem específicos (princípios constitucionais da administração pública, controle de legalidade dos atos da administração e responsabilidade civil do Estado), então acho que dá para estudar esses itens específicos ou por bons artigos jurídicos disponíveis na internet ou por qualquer manual de DA, selecionando esses tópicos essenciais. Procure algum manual de DA em bibliotecas e veja o que mais lhe agrada quanto a esses tópicos, que são curtos e fáceis (em uma ou duas páginas, você faz um resumo bom dessa matéria). Na internet, h vrios “resumões de Direito” que podem ajudar nos estudos, especialmente, em DA. Disponibilizei alguns a que tive acesso no “REL UnB”. Reitero a necessidade de conferir os itens com o Guia de Estudos. H muita coisa de DA que é desnecessria (no “Resum~o de DA” que disponibilizei no “REL UnB”, basta ler os itens 3, 6, 10, 12 e 15).
- “Constituição Federal de 1988”: não vai querer decorar a CF toda, porque não adianta nada. Se você souber todos os artigos e incisos dela indicados acima, acho que já conseguirá responder às questões de Direito Internacional que envolverem o tema. Para Direito Administrativo e para Direito Constitucional, acho que não precisa saber nenhum artigo da CF de cor, basta estudar a teoria mesmo (vale dizer que, nos concursos de 2010 e de 2011, não foi cobrado praticamente nada de Direito interno).
ECONOMIA
- Manual do Candidato: Economia (Carlos Paiva e André Cunha): achei não prático e não objetivo em muitas partes e acho que, para alguém não iniciado em Economia, será grande perda de tempo. Por outro lado, é tão incompleto em outras partes que, para alguém já iniciado em Economia, também será perda de tempo. Em resumo: não recomendo a ninguém, com uma ressalva: não li a parte de História Econômica do Brasil no manual, então não posso dizer nada a respeito. Já vi professores recomendarem o capítulo 8, mas não li.

>> MICROECONOMIA, MACROECONOMIA E ECONOMIA INTERNACIONAL

Os três manuais básicos de Economia são:
- Introdução à Economia: Princípios de Micro e Macroeconomia (Mankiw): a recomendação dada por um professor, em uma sugestão que li na internet, é que, na 3ª edição, os capítulos recomendados são: 3 a 9, 14, 15, 18, 21, 23, 24, 29, 31, 33 a 35.
- Economia (Samuelson e Nordhaus)
- Manual de Economia – equipe de professores da USP (org. Pinho e Vasconcelos)
O Mankiw é o mais tradicional e o que conheço melhor. Já ouvi alguns dizerem que preferem o manual do Samuelson ao do Mankiw, mas não o conheço. Se você tiver acesso às duas obras (são figurinhas carimbadas em bibliotecas universitárias) e não estiver satisfeito com uma, tente a outra. De qualquer forma, o Mankiw deve atender bem a suas necessidades. Com relação ao manual dos professores da USP, alguns (principalmente os menos familiarizados com Economia) costumam reclamar quanto a algumas partes em que se aprofunda demais em certos temas que podem parecer incompreensíveis para alguns. Não usei nenhum dos três manuais em minha preparação, pois não estudei essa parte da Economia, que já sabia à exaustão, mas os três são válidos. Escolha o que mais lhe agradar e, caso tenha problemas com algum tema específico, procure em outro. Tenho as versões em “pdf” de todos e disponibilizei-as para download no “REL UnB” (as versões digitalizadas do Mankiw e do Samuelson são em inglês). Não custa repetir: não leia os manuais integralmente! Acompanhe a matéria com o programa discriminado no Guia de Estudos, ou você perderá precioso tempo.
Para quem é de Brasília, sugiro as apostilas de Introdução à Economia da UnB (para adquiri-las, entre em contato pelo site http://www.unb.bface/eco/inteco/). As apostilas não contemplam toda a matéria exigida no concurso, mas podem servir de base para aqueles que estão iniciando seus estudos. Sugiro buscaaprofundar, no mínimo, os seguintes temas além da apostila: teoria da firma e tipos de mercado, teoria do consumidor, contabilidade nacional, multiplicador monetário (não confundir com o bancário), meios de pagamento, oferta e demanda agregadas e Economia Internacional (veja as indicações de Krugman e Obstfeld/Dornbusch e Helmers abaixo). A parte de economia brasileira das apostilas é de caráter bem introdutório e superficial, o que torna indispensável a leitura de toda a matéria em outras fontes (ver indicações abaixo). Além disso, a prova de terceira fase de 2011 provou que é indispensável saber correlacionar os conceitos econômicos aprendidos na matéria com as circunstâncias econômicas globais contemporâneas. Por esse motivo, vale dizer que é muito importante ficar atento aos noticiários econômicos.
- Economia Sem Mistérios (Matthew Bishop): segundo recomendações, bom livro para conceitos de Economia.
- Microeconomia: Princípios Básicos (Hal R. Varian): esse livro não é indicado para quem não possui conhecimentos de Economia Quantitativa. Há, obviamente, muita coisa desnecessária ao concurso (no concurso de 2011, por exemplo, não serviu para absolutamente nada). Passei o olho no livro de maneira rápida, selecionando as partes que se encaixam no conteúdo pedido no CACD (no fim das contas, não é muita coisa). De modo geral, não recomendo estudar por ele (não é todo mundo que está familiarizado com a linguagem matemática de Economia). Fica a sugestão apenas para aqueles que estiverem mais confortáveis com os números (com a observação de, como eu disse, selecionar apenas as poucas partes do livro que são relevantes para o concurso – ter uma noção do que já foi cobrado nos anos anteriores é fundamental para isso).
- Contabilidade Social: a Nova Referência das Contas Nacionais do Brasil (Carmen Feijó): segundo o Guia de Estudos antigo, os capítulos recomendados são: 3 e 5.
- “Estrutura do Sistema de Contas Nacionais” (IBGE) e “Notas Metodológicas do Balanço de Pagamentos” (Banco Central do Brasil): texto curtos e técnicos, mas bastante importantes (os dois textos est~o disponíveis para download no “REL UnB”).
Estudei Contabilidade Nacional apenas por uma folha de fórmulas que xeroquei de um amigo que fez Economia em um cursinho preparatório. De todo modo, se você fizer as provas anteriores (da primeira e da terceira fases), verá quais são as identidades contábeis comumente cobradas no concurso. No “REL UnB”, disponibilizei algumas tabelas de fórmulas de Contabilidade Nacional que encontrei na internet.
Para os itens “teorias clássicas do comércio, vantagens absolutas e comparativas e pensamento neoclssico” e “comércio internacional, efeitos de tarifas, quotas e outros instrumentos de política governamental”, recomendo Economia Internacional: teoria e política (Krugman e Obstfeld), capítulos 1 a 4, 8, 9. Nos capítulos 2 a 4, não dê muita atenção às partes com fórmulas/gráficos, que, para quem não é muito familiarizado com Economia e com Matemática, podem parecer incompreensíveis. O importante, aqui, é entender apenas quais são os principais fundamentos das teorias clássica e neoclássica (esta última entendida como o modelo Heckscher-Ohlin) de comércio internacional. Agora vem a dica de ouro: para os capítulos 2, 3 e 4, leia apenas o a parte “Resumo”, ao final dos capítulos, que contém todas as informações teóricas necessárias para o entendimento das teorias em questão [com a única exceção de, no capítulo 2, ler as duas primeiras páginas (até o final do item “O conceito de vantagem comparativa”) e as duas últimas (do item “Evidências empíricas do modelo ricardiano” até o final)]. Quanto ao capítulo 8, aí, sim, é necessário entender os gráficos e os cálculos empregados (que não são nem um pouco difíceis), pois já foram objeto de questões do CACD em anos anteriores (como na primeira fase de 2009). Os capítulos 1 e 9 são predominantemente descritivos, de leitura fácil e rápida. Em resumo:
· Capítulo 1: ler integralmente;
· Capítulo 2: ler apenas as duas primeiras páginas, as duas últimas e o resumo;
· Capítulos 3 e 4: ler apenas os resumos;
· Capítulos 8 e 9: ler integralmente.
Por fim, algumas partes de Economia Internacional também podem ser encontradas no livro Economia Aberta: Instrumentos de Política Econômica nos Países em Vias de Desenvolvimento (Dornbusch e Helmers). O livro não é próprio para iniciantes (requer conhecimentos sólidos de Introdução à Economia), mas, para os já iniciados, recomendo fortemente. A obra trata desde conceitos iniciais (taxa de câmbio, balanço de pagamentos e política comercial) até história econômica (evolução do sistema financeiro internacional, abertura comercial nos países latino- americanos). Li apenas na graduação, não para o concurso. De todo modo, se tiver tempo, acho que pode ser uma leitura interessante (pelo que me lembro, gostei bastante quando li).
ECONOMIA BRASILEIRA
A seguir, uma série de recomendações de livros de Economia Brasileira15
15 Se sua memória não está muito fresca quanto à história brasileira a partir de meados do século XIX, sugiro começar a estudar a parte de Formação Econômica do Brasil após haver estudado (ou, ao menos, após uma passada mais geral nos temas de) História do Brasil. Acho mais fácil entender, primeiramente, a história, para, depois, entender a história econômica. Além disso, são necessários, pelo menos, conhecimentos básicos de Economia, para estudar Economia Brasileira. Acho importante, se você não teve nenhum contato com Economia ainda, começar com a parte de Economia (Microeconomia, Macroeconomia e Economia Internacional), para, depois, preocupar-se com Economia Brasileira. Enfim, mera sugestão.
- Formação Econômica do Brasil (Celso Furtado): também recomendado para as disciplinas de História do Brasil e de Português (embora com enfoques diferentes). Não li nada para o concurso, e acho que não perdi nada em termos práticos.
- Economia Brasileira Contemporânea (Giambiagi), Economia Brasileira Contemporânea (Gremaud) e Formação Econômica do Brasil (Gremaud): todos foram recomendados, mas não li nenhum para o concurso. Como já disse anteriormente, fiz a parte de Economia Brasileira da prova apenas com minhas anotações de aula da disciplina homônima que cursei na UnB.
- A Ordem do Progresso: Cem Anos de Política Econômica Republicana, 1889-1989 (Marcelo de Paiva Abreu): muitos acham o livro de difícil leitura. Não cheguei a lê-lo para o concurso (havia lido apenas na graduação, já não me lembro muito bem do que achei). Acho que até mesmo o resumo disponível no “REL UnB” pode ser complicado. De verdade, em termos práticos, não sei se vale muito a pena.
- A Economia Brasileira (Baer): também uma opção, embora não indispensável.
- Formação Econômica do Brasil: a Experiência da Industrialização (Versiani e Mendonça de Barros): ler “A Industrializaç~o Brasileira Antes de 1930: Uma Contribuiç~o”.
- Pensamento Econômico Brasileiro (Ricardo Bielschowsky): segundo a bibliografia indicada no Guia de Estudos antigo, os capítulos recomendados são: 2, 9, 10 e 11. Não tenho o livro e não li todos esses capítulos, apenas reproduzo a sugestão (na verdade, só li uma parte do capítulo 3).
Sobre o pensamento econômico de Celso Furtado, incluído no Guia de Estudos de 2011, há, por exemplo, o artigo “Celso Furtado e o pensamento social brasileiro”, de Bernardo Ricupero (disponível para download no “REL UnB”) e o livro de Ricardo Bielschowsky (eu li apenas o “Cap.
III.4 – O Pensamento Desenvolvimentista - O Setor Público: Desenvolvimento Nacionalista”; disponibilizei meu fichamento no “REL UnB”).
- Notas de Aula – UVB: encontrei, na internet, as notas de aula de uma faculdade virtual (UVB) das disciplinas Formação Econômica do Brasil (1500-1930), Economia Brasileira (a partir de 1930) e Comércio Internacional. Compilei as notas e disponibilizei para download no “REL UnB”. Apesar de as notas serem, às vezes, um pouco superficiais, acredito que são boa introdução geral aos temas de Economia Brasileira (ou, ainda, boa revisão geral, depois de já ter estudado). Obviamente, é necessário ponderar, de acordo com o edital, o que é útil e o que não é. As notas de Formação Econômica do Brasil, por exemplo, são muito grandes, mas, conferindo no edital, você verá que só cai História Econômica Brasileira a partir do século XIX (nas notas de Formação Econômica Brasileira, destaco os capítulos 11, 12, 13 e 15). O mesmo vale para o arquivo de notas de Comércio Internacional (ler apenas capítulos 2 a 7). Para Economia Brasileira, sugiro os capítulos de 1 a 10.
Para quem desejar treinar um pouco com exercícios de Economia Brasileira, sugiro, além das provas anteriores do CACD (obviamente), as provas da ANPEC (Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia). Não tente fazer as provas das outras disciplinas, achando que estará estudando para o concurso, porque as matérias cobradas no exame da ANPEC de Microeconomia e de Macroeconomia, por exemplo, são muito mais avançadas e requerem cálculos muito mais elaborados que o CACD exige. Faça uso, portanto, apenas das provas de Economia Brasileira (são muitas: há, no site da ANPEC, as provas desde 1990). Fazer todas as provas de 1990 até hoje tomará, com certeza, bom tempo de sua preparação. Não fiz nenhuma por falta de tempo mesmo, mas talvez valha mais a pena selecionar duas ou três provas de Economia Brasileira e tentar fazer, como sondagem de suas maiores dificuldades. As provas anteriores podem ser encontradas no site da ANPEC, http://www.anpec.org.bexame.htm (menu à direita).
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2020.07.23 10:31 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 8 a 1ra fase do CACD

A prova da primeira fase é inteiramente objetiva, com questões de Certo ou Errado que valem 0,25 pontos cada (com fator de correção, ou seja: uma marcação errada anula uma marcação certa) e com questões de múltipla escolha que valem 1 ponto cada (com penalização de -0,2 pontos por marcação que divirja do gabarito oficial). Se deixar alguma questão em branco, não há penalização.
Em 2011, após dois concursos com 80 questões, a primeira fase voltou a ter 65 questões, divididas em duas etapas: a primeira pela manhã, com duração de 2h30 (com questões de Português, de Política Internacional e de Geografia), e a segunda pela tarde, com duração de 3h30 (com questões de Inglês, de História do Brasil, de História Mundial, de Direito e de Economia). A ordem das matérias nas provas não é pré-determinada (não há previsão, no edital do concurso, de quais provas serão de manhã e de quais serão de tarde, e essa ordem varia de um ano para o outro). Uma inovação do CACD 2011 em relação aos últimos concursos realizados foi a informação, no edital, do número de questões de cada matéria na primeira fase (13 questões de Português, 12 questões de Inglês, 11 questões de Política Internacional, 10 questões de História Mundial, 5 questões de Direito, 5 questões de Economia, 5 questões de História do Brasil e 4 questões de Geografia). Esse número pode ser um indicativo das matérias mais importantes para a primeira fase. Com relação a isso, vale observar algumas coisas:
- Português tem o maior peso na primeira fase, com cobrança tanto de Gramática quanto de interpretação de textos e de Literatura.
- Inglês e Português são consideradas por alguns as matérias mais importantes da primeira fase, tanto por seu elevado peso (quase 40% da prova) quanto por sua cobrança mais rígida (vide provas anteriores).
- A prova de Política Internacional da primeira fase é bastante diferente da prova da terceira fase. Na primeira, há foco tanto na abordagem histórica da política internacional, conforme previsto em edital, quanto em acontecimentos contemporâneos, além de eventuais questões sobre Teoria das Relações Internacionais. Na terceira fase, o cerne das questões muda, cobrando-se, majoritariamente, temáticas mais atuais, com ênfase na política externa brasileira.
- História Mundial tem peso grande na primeira fase, mas não é cobrada nas fases subsequentes do concurso (tudo bem que pode até ser importante entender de História Mundial para estudar Política Internacional, por exemplo, mas é fato que não há mais provas discursivas de História Mundial, como já houve no passado).
O mais importante de fazer provas anteriores da primeira fase o CACD é que você passa a perceber diversas coisas. No meu caso, o que eu percebi foi que:
1) Quando eu chutava questões que não sabia, sempre saía com saldo positivo no final (ainda que errasse algumas coisas do que chutava, acertava muitas questões no chute também). Logo, a decisão que tomei foi: chutar sempre que não souber. Assim, não deixei nenhum item em branco nas questões da primeira fase. Para mim, esse negócio de “só marcar o que sabe” pode ser completamente inútil e prejudicial. J vi muita gente deixando algo como 10 questões inteiras (de quatro itens cada) em branco, o que acho um absurdo. É difícil que a pessoa tenha, de fato, acertado todas as questões que marcou.
📷Assim, as chances de aprovação são mínimas. Acho que a decisão de chutar ou de deixar em branco é extremamente pessoal, e cada um deve perceber o que vale mais a pena à medida que fizer as provas anteriores. Sugiro que faça uma experiência, fazendo duas provas antigas de teste: em uma, você chuta; em outra, você só marca o que sabe. No fim das contas, veja em qual se saiu melhor, analise a nota mínima para aprovação e tire suas próprias conclusões. De todo modo, se você optar por não chutar, recomendo que não entregue a prova com menos de 90% das questões marcadas (em 65 questões, isso corresponde a 58,5). Eu sei que pode ser um número um pouco alto para quem pensava em não chutar, mas pense bem: mesmo quando marcamos com certeza absoluta, acabamos errando alguma coisa. Suponhamos que você erre 10% do total de questões e que a penalização seja de outros 10%. Assim, sua nota final será de 70%, um número bem próximo à média necessária para a aprovação nos últimos concursos. Se você marcar só 80% das questões (52 de 65) e errar os mesmos 10%, ficará com a média final de 60%, insuficiente para a aprovação em qualquer um dos concursos dos últimos anos.
1) Às vezes, a questão não está certa, mas você percebe que o Cespe quer que ela seja certa, apenas por experiência com provas anteriores. É meio difícil explicar isso, mas, depois de muito treino, você percebe que há algumas tendências de prova que se repetem, por isso acho fundamental fazer as provas anteriores quantas vezes puder (fiz duas vezes cada prova de 2003 para cá; até tenho as provas mais antigas, mas acho que as provas de antes de 2003 não valem a pena, pois eram extremamente diferentes).
2) Outras vezes, em questões de múltipla escolha, pode haver mais de uma alternativa possível (ou nenhuma alternativa plenamente correta). Nesse caso, é necessário fazer um juízo instantâneo do que é mais provável que o Cespe considere correto (ou da alternativa que é “menos errada”). Não deixe de marcar uma questão na esperança de que o Cespe irá anulá-la, pois, muitas vezes, isso não acontece. Minha estratégia era: marcar a menos errada (no caso de todas estarem, aparentemente, incorretas) ou a mais simples (no caso de mais de uma parecer correta). Mais uma vez, é apenas um relato do que fiz, cada um deve encontrar sua melhor estratégia nesse sentido, n~o h “receita de bolo”. A única coisa que não pode é não ter estratégia nenhuma e deixar em branco (deixar questão de múltipla escolha em branco não é, em minha opinião, vantajoso, pois a possível perda de 0,2 pontos, em caso de erro, não compensa o possível ganho de 1 ponto para o acerto).
Sobre conteúdo, alguns tópicos que tenho a comentar sobre a primeira fase são:
- Português – os conteúdos mais cobrados são gramática e interpretação de texto (Literatura cai muito raramente, não acho necessário perder muito tempo com isso). Na parte de gramática, atenção para alguns itens mais frequentes, como: uso de sinais de pontuação, orações subordinadas, funç~o das partículas “que” e “se” etc.
- História do Brasil - temas recorrentes e importantes são : formação territorial (delimintação das fronteiras nacionais na Colônia, no Império e na República Velha), revoltas coloniais, período joanino, Independência e sistema de tratados desiguais, revoltas regenciais, Era Vargas, período militar. Há bastante cobrança de conhecimento factual e cronológico.
- Inglês – a gramática cobrada está, na maioria das vezes, disfarçada de interpretação de texto. Não acho que haja um método eficaz de estudar para a prova que não seja o conhecimento da língua, a leitura de textos em Inglês etc. Fiz um curso preparatório de Inglês, mas visando à terceira fase, e não acho que tenha me ajudado em nada para a primeira. Não li textos, não li notícias, não estudei gramática, não fiz nada para a prova de Inglês, só fui lá e fiz. Se você tem dificuldades com o idioma, não perca tempo, pois o peso dessa matéria na quantidade total de questões da primeira fase é bastante elevado.
- História Mundial – a prova de 2011 teve algumas questões bastante loucas, e minha “técnica” de chutes foi a salvação. Acertei questões inteiras no chute (até parece que eu sabia alguma coisa de historiografia alemã), então minha dica é: não se desespere com esses conteúdos absurdos que caem vez ou outra. Por mais que você estude, é bem provável que caiam coisas absurdas na prova da primeira fase, quando você fizer o concurso. Ao invés de perder tempo, estudando esses conteúdos absurdos, acho que é mais fácil chegar à prova seguro dos conteúdos básicos, ir bem nas questões que não são absurdas e, eventualmente, chutar ou deixar em branco as questões loucas. Como já disse, em meu caso, chutei todas as absurdas e tive saldo positivo no final. Isso fica a critério de cada um.
- Política Internacional, Geografia, Economia, Direito – essas provas variam tanto de um ano para o outro que não sei nem o que comentar. O melhor é, mesmo, fazer as provas antigas, para ver como são na prática
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2020.07.23 10:09 diplohora Mes estudos para o CACD - Bruno Pereira Rezende

Livro do diplomata Bruno Pereira Rezende
INTRODUÇÃO
📷📷Desde quando comecei os estudos para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), li dezenas de recomendações de leituras, de guias de estudos extraoficiais, de dicas sobre o concurso, sobre cursinhos preparatórios etc. Sem dúvida, ter acesso a tantas informações úteis, vindas de diversas fontes, foi fundamental para que eu pudesse fazer algumas escolhas certas em minha preparação, depois de algumas vacilações iniciais. Mesmo assim, além de a maioria das informações ter sido conseguida de maneira dispersa, muitos foram os erros que acho que eu poderia haver evitado. Por isso, achei que poderia ser útil reunir essas informações que coletei, adicionando um pouco de minha experiência com os estudos preparatórios para o CACD neste documento.
Além disso, muitas pessoas, entre conhecidos e desconhecidos, já vieram me pedir sugestões de leituras, de métodos de estudo, de cursinhos preparatórios etc., e percebi que, ainda que sempre houvesse alguma diferenciação entre as respostas, eu acabava repetindo muitas coisas. É justamente isso o que me motivou a escrever este documento – que, por não ser (nem pretender ser) um guia, um manual ou qualquer coisa do tipo, não sei bem como chamá-lo, então fica como “documento” mesmo, um relato de minhas experiências de estudos para o CACD. Espero que possa ajudar os interessados a encontrar, ao menos, uma luz inicial para que não fiquem tão perdidos nos estudos e na preparação para o concurso.
Não custa lembrar que este documento representa, obviamente, apenas a opinião pessoal do autor, sem qualquer vínculo com o Ministério das Relações Exteriores, com o Instituto Rio Branco ou com o governo brasileiro. Como já disse, também não pretendo que seja uma espécie de guia infalível para passar no concurso. Além disso, o concurso tem sofrido modificações frequentes nos últimos anos, então pode ser que algumas coisas do que você lerá a seguir fiquem ultrapassadas daqui a um ou dois concursos. De todo modo, algumas coisas são básicas e podem ser aplicadas a qualquer situação de prova que vier a aparecer no CACD, e é necessário ter o discernimento necessário para aplicar algumas coisas do que falarei aqui a determinados contextos. Caso você tenha dúvidas, sugestões ou críticas, fique à vontade e envie-as para [[email protected] ](mailto:[email protected])(se, por acaso, você tiver outro email meu, prefiro que envie para este, pois, assim, recebo tudo mais organizado em meu Gmail). Se tiver comentários ou correções acerca deste material, peço, por favor, que também envie para esse email, para que eu possa incluir tais sugestões em futura revisão do documento.
Além desta breve introdução e de uma também brevíssima conclusão, este documento tem quatro partes. Na primeira, trato, rapidamente, da carreira de Diplomata: o que faz, quanto ganha, como vai para o exterior etc. É mais uma descrição bem ampla e rápida, apenas para situar quem, porventura, estiver um pouco mais perdido. Se não estiver interessado, pode pular para as partes seguintes, se qualquer prejuízo para seu bom entendimento. Na segunda parte, trato do concurso: como funciona, quais são os pré-requisitos para ser diplomata, quais são as fases do concurso etc. Mais uma vez, se não interessar, pule direto para a parte seguinte. Na parte três, falo sobre a preparação para o concurso (antes e durante), com indicações de cursinhos, de professores particulares etc. Por fim, na quarta parte, enumero algumas sugestões de leituras (tanto próprias quanto coletadas de diversas fontes), com as devidas considerações pessoais sobre cada uma. Antes de tudo, antecipo que não pretendo exaurir toda a bibliografia necessária para a aprovação, afinal, a cada ano, o concurso cobra alguns temas específicos. O que fiz foi uma lista de obras que auxiliaram em minha preparação (e, além disso, também enumerei muitas sugestões que recebi, mas não tive tempo ou vontade de ler – o que também significa que, por mais interessante que seja, você não terá tempo de ler tudo o que lhe recomendam por aí, o que torna necessário é necessário fazer algumas escolhas; minha intenção é auxiliá-lo nesse sentido, na medida do possível).
Este documento é de uso público e livre, com reprodução parcial ou integral autorizada, desde que citada a fonte. Sem mais, passemos ao que interessa.
Parte I – A Carreira de Diplomata
INTRODUÇÃO
Em primeiro lugar, rápida apresentação sobre mim. Meu nome é Bruno Rezende, tenho 22 anos e fui aprovado no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) de 2011. Sou graduado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (turma LXII, 2007-20110), e não tinha certeza de que queria diplomacia até o meio da universidade. Não sei dizer o que me fez escolher a diplomacia, não era um sonho de infância ou coisa do tipo, e não tenho familiares na carreira. Acho que me interessei por um conjunto de aspectos da carreira. Comecei a preparar-me para o CACD em meados de 2010, assunto tratado na Parte III, sobre a preparação para o concurso.
Para maiores informações sobre o Ministério das Relações Exteriores (MRE), sobre o Instituto Rio Branco (IRBr), sobre a vida de diplomata etc., você pode acessar os endereços:
- Página do MRE: http://www.itamaraty.gov.b
- Página do IRBr: http://www.institutoriobranco.mre.gov.bpt-b
- Canal do MRE no YouTube: http://www.youtube.com/mrebrasil/
- Blog “Jovens Diplomatas”: http://jovensdiplomatas.wordpress.com/
- Comunidade “Coisas da Diplomacia” no Orkut (como o Orkut está ultrapassado, procurei reunir todas as informações úteis sobre o concurso que encontrei por lá neste documento, para que vocês não tenham de entrar lá, para procurar essas informações):
http://www.orkut.com.bMain#Community?cmm=40073
- Comunidade “Instituto Rio Branco” no Facebook: http://www.facebook.com/groups/institutoriobranco/
Com certeza, há vários outros blogs (tanto sobre a carreira quanto sobre a vida de diplomata), mas não conheço muitos. Se tiver sugestões, favor enviá-las para [[email protected].](mailto:[email protected])
Além disso, na obra O Instituto Rio Branco e a Diplomacia Brasileira: um estudo de carreira e socialização (Ed. FGV, 2007), a autora Cristina Patriota de Moura relata aspectos importantes da vida diplomática daqueles que ingressam na carreira. Há muitas informações desatualizadas (principalmente com relação ao concurso), mas há algumas coisas interessantes sobre a carreira, e o livro é bem curto.
A DIPLOMACIA E O TRABALHO DO DIPLOMATA
Com a intensificação das relações internacionais contemporâneas e com as mudanças em curso no contexto internacional, a demanda de aprimoramento da cooperação entre povos e países tem conferido destaque à atuação da diplomacia. Como o senso comum pode indicar corretamente, o
diplomata é o funcionário público que lida com o auxílio à Presidência da República na formulação da política externa brasileira, com a condução das relações da República Federativa do Brasil com os demais países, com a representação brasileira nos fóruns e nas organizações internacionais de que o país faz parte e com o apoio aos cidadãos brasileiros residentes ou em trânsito no exterior. Isso todo mundo que quer fazer o concurso já sabe (assim espero).
Acho que existem certos mitos acerca da profissão de diplomata. Muitos acham que não irão mais pagar multa de trânsito, que não poderão ser presos, que nunca mais pegarão fila em aeroporto etc. Em primeiro lugar, não custa lembrar que as imunidades a que se referem as Convenções de Viena sobre Relações Diplomáticas e sobre Relações Consulares só se aplicam aos diplomatas no exterior (e nos países em que estão acreditados). No Brasil, os diplomatas são cidadãos como quaisquer outros. Além disso, imunidade não é sinônimo de impunidade, então não ache que as imunidades são as maiores vantagens da vida de um diplomata. O propósito das imunidades é apenas o de tornar possível o trabalho do diplomata no exterior, sem empecilhos mínimos que poderiam obstar o bom exercício da profissão. Isso não impede que diplomatas sejam revistados em aeroportos, precisem de vistos, possam ser julgados, no Brasil, por crimes cometidos no exterior etc.
Muitos também pensam que irão rodar o mundo em primeira classe, hospedar-se em palácios suntuosos, passear de iate de luxo no Mediterrâneo e comer caviar na cerimônia de casamento do príncipe do Reino Unido. Outros ainda acham que ficarão ricos, investirão todo o dinheiro que ganharem na Bovespa e, com três anos de carreira, já estarão próximos do segundo milhão. Se você quer ter tudo isso, você está no concurso errado, você precisa de um concurso não para diplomata, mas para marajá. Obviamente, não tenho experiência suficiente na carreira para dizer qualquer coisa, digo apenas o que já li e ouvi de diversos comentários por aí. É fato que há carreiras públicas com salários mais altos. Logo, se você tiver o sonho de ficar rico com o salário de servidor público, elas podem vir a ser mais úteis nesse sentido. Há não muito tempo, em 2006, a remuneração inicial do Terceiro-Secretário (cargo inicial da carreira de diplomata), no Brasil, era de R$ 4.615,53. Considerando que o custo de vida em Brasília é bastante alto, não dava para viver de maneira tão abastada, como alguns parecem pretender. É necessário, entretanto, notar que houve uma evolução significativa no aspecto salarial, nos últimos cinco anos (veja a seç~o seguinte, “Carreira e Salrios). De todo modo, já vi vários diplomatas com muitos anos de carreira dizerem: “se quiser ficar rico, procure outra profissão”. O salário atual ajuda, mas não deve ser sua única motivação.
H um texto ótimo disponível na internet: “O que é ser diplomata”, de César Bonamigo, que reproduzo a seguir.
O Curso Rio Branco, que frequentei em sua primeira edição, em 1998, pediu-me para escrever sobre o que é ser diplomata. Tarefa difícil, pois a mesma pergunta feita a diferentes diplomatas resultaria, seguramente, em respostas diferentes, umas mais glamourosas, outras menos, umas ressaltando as vantagens, outras as desvantagens, e não seria diferente se a pergunta tratasse de outra carreira qualquer. Em vez de falar de minhas impressões pessoais, portanto, tentarei, na medida do possível, reunir observações tidas como “senso comum” entre diplomatas da minha geraç~o.
Considero muito importante que o candidato ao Instituto Rio Branco se informe sobre a realidade da carreira diplomática, suas vantagens e desvantagens, e que dose suas expectativas de acordo. Uma expectativa bem dosada não gera desencanto nem frustração. A carreira oferece um pacote de coisas boas (como a oportunidade de conhecer o mundo, de atuar na área política e econômica, de conhecer gente interessante etc.) e outras não tão boas (uma certa dose de burocracia, de hierarquia e dificuldades no equacionamento da vida familiar). Cabe ao candidato inferir se esse pacote poderá ou não fazê-lo feliz.
O PAPEL DO DIPLOMATA
Para se compreender o papel do diplomata, vale recordar, inicialmente, que as grandes diretrizes da política externa são dadas pelo Presidente da República, eleito diretamente pelo voto popular, e pelo Ministro das Relações Exteriores, por ele designado. Os diplomatas são agentes políticos do Governo, encarregados da implementação dessa política externa. São também servidores públicos, cuja função, como diz o nome, é servir, tendo em conta sua especialização nos temas e funções diplomáticos.
Como se sabe, é função da diplomacia representar o Brasil perante a comunidade internacional. Por um lado, nenhum diplomata foi eleito pelo povo para falar em nome do Brasil. É importante ter em mente, portanto, que a legitimidade de sua ação deriva da legitimidade do Presidente da República, cujas orientações ele deve seguir. Por outro lado, os governos se passam e o corpo diplomático permanece, constituindo elemento importante de continuidade da política externa brasileira. É tarefa essencial do diplomata buscar identificar o “interesse nacional”. Em negociações internacionais, a diplomacia frequentemente precisa arbitrar entre interesses de diferentes setores da sociedade, não raro divergentes, e ponderar entre objetivos econômicos, políticos e estratégicos, com vistas a identificar os interesses maiores do Estado brasileiro.
Se, no plano externo, o Ministério das Relações Exteriores é a face do Brasil perante a comunidade de Estados e Organizações Internacionais, no plano interno, ele se relaciona com a Presidência da República, os demais Ministérios e órgãos da administração federal, o Congresso, o Poder Judiciário, os Estados e Municípios da Federação e, naturalmente, com a sociedade civil, por meio de Organizações Não Governamentais (ONGs), da Academia e de associações patronais e trabalhistas, sempre tendo em vista a identificação do interesse nacional.
O TRABALHO DO DIPLOMATA
Tradicionalmente, as funções da diplomacia são representar (o Estado brasileiro perante a comunidade internacional), negociar (defender os interesses brasileiros junto a essa comunidade) e informar (a Secretaria de Estado, em Brasília, sobre os temas de interesse brasileiro no mundo). São também funções da diplomacia brasileira a defesa dos interesses dos cidadãos brasileiros no exterior, o que é feito por meio da rede consular, e a promoção de interesses do País no exterior, tais como interesses econômico-comerciais, culturais, científicos e tecnológicos, entre outros.
No exercício dessas diferentes funções, o trabalho do diplomata poderá ser, igualmente, muito variado. Para começar, cerca de metade dos mil1 diplomatas que integram o Serviço Exterior atua no Brasil, e a outra metade nos Postos no exterior (Embaixadas, Missões, Consulados e Vice-Consulados). Em Brasília, o diplomata desempenha funções nas áreas política, econômica e administrativa, podendo cuidar de temas tão diversos quanto comércio internacional, integração regional (Mercosul), política bilateral (relacionamento do Brasil com outros países e blocos), direitos humanos, meio ambiente ou administração física e financeira do Ministério. Poderá atuar, ainda, no Cerimonial (organização dos encontros entre autoridades brasileiras e estrangeiras, no Brasil e no exterior) ou no relacionamento do Ministério com a sociedade (imprensa, Congresso, Estados e municípios, Academia, etc.).
No exterior, também, o trabalho dependerá do Posto em questão. As Embaixadas são representações do Estado brasileiro junto aos outros Estados, situadas sempre nas capitais, e desempenham as funções tradicionais da diplomacia (representar, negociar, informar), além de promoverem o Brasil junto a esses Estados. Os Consulados, Vice-Consulados e setores consulares de Embaixadas podem situar-se na capital do país ou em outra cidade onde haja uma comunidade brasileira expressiva. O trabalho nesses Postos é orientado à defesa dos interesses dos cidadãos brasileiros no exterior. Nos Postos multilaterais (ONU, OMC, FAO, UNESCO, UNICEF, OEA etc.), que podem ter natureza política, econômica ou estratégica, o trabalho envolve, normalmente, a representação e a negociação dos interesses nacionais.
O INGRESSO NA CARREIRA
A carreira diplomática se inicia, necessariamente, com a aprovação no concurso do Instituto Rio Branco (Informações sobre o concurso podem ser obtidas no site http://www2.mre.gov.birbindex.htm). Para isso, só conta a competência – e, talvez, a sorte – do candidato. Indicações políticas não ajudam.
AS REMOÇÕES
Após os dois anos de formação no IRBr , o diplomata trabalhará em Brasília por pelo menos um ano. Depois, iniciam-se ciclos de mudança para o exterior e retornos a Brasília. Normalmente, o diplomata vai para o exterior, onde fica três anos em um Posto, mais três anos em outro Posto, e retorna a Brasília, onde fica alguns anos, até o início de novo ciclo. Mas há espaço para flexibilidades. O diplomata poderá sair para fazer um Posto apenas, ou fazer três Postos seguidos antes de retornar a Brasília. Isso dependerá da conveniência pessoal de cada um. Ao final da carreira, o diplomata terá passado vários anos no exterior e vários no Brasil, e essa proporção dependerá essencialmente das escolhas feitas pelo próprio diplomata. Para evitar que alguns diplomatas fiquem sempre nos “melhores Postos” – um critério, aliás, muito relativo – e outros em Postos menos privilegiados, os Postos no exterior estão divididos em [quatro] categorias, [A, B, C e D], obedecendo a critérios não apenas de qualidade de vida, mas também geográficos, e é seguido um sistema de rodízio: após fazer um Posto C, por exemplo, o diplomata terá direito a fazer um Posto A [ou B], e após fazer um Posto A, terá que fazer um Posto [B, C ou D].
AS PROMOÇÕES
Ao tomar posse no Serviço Exterior, o candidato aprovado no concurso torna-se Terceiro-Secretário. É o primeiro degrau de uma escalada de promoções que inclui, ainda, Segundo-Secretário, Primeiro-
-Secretário, Conselheiro, Ministro de Segunda Classe (costuma-se dizer apenas “Ministro”) e Ministro de Primeira Classe (costuma-se dizer apenas “Embaixador”), nessa ordem. Exceto pela primeira promoção, de Terceiro para Segundo-Secretário, que se dá por tempo (quinze Terceiros Secretários são promovidos a cada semestre), todas as demais dependem do mérito, bem como da articulação política do diplomata. Nem todo diplomata chega a Embaixador. Cada vez mais, a competição na carreira é intensa e muitos ficam no meio do caminho. Mas, não se preocupem e também não se iludam: a felicidade não está no fim, mas ao longo do caminho!
DIRECIONAMENTO DA CARREIRA
Um questionamento frequente diz respeito à possibilidade de direcionamento da carreira para áreas específicas. É possível, sim, direcionar uma carreira para um tema (digamos, comércio internacional, direitos humanos, meio ambiente etc.) ou mesmo para uma região do mundo (como a Ásia, as Américas ou a África, por exemplo), mas isso não é um direito garantido e poderá não ser sempre possível. É preciso ter em mente que a carreira diplomática envolve aspectos políticos, econômicos e administrativos, e que existem funções a serem desempenhadas em postos multilaterais e bilaterais em todo o mundo, e n~o só nos países mais “interessantes”. Diplomatas est~o envolvidos em todas essas variantes e, ao longo de uma carreira, ainda que seja possível uma certa especialização, é provável que o diplomata, em algum momento, atue em áreas distintas daquela em que gostaria de se concentrar.
ASPECTOS PRÁTICOS E PESSOAIS
É claro que a vida é muito mais que promoções e remoções, e é inevitável que o candidato queira saber mais sobre a carreira que o papel do diplomata. Todos precisamos cuidar do nosso dinheiro, da saúde, da família, dos nossos interesses pessoais. Eu tentarei trazem um pouco de luz sobre esses aspectos.
DINHEIRO
Comecemos pelo dinheiro, que é assunto que interessa a todos. Em termos absolutos, os diplomatas ganham mais quando estão no exterior do que quando estão em Brasília. O salário no exterior, no entanto, é ajustado em função do custo de vida local, que é frequentemente maior que no Brasil. Ou seja, ganha-se mais, mas gasta-se mais. Se o diplomata conseguirá ou não economizar dependerá i) do salário específico do Posto , ii) do custo de vida local, iii) do câmbio entre a moeda local e o dólar, iv) do fato de ele ter ou não um ou mais filhos na escola e, principalmente, v) de sua propensão ao consumo. Aqui, não há regra geral. No Brasil, os salários têm sofrido um constante desgaste, especialmente em comparação com outras carreiras do Governo Federal, frequentemente obrigando o diplomata a economizar no exterior para gastar em Brasília, se quiser manter seu padrão de vida. Os diplomatas, enfim, levam uma vida de classe média alta, e a certeza de que não se ficará rico de verdade é compensada pela estabilidade do emprego (que não é de se desprezar, nos dias de hoje) e pela expectativa de que seus filhos (quando for o caso) terão uma boa educação, mesmo para padrões internacionais.
SAÚDE
Os diplomatas têm um seguro de saúde internacional que, como não poderia deixar de ser, tem vantagens e desvantagens. O lado bom é que ele cobre consultas com o médico de sua escolha, mesmo que seja um centro de excelência internacional. O lado ruim é que, na maioria das vezes, é preciso fazer o desembolso (até um teto determinado) para depois ser reembolsado, geralmente em 80% do valor, o que obriga o diplomata a manter uma reserva financeira de segurança.
FAMÍLIA : O CÔNJUGE
Eu mencionei, entre as coisas n~o t~o boas da carreira, “dificuldades no equacionamento da vida familiar”. A primeira dificuldade é o que fará o seu cônjuge (quando for o caso) quando vocês se mudarem para Brasília e, principalmente, quando forem para o exterior. Num mundo em que as famílias dependem, cada vez mais, de dois salários, equacionar a carreira do cônjuge é um problema recorrente. Ao contrário de certos países desenvolvidos, o Itamaraty não adota a política de empregar ou pagar salários a cônjuges de diplomatas. Na prática, cada um se vira como pode. Em alguns países é possível trabalhar. Fazer um mestrado ou doutorado é uma opção. Ter filhos é outra...
Mais uma vez, não há regra geral, e cada caso é um caso. O equacionamento da carreira do cônjuge costuma afetar principalmente – mas não apenas – as mulheres, já que, por motivos culturais, é mais comum o a mulher desistir de sua carreira para seguir o marido que o contrário2.
CASAMENTO ENTRE DIPLOMATAS
Os casamentos entre diplomatas não são raros. É uma situação que tem a vantagem de que ambos têm uma carreira e o casal tem dois salários. A desvantagem é a dificuldade adicional em conseguir que ambos sejam removidos para o mesmo Posto no exterior. A questão não é que o Ministério vá separar esses casais, mas que se pode levar mais tempo para conseguir duas vagas num mesmo Posto. Antigamente, eram frequentes os casos em que as mulheres interrompiam temporariamente suas carreiras para acompanhar os maridos. Hoje em dia, essa situação é exceção, não a regra.
FILHOS
Não posso falar com conhecimento de causa sobre filhos, mas vejo o quanto meus colegas se desdobram para dar-lhes uma boa educação. Uma questão central é a escolha da escola dos filhos, no Brasil e no exterior. No Brasil, a escola será normalmente brasileira, com ensino de idiomas, mas poderá ser a americana ou a francesa, que mantém o mesmo currículo e os mesmos períodos escolares em quase todo o mundo. No exterior, as escolas americana e francesa são as opções mais frequentes,
podendo-se optar por outras escolas locais, dependendo do idioma. Outra questão, já mencionada, é o custo da escola. Atualmente, não existe auxílio-educação para filhos de diplomatas ou de outros Servidores do Serviço Exterior brasileiro, e o dinheiro da escola deve sair do próprio bolso do servidor.
CÉSAR AUGUSTO VERMIGLIO BONAMIGO - Diplomata. Engenheiro Eletrônico formado pela UNICAMP. Pós- graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP. Programa de Formação e Aperfeiçoamento - I (PROFA -
I) do Instituto Rio Branco, 2000/2002. No Ministério das Relações Exteriores, atuou no DIC - Divisão de Informação Comercial (DIC), 2002; no DNI - Departamento de Negociações Internacionais, 2003, e na DUEX - Divisão de União Europeia e Negociações Extrarregionais. Atualmente, serve na Missão junto à ONU (DELBRASONU), em NYC.
2 Conforme comunicado do MRE de 2010, é permitida a autorização para que diplomatas brasileiros solicitem passaporte diplomático ou de serviço e visto de permanência a companheiros do mesmo sexo. Outra resolução, de 2006, já permitia a inclusão de companheiros do mesmo sexo em planos de assistência médica.
Para tornar-se diplomata, é necessário ser aprovado no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), que ocorre todos os anos, no primeiro semestre (normalmente). O número de vagas do CACD, em condições normais, depende da vacância de cargos. Acho que a quantidade normal deve girar entre 25 e 35, mais ou menos. Desde meados dos anos 2000, como consequência da aprovação de uma lei federal, o Ministério das Relações Exteriores (MRE/Itamaraty3) ampliou seus quadros da carreira de diplomata, e, de 2006 a 2010, foram oferecidas mais de cem vagas anuais. Com o fim dessa provisão de cargos, o número de vagas voltou ao normal em 2011, ano em que foram oferecidas apenas 26 vagas (duas delas reservadas a portadores de deficiência física4). Para os próximos concursos, há perspectivas de aprovação de um projeto de lei que possibilitará uma oferta anual prevista de 60 vagas para o CACD, além de ampliar, também, as vagas para Oficial de Chancelaria (PL 7579/2010). Oficial de Chancelaria, aproveitando que citei, é outro cargo (também de nível superior) do MRE, mas não integra o quadro diplomático. A remuneração do Oficial de Chancelaria, no Brasil, é inferior à de Terceiro-Secretário, mas os salários podem ser razoáveis quando no exterior. Já vi muitos casos de pessoas que passam no concurso de Oficial de Chancelaria e ficam trabalhando no MRE, até que consigam passar no CACD, quando (aí sim) tornam-se diplomatas.
Para fazer parte do corpo diplomático brasileiro, é necessário ser brasileiro nato, ter diploma válido de curso superior (caso a graduação tenha sido realizada em instituição estrangeira, cabe ao candidato providenciar a devida revalidação do diploma junto ao MEC) e ser aprovado no CACD (há, também, outros requisitos previstos no edital do concurso, como estar no gozo dos direitos políticos, estar em dia com as obrigações eleitorais, ter idade mínima de dezoito anos, apresentar aptidão física e mental para o exercício do cargo e, para os homens, estar em dia com as obrigações do Serviço Militar). Os aprovados entram para a carreira no cargo de Terceiro-Secretário (vide hierarquia na próxima seç~o, “Carreira e Salrios”). Os aprovados no CACD, entretanto, não iniciam a carreira trabalhando: há, inicialmente, o chamado Curso de Formação, que se passa no Instituto Rio Branco (IRBr). Por três semestres, os aprovados no CACD estudarão no IRBr, já recebendo o salário de Terceiro-Secretário (para remunerações, ver a próxima seç~o, “Hierarquia e Salrios).
O trabalho no Ministério começa apenas após um ou dois semestres do Curso de Formação no IRBr (isso pode variar de uma turma para outra), e a designação dos locais de trabalho (veja as subdivisões do MRE na página seguinte) é feita, via de regra, com base nas preferências individuais e na ordem de classificação dos alunos no Curso de Formação.
3 O nome “Itamaraty” vem do nome do antigo proprietrio da sede do Ministério no Rio de Janeiro, o Bar~o Itamaraty. Por metonímia, o nome pegou, e o Palácio do Itamaraty constitui, atualmente, uma dependência do MRE naquela cidade, abrigando um arquivo, uma mapoteca e a sede do Museu Histórico e Diplomático. Em Brasília, o Palácio Itamaraty, projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1970, é a atual sede do MRE. Frequentemente, “Itamaraty” é usado como sinônimo de Ministério das Relações Exteriores.
4 Todos os anos, há reserva de vagas para deficientes físicos. Se não houver número suficiente de portadores de deficiência que atendam às notas mínimas para aprovação na segunda e na terceira fases do concurso, que têm caráter eliminatório, a(s) vaga(s) restante(s) é(são) destinada(s) aos candidatos da concorrência geral.
O IRBr foi criado em 1945, em comemoração ao centenário de nascimento do Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira. Como descrito na página do Instituto na internet, seus principais objetivos são:
harmonizar os conhecimentos adquiridos nos cursos universitários com a formação para a carreira diplomática (já que qualquer curso superior é válido para prestar o CACD);
desenvolver a compreensão dos elementos básicos da formulação e execução da política externa brasileira;
iniciar os alunos nas práticas e técnicas da carreira.
No Curso de Formação (cujo nome oficial é PROFA-I, Programa de Formação e Aperfeiçoamento - obs.: n~o sei o motivo do “I”, n~o existe “PROFA-II”), os diplomatas têm aulas obrigatórias de: Direito Internacional Público, Linguagem Diplomática, Teoria das Relações Internacionais, Economia, Política Externa Brasileira, História das Relações Internacionais, Leituras Brasileiras, Inglês, Francês e Espanhol. Há, ainda, diversas disciplinas optativas à escolha de cada um (como Chinês, Russo, Árabe, Tradução, Organizações Internacionais, OMC e Contenciosos, Políticas Públicas, Direito da Integração, Negociações Comerciais etc.). As aulas de disciplinas conceituais duram dois semestres. No terceiro semestre de Curso de Formação, só há aulas de disciplinas profissionalizantes. O trabalho no MRE começa, normalmente, no segundo ou no terceiro semestre do Curso de Formação (isso pode variar de uma turma para outra). É necessário rendimento mínimo de 60% no PROFA-I para aprovação (mas é praticamente impossível alguém conseguir tirar menos que isso). Após o término do PROFA-I, começa a vida de trabalho propriamente dito no MRE. Já ouvi um mito de pedida de dispensa do PROFA I para quem já é portador de título de mestre ou de doutor, mas, na prática, acho que isso não acontece mais.
Entre 2002 e 2010, foi possível fazer, paralelamente ao Curso de Formação, o mestrado em diplomacia (na prática, significava apenas uma matéria a mais). Em 2011, o mestrado em diplomacia no IRBr acabou.
Uma das atividades comuns dos estudantes do IRBr é a publicação da Juca, a revista anual dos alunos do Curso de Formação do Instituto. Segundo informações do site do IRBr, “[o] termo ‘Diplomacia e Humanidades’ define os temas de que trata a revista: diplomacia, ciências humanas, artes e cultura. A JUCA visa a mostrar a produção acadêmica, artística e intelectual dos alunos da academia diplomática brasileira, bem como a recuperar a memória da política externa e difundi-la nos meios diplomático e acadêmico”. Confira a página da Juca na internet, no endereço: http://juca.irbr.itamaraty.gov.bpt-bMain.xml.
Para saber mais sobre a vida de diplomata no Brasil e no exterior, sugiro a conhecida “FAQ do Godinho” (“FAQ do Candidato a Diplomata”, de Renato Domith Godinho), disponível para download no link: http://relunb.files.wordpress.com/2011/08/faq-do-godinho.docx. Esse arquivo foi escrito há alguns anos, então algumas coisas estão desatualizadas (com relação às modificações do concurso, especialmente). De todo modo, a parte sobre o trabalho do diplomata continua bem informativa e atual.
MEUS ESTUDOS PARA O CACD – http://relunb.wordpress.com
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2020.07.20 20:44 StandoPowa_ Não faz sentido ensinar seus filhos a "seguir a linha", pra depois dizer que eles são "muito certinhos"; ou, em outras palavras, "você nunca vai agradar todo mundo"

Minha vida toda ouvi do meu pai e da minha mãe pra não cometer os mesmos "erros" (do ponto de vista deles, é claro) que eles.
Não fume, não beba, estude bastante; só namore quando tiver formado, não perca tempo com mulher.
Como são pais maravilhosos e que eu respeito muito, eu levei essas diretrizes pra construção do meu caráter: me tornei um adolescente (e agora um jovem adulto) careta e chato - a parte boa é que as decisões maduras que pude tomar foram muito beneficiais pra mim (estudo, emprego, uso do meu dinheiro, etc). Agora estou começando a me tornar uma pessoa mais aberta, mas até aí é de boa.
O que me deixa puto é que, por exemplo, num churrasco que meu pai fez aqui em casa (calma, só com o pessoal da casa aqui... Apesar que eu não conseguiria impedir ele caso fosse chamar alguém) ele me ofereceu uma cerveja. Eu prontamente neguei, como sempre faço.
O que eu ouvi?
"Mulecada chata de hoje em dia hein..."
Não é a primeira e provavelmente não será a última vez que isso acontece. E não, eu não vou começar a beber porque agora a diretriz mudou - nunca gostei e não quero começar. Mas que dá vontade de virar um alcoolatra só de raiva, dá hahaha
Minha dica para as pessoas aqui é: não levem tudo o que os mais velhos falam pra você tão ao pé da letra quanto eu. Se eles fizeram todas essas "cagadas" e tão aí firme e fortes, não é você que vai morrer por se divertir um pouco.
Sei que é complicado - até porque eu não consegui né - mas tente diferenciar o que realmente é ruim pra você, e o que é pura hipocrisia das pessoas não querendo que você faça algo simplesmente porque elas não gostam, não se deram bem com aquilo ou não souberam lidar.
Você NUNCA vai conseguir agradar todo mundo. Faça o que quiser da sua vida.
Boa segunda!
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2020.07.16 16:29 fobygrassman ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA

ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA
Esposas infiéis são mais duradouras, limpas e autênticas do que garotas de programa
Esqueça garotas de programa transando nunca foi tão fácil! De uma dona de casa traidora real.
As mulheres casadas NÃO estão procurando relacionamentos, elas já estão nelas, estão procurando parceiros discretos e divertidos para reacender e explorar sua sexualidade.
As garotas de programa estão sempre procurando extrair mais dinheiro de você. Você nunca sabe com quem eles acabaram de fazer sexo e isso torna impossível também fazer sexo apaixonado com eles.
Quantas vezes você ficou com tesão e decidiu pedir uma garota de programa? Então, depois de ter um encontro decepcionante, lamento totalmente gastar tanto em ganhar pouco!
Sempre que você liga para uma garota de programa, está jogando. Jogando com sua saúde e com sua experiência.
Ela será parecida com as fotos dela?
A mesma garota das fotos vai aparecer?
Ela será anti-higiênica?
Ela será hostil?
Ela vai tratá-lo com um mau atendimento ao cliente?
Eu sei o que você está pensando,Eu sei o que você está pensando,
MAS AS MENINAS DE CHAMADA SÃO MUITO MAIS SIMPLES!
Não é verdade!
Sim, uma garota de programa fica a apenas uma ligação, mas toda vez que você a vê, paga. Você paga com dinheiro suado. Pense em quanto tempo você precisa trabalhar para pagar por uma garota de programa.
10 horas?
20 horas?
Portanto, nenhuma garota de programa não está a um telefonema de distância, elas têm +10 horas de trabalho E uma ligação de distância.
Além disso, as garotas de programa não se importam com você ou precisam de você.
Depois de conhecer uma esposa realmente insatisfeita e dar a ela a atenção que lhe falta, você experimentará a diferença entre uma garota de programa e uma mulher de verdade.
Esposas insatisfeitas são gratas por encontrar um homem que possa agradá-las!
As esposas infiéis têm todos os benefícios e nenhum dos problemas das garotas de programa:
Conhecer as preferências sexuais do seu parceiro = melhores experiências sexuais
O envio de mensagens maliciosas acelera sua semana de trabalho;)
Verdadeira paixão e emoção de ambos os parceiros!
Limpo, Seguro e Legal.
Não constantemente tentando manipular você.
A verdade é que as mulheres ficam excitadas quando estão se escondendo e tendo encontros secretos. Esposas insatisfeitas querem ser suas garotas de programa pessoais, mas elas precisam de um pouco de incentivo e você precisa incentivá-las de uma maneira elegante e elegante.
Você não pode tratar mal as esposas infiéis da maneira que pode com uma garota de programa, mas elas também não o tratam mal como uma garota de programa. Eles não vão contar o relógio quando estão com você.
Se você acha que encontrar uma mulher casada sozinha é ainda mais difícil, pense novamente.
Você não pode ser um idiota e acha que atrairá uma mulher casada para ser sua garota de programa pessoal.
De fato, existem dicas e truques para encontrar um o mais facilmente possível aqui >>
Siga estas etapas simples e você encontrará uma esposa insatisfeita e fará dela sua garota de programa pessoal em menos de uma semana.
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E lembre-se de que você pode repetir essas etapas e encontrar uma nova esposa traidora sempre que quiser!
  1. Tire uma boa foto de si mesmo. Não precisa incluir seu rosto, pode ser discreto. Muitos perfis em ashley madison não têm fotos de rosto públicas (geralmente em sua galeria de fotos particular). Esta imagem pode ser do seu corpo ou você de fato bem ajustado (sem o rosto).
  2. Escolha um nome de usuário atraente! Esta é a primeira coisa que as mulheres veem depois da sua foto. Escolha algo descritivo ou divertido.
  3. Destaque sua necessidade de discrição. Isso aliviará as preocupações das mulheres sobre sua própria discrição.
  4. Crie uma mensagem de introdução bem pensada que você possa enviar para muitas mulheres.
  5. Torne sua galeria privada irresistível. É aqui que você inclui suas melhores fotos.
  6. Configure uma data discreta!
Traindo esposas vs garotas de programa Todos nós procuramos garotas de programa no google. Mas existe uma enorme lacuna entre ponderar e pesquisar na web a sua garota de programa mais próxima. Existem vários, mas eles são extremamente estigmatizados - por razões óbvias. Garotas de programa não são para todos, mas o sexo certamente é. Por isso, seria melhor encontrar uma alternativa para garotas de programa. Criamos um substituto para as garotas de programa, para aquelas que estão interessadas em saber como a alternativa funciona. Espero que minha experiência e discernimento possam lhe dar uma ou duas coisas para questionar, e talvez até abrir você para garotas dispostas a dormir com você gratuitamente! Por que você deve procurar alternativas para escoltar serviços? Se você ouvir alguém se gabar de uma escolta, precisará sentar esse homem e ter um momento de clareza. Mas deixe esse argumento de lado, posso escrever um romance inteiro para você. Deixe-me começar com algumas dicas. As acompanhantes são desassociadas Não é incomum pagar por sexo, mas é ilegal na maioria dos países e ajuda uma indústria bastante cruel a tirar vantagem de membros da sociedade desprovidos de frustração. Acompanhantes NÃO GOSTAM DE VOCÊ Este é o meu argumento número um por não dormir com acompanhantes. Eles não teriam dormido com você se você não pagasse. Eles não gostam necessariamente do sexo ou querem vê-lo ligado. Geralmente é por isso que gosto de sexo - porque me excita vê-la gostosa e gostosa quando ela olha para mim. Acompanhantes não são higiênicos Os acompanhantes dormiram com toneladas de homens. Pense em quantos homens a garota de programa que você está vendo dormiu naquele DIA! Se você vir uma garota de programa ou uma acompanhante às 20h, provavelmente já dormiu com pelo menos dois homens antes daquele dia. Imagens falsas As acompanhantes raramente aparecem em suas fotos. Você tem sorte se a mesma mulher aparecer. Você pode dizer que isso também pode acontecer em um site de namoro ou em uma sala de bate-papo para adultos, mas eu diria que a probabilidade de ser "pescada" por uma mulher em um site de namoro é menor do que por uma garota de programa. A maioria das acompanhantes encontra-se com suas imagens. Com segurança Eles afirmam ser seguros e testados todos os dias, mas você nunca pode ter certeza. Isso significa que qualquer homem que não seja estúpido usará camisinha 100% das vezes que dorme com uma garota de programa ... e todos sabemos que preservativos não são divertidos.
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2020.07.16 16:28 fobygrassman ENCONTRE MULHERES CASADAS, PORÉM CARENTES ESTA NOITE

ENCONTRE MULHERES CASADAS, PORÉM CARENTES ESTA NOITE Descubra como acessar e conhecer mulheres casadas porém carentes em apenas 10 minutos
Casadas Carentes: As 5 melhores maneiras de conhecer casadas carentes em menos de 2 horas Escrito por uma dona de casa traidora real.
Casadas carentes são mulheres presas em relacionamentos de longo prazo não satisfeitas com o atual companheiro. O marido não a dá a atenção que ela merece, não a faz se sentir sexy, desejada, ou como um dia a fez sentir. Ela carece afeto, tesão, ou mimos. Elas sentem falta destas coisas, e tem desejos de procurar homens que ajudem a satisfazer estas necessidades para ela.
O QUE FAZ UMA MULHER CASADA SER CARENTE?
Há vários fatores que levam ao sentimento de carência de mulheres que conseguiram se manter em relacionamentos por tempos prolongados. Alguns destes fatores são:
• Vida sexual insatisfatória, onde não há tesão ou paixão. O marido não se preocupa com o que a mulher sente, só pensa em si, sem romance, sem preliminares, e sem posições diferentes. Parece um ato que tem como finalidade apenas fazer o marido se satisfazer, depois virar para o lado e dormir. • O homem não parece mais ter tempo para a esposa. Trabalha muito, chega em casa tarde, e está cansado demais para qualquer coisa nova, diferente ou divertida. Arruma tempo para jogar futebol com os amigos no final de semana, vai a bares com os colegas depois do serviço e chega em casa tarde e vai direto para a cama. A mulher não se sente mais importante.
• Não é tratada bem pelo marido. Não é apenas deixada de lado, mas ainda é ofendida por certas atitudes do marido. Ele briga, xinga e a ofende. Não a respeita, como deveria, e ela sente aquela vontade de sentir aquilo que um dia ele ofereceu: carinho e afeto.
• Ela quer novidade. Ela ficou com o mesmo homem por muito tempo, e já sabe tudo que ele faz e vai fazer. Na cama é tudo rotina, o beijo é sempre o mesmo, a cama é sempre a mesma, as personalidades são sempre as mesmas. Ela só quer sentir alguma coisa diferente depois de tantos anos, precisa de algo que a lembre que está viva.
COMO CONHECER CASADAS CARENTES?
Agora que você sabe como casadas carente se sintam, você deve estar se perguntando como conseguir encontrar uma, para a ajudar a satisfazer suas necessidades. Será que há algum lugar onde elas ficam mais concentradas, dispostas a serem abordadas por um estranho? Será que dá para encontrar alguma em algum bar pela cidade, pronta para ser conquistada? Boa sorte, mas isto vai ser difícil desta maneira.
Mulheres nesta situação, mesmo que carentes e com vontade de experimentar coisas novas, ela não quer se colocar em posições comprometedoras ou em risco de ser pega ou descoberta pelo seus maridos. Elas geralmente são mais tímidas, e não teriam tanta coragem, pois são mulheres que geralmente estão em relacionamentos com mais de 5 anos, e está fora do jogo de namoro há muito.
Mas vamos dizer que ela tivesse a coragem de ir na cidade e ir para algum bar, para ver se algum homem a abordasse. Como você distinguiria uma casada carente e uma que simplesmente quer se divertir no bar com as amigas, ou apenas beber. É muito risco para você como um homem abordar uma mulher de aliança.
Existe um local perfeito para encontrar casadas carentes: Ashley Madison. Site reconhecido internacionalmente como melhor ferramenta de traição.
ASHLEY MADISON
O que a Ashley Madison oferece que outras alternativas não oferecem para encontrar casadas carentes? Será que casadas carentes realmente usariam um site deste?
A Ashley Madison é uma gigante no oferecimento de oportunidades para traição. Já reuniu mais de 50 milhões de usuários em todo mundo, um dos sites mais populares do mundo. Isto não é só no mundo, no Brasil também tem uma presença muito grande, chegando a quase 2 milhões de usuários, esperando outros 1 milhão até 2020.
Tem duas coisas que a Ashley Madison oferece que garante a vinda de casadas carentes. Primeiramente é a discrição. Como foi explicado anteriormente, mulheres nesta posição não querem ser colocadas em situações comprometedoras, nem em risco desnecessário. A Ashley Madison tem múltiplas ferramentas inovadoras que oferecem uma discrição garantida como: não precisar confirmar seu e-mail no cadastro, assistente de fotos patenteado que permite borrar fotos públicas, permitindo a visualização de uma galeria privada a apenas pessoas que elas concederem acesso, podendo ser revogado a qualquer momento.
Outra coisa muito atraente a mulheres é o custo para elas. A Ashley Madison concede acesso gratuito às mulheres. Elas tem acesso a toda função do site, sem ter que pagar. É óbvio que isso chamaria a atenção de casadas carentes. Elas não teriam que justificar gastos a seus maridos posteriormente.
DICAS PARA CONHECER CASADAS CARENTES NA ASHLEY MADISON
Segue as seguintes dicas, e você vai se ver encontrando múltiplas mulheres desejando atenção ou outras coisas que você pode oferecer a elas.
  1. Inscreva-se! Uma ferramenta reconhecido pelo mundo todo como forma eficiente de encontrar parceiros para traição. Junte-se a Ashley Madison e tenha acesso a uma multidão de mulheres casadas e carentes.
  2. Navegue pelo site, e por todas as mulheres no site, procurando alguma que te interesse. Veja o perfil dela e inicie uma conversa, de forma adequada, gentil e cavaleira. Não seja agressivo, nem estranho, nem genérico. Deixe claro suas intenções e a dá a atenção que ela carece. Preste atenção no que ela diz e o que ela deseja, e a partir das reações dela, vê como pode prosseguir. Se quiser deixar a conversa mais sexual, tenha moderação. Não comece de forma sexual, vai elevando o calor da conversa de forma gradual, sempre levando em consideração a reação dela.
  3. Monte um perfil decente. Dedique bastante tempo a seu perfil, ele será uma das primeiras impressões dela de você. Quanto mais tempo e atenção der ao seu perfil, maior a chance de casadas carentes se interessarem em você.
Agora que você sabe como encontrar e conhecer mulheres casadas carentes perto de você, entra na Ashley Madison e encontre uma em até 10 minutos!
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2020.07.16 16:26 fobygrassman ENCONTRE COROAS CASADAS HOJE

ENCONTRE COROAS CASADAS HOJE Conheça coroas, MILF's, e Mulheres Maduras brasileiras reais em menos de 2 horas, garantido!
Como Pegar Uma Coroa no Brasil Escrito por uma coroa verdadeira casadas
Quero namorar com uma coroa casada! Como eu namoro com uma coroa? Quais são os melhores sites de namoro de coroas? MILFs e coroas são a mesma coisa?
Não sei dizer quantas vezes já ouvi esta pergunta como especialista em namoro.
Originalmente minha resposta foi simples, pesquise no google sites de namoro de coroas e se compromete com um casal que você goste.
No entanto, há um grande problema com sites de namoro de coroas que afirmam ser focado em torno de mulheres maduras, MILFs, e coroas que estão buscando um homem mais jovem (referido como um "boytoy" ou "filhote".....
Eles não funcionam! E aqui estão 4 razões para isso: Não se preocupe, eu também lhe direi a melhor maneira de garantir um encontro com uma coroa casada ;)
  1. Não há coroas suficientes para dar conta Isto sobre isso, pumas são uma das categorias mais populares de pornografia. Em 2018 foi mostrado que "milf" foi a terceira coisa mais procurada em sites pornográficos. Cada jovem tem uma fantasia de mulher mais velha, mas quantas mulheres mais velhas você acha que estão assistindo a esses vídeos?
  2. A competição é grande! Para cada 1 coroa há 10-20 homens jovens tentando chamar sua atenção. Suas caixas de entrada estão cheias de mensagens não lidas. Minha tia é uma coroa autoproclamada, ela se inscreveu para um site de namoro de coroas uma vez, depois de obter +100 mensagens em seu primeiro dia ela nunca voltou. Então, se você é um cara jovem à procura de uma coroa você vai encontrar alguma competição séria. Pegando sua atenção é quase impossível e mesmo se você conseguir não há nenhuma garantia que ela vai estar interessada.
  3. Coroas não precisam do site Como eu mencionei antes, coroas são muito procuradas. Elas podem gritar pela janela e conseguir uma fila de caras. As coroas são mais propensas a namorar ou dormir com alguém que elas conhecem pessoalmente, elas são da antiga assim. Então, boa sorte competindo com o seu piscineiro, jardineiro, ou filho de amigos enquanto você é apenas um cara da internet
  4. Você precisa estar entre 24-29 para ter uma chance Já existe uma quantidade gigantesca de competição, mas a situação piora. Se você não está entre 24-29 você está em uma desvantagem séria. Uma pesquisa recente de coroas determinou que a idade ideal para um boytoy é 26 anos e a faixa etária média que elas poderiam até mesmo CONSIDERAR está entre 24-29. Há obviamente umas exceções mas são uma porcentagem pequena de um grupo já pequeno.
Disse a verdade sobre sites de encontros de coroas, mas provavelmente ainda está perguntando; OK, eu concordo que os sites de namoro de coroas são um desperdício de tempo, mas o que eu faço em vez disso?
Bem, você está com sorte porque há um pequeno truque muitas vezes negligenciado para aqueles que procuram coroas, sites de infidelidade! Isso mesmo, sites de traição são ótimos para encontrar coroas.
Estão aqui 6 razões porque os sites de traição ganham de sites de coroas para encontrar mulheres maduras:
  1. A grande maioria das mulheres lá são casadas, o que significa que a idade média é de cerca de 37-38 anos, a idade de coroa ideal!
  2. Você está competindo com caras mais velhos Esta é uma vantagem em tantas maneiras. Em primeiro lugar, você vai se destacar de todos os outros caras devido à sua juventude e condicionamento físico. Imagine uma coroa gostosa procurando através de homens perto dela e vendo foto após foto de caras velhos, fora de forma. Homens como seus maridos, que não as satisfazem.... Aí eles vêm através de seu perfil! Você é jovem, você está em forma (especialmente em comparação), e você está confiante. As chances de ela escrever a você é muito maior do que as chances de uma MILF se quer RESPONDER a você em um site de coroa.
  3. Elas não estão à procura de relacionamentos Elas estão em um site de traiçao de casado por isso está muito implícito que elas querem discrição e um relacionamento principalmente sexual. Isto significa que além da primeira ou segunda reunião você é basicamente o seu peguete.
  4. Você pode se destacar com uma foto de perfil! Em sites de traição a maioria dos usuários não tem uma imagem de perfil público de seu rosto. O que é típico é uma foto de corpo como seu retrato público do perfil e então fotos reveladoras em sua galeria privada. Podem compartilhar e revogar o acesso a esta galeria com sua própria discrição com quem quer que elas querem. Entretanto já que você provávelmente solteiro você pode criar um perfil com uma foto pública que inclua sua cara. Isso vai fazer você se destacar 100x vezes mais. As chances são que as mensagens virão antes mesmo de você precisar se apresentar.
  5. Elas etsão solitárias e insatisfeitas com seus maridos. Elas estão em site de infidelidade porque carece atenção de seus maridos. Normalmente, o marido começa a tratá-las como mãe/esposa e já não como um ser sexual. Esta é a sua oportunidade de dizer que elas ainda são sexy e ainda muito desejáveis e acredite que elas precisam/querem ouvir isso desesperadamente.
  6. Elas estão prontas para explorar sexualmente. Estas mulheres estão casadas há anos e o pouco sexo que têm com os seus maridos tornou-se mecânico e "baunilha". Elas estão prontos para apimentar as coisas e são maduras o suficiente para tentar novas experiências sexuais como: BDSM, ménage à trois, dominatrix, etc.
Ok, agora você provavelmente está pensando, "OK, você me convenceu de que os sites de infidelidade são 100x melhores para pegar coroas, mas como eu faço para realmente encontrar uma coroa?" Não se preocupe, siga estas 7 dicas e você vai aumentar drasticamente suas chances de encontrar uma coroa ou MILF em um site de casos.
7 Dicas Para Pegar Coroas Nota: algumas destas dicas são para o uso em sites de traição e algumas são dicas gerais
  1. Mencione a discrição no seu perfil e na sua primeira mensagem. Estas coroas são casados e estão à procura de parceiros casados porque isso garante que ambas as partes serão o mais discreto possível. Assumindo que você não é casado ou comprometido elas vão precisar de segurança de que você é discreto e confiável imediatamente. Considere escrever algo em seu perfil que diz:
"A discreção é muito importante para mim. Eu estou procurando somente parceiras discretas que são mutuamente respeitosas". 2. Mostra que não vai pôr em risco o seu casamento A outra preocupação que as coroas casadas que procuram homens têm é que você homens mais jovens são rápidos para se apaixonar e podem representar uma ameaça ao seu casamento no futuro. Elas não querem estar em uma posição onde você está exigindo que elas se divorciem de seu marido para que ambos possam estar juntos. Elas estão em sites de traição porque elas NÃO querem se divorciar. Assim o que eu recomendo é pôr algo assim no seu perfil e/ou primeira mensagem:
"Não olhando para mudar seu status ou meu, apenas olhando para ver se eu posso encontrar uma boa conexão com limites claramente definidos". 3. Você está disponível! Uma das coisas mais difíceis de se ter um caso é a disponibilidade. Se ambas as partes estão em relacionamentos é muito, muito difícil encontrar um momento em que AMBOS podem fugir de seus cônjuges sem levantar suspeitas. Mesmo quando você concorda sobre um tempo e um lugar, algo pode surgir e um de vocês pode não ser capaz de ir. A boa notícia é que você pode trabalhar em torno de sua programação. Este é um grande bônus então deixe que ela saiba disso! Ela pode nem mesmo perceber o quanto problema programação é se esta é a sua primeira vez traindo. Diga que já que você é solteiro você pode encontrá-la sempre e onde é melhor para ela.
  1. Mostre a ela que você respeita limites. Na verdade, diga a ela que você está ansioso para ouvi-los. Novamente, coroas casadas precisam de discrição e a melhor maneira de ser discreto é estabelecer limites. Pergunte a ela se há alguma regra de discrição que ela precise que você siga. Muitas vezes, são coisas como "não me escreva entre 18h e 23h", "use palavras em código para que se alguém ver as mensagens parecerão inocentes" etc. Tudo isso permite que ela saiba que você está falando sério sobre sua discrição.
  2. Elogie ela! As coroas estão em sites de infidelidade porque seus maridos não as tratam mais como mulheres atraentes e desejáveis. Se elas têm filhos, mesmo que sejam MILFs, é provável que seus maridos as vejam como mães mais do que amantes agora. Elas estão desesperadas por validação que ainda são sensuais e desejáveis e, vindo de um homem mais jovem, isso significa ainda mais!
  3. Acho que você é jovem demais para mim / não é jovem demais para mim? Espere que essa pergunta surja muito. Não se preocupe - este é um bom sinal! Se ela está dizendo / perguntando isso é porque ela está lhe dando a oportunidade de refutar. Se ela realmente se sentisse assim, não responderia a você. Mas agora você está em uma posição crítica; como você responde a isso determinará se você consegue um encontro / relacionamento. Lembre-se de que ela não está falando sério, está testando você. Prepare uma resposta bem pensada a isso com antecedência. Eu acho que este é um bom começo:
“Você realmente se sente assim ;)?” Esta é uma maneira divertida de ir direto ao ponto" "Eu realmente não vejo as coisas dessa maneira. Estou procurando por características como maturidade, confiança, discrição e abertura. Mulheres mais maduras têm mais desses traços e você é incrivelmente sexy." 7. Elas vão pensar que você é imaturo. Imediatamente elas assumirão que você é jovem, excitado e imaturo. Você precisa refutar isso imediatamente. Inicie suas mensagens o mais maduro e profissional possível. Releia suas mensagens e verifique se a ortografia e gramática são 100%. À medida que a conversa continua, você pode se tornar cada vez mais brincalhão, mas a primeira impressão dela precisa ser que você é maduro e inteligente, e não um garoto idiota.
Então aí está, minha opinião extensa e bem pesquisada sobre: Por que sites de coroa não funcionam Onde você pode encontrar coroas REAIS Como você pode maximizar suas chances de entrar em um relacionamento causal com uma coroa Se você leu este artigo e realmente implementar essas dicas, estará dez passos à frente da concorrência e estará no caminho de namorar coroas, MILFs e mulheres maduras.
Ah, e antes que eu esqueça, a pergunta "MILFs e coroas são a mesma coisa?"
A resposta é não. MILF: MILF significa ‘Mãe que eu gostaria de comer’ em inglês. São mulheres com filhos que você acha sexy, só isso.
Coroas (ou cougars em inglês): as coroas são mais velhas, atraentes, mulheres que estão "rondando" explicitamente por homens mais jovens!
O Brasil é um país de trair coroas casadas! Uma em cada dez mulheres casadas encontrou alguém mais de 10 anos mais novo! 8% das mulheres têm encontros casuais com homens muito mais jovens. A maior diferença de idade média entre coroas casadas e amantes é de cinco a dez anos 57% dos homens tiveram um caso com uma coroa casada O estudo constatou que oito por cento das mulheres casadas tiveram um caso com um homem mais jovem Mulheres maduras também são muito atraentes para homens casados. 61% dos homens casados ​​no Brasil têm um caso extraconjugal com uma mulher mais velha. 25% dos homens casados ​​namoraram uma mulher entre cinco e dez anos mais velha. O apetite sexual das mulheres aumenta com a idade, enquanto os homens tendem a atingir o pico em seus vinte e poucos anos. Isso poderia explicar a tendência crescente de coroas casadas em busca de homens. Casados ​​com homens podem ver um declínio escasso no desejo sexual e coroas casadas, eles estão ficando cada vez mais frustrados. Eles agora optam por conhecer um cara que é mais jovem, simplesmente porque sua libido é mais semelhante.
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2020.07.16 15:17 gcmauricio Como preparar suas Baterias AAA de NIHM igual a um campeão?



Essa resposta eu não sabia como dar, pois não sou um campeão de mini-z como o nosso amigo Fábio Donato, conhecido por todos como “Bigode”.

Após a 7ª. Etapa da liga paulista, pude perceber que não basta apenas ter o carro ajustado na mecânica, equilíbrio do chassi, a eletrônica com seus fios em perfeito estado, engrenagens de servos limpas, pneus bem preparados, relação escolhida para que tenha melhor aproveitamento no circuito definido para a etapa. Aí me veio a pergunta, como preparar as baterias para que elas sejam uniforme na maior parte do tempo da corrida a ser disputada (treinos, qualificatórias e finais)?

Me fiz essa pergunta após uma troca de mensagens – perguntas e repostas - com o Thomas Robin, um dos melhores, ou se não, o melhor piloto da escala 1/28 da atualidade. Nesta conversa ele me disse que um carro equilibrado com bateria linear durante os 8 minutos fazem um campeão.

Bem, após uma breve conversa com muitas perguntas e respostas, seguem as dicas do campeão Bigode aos praticantes de mini-z, independente da sua experiência – iniciando ou já nas competições, creio que irá acrescentar bastante na sua preparação, escolha de carregador, quais baterias ele recomenda e qual equipamento (conjunto) ele usa?

ETAPAS DAS BATERIAS NOVAS
Fazer o break-in
Baterias com 750mah de capacidade, faz o break-in com 800 de carga
Importante: Precisa saber se o seu carregador possui essa função – powered 9000 maha, Skyrc 2.500, 2.600 e MC 3.000, possuem. Existem outros também com a mesma função, contudo, não iremos focar em matérias disponíveis, qual o melhor, somente irei escrever os comentários e conselhos do bigode na íntegra.
VAI PARA PISTA – DESCARGA OBRIGATÓRIA NO CARRINHO
Andar com as baterias na pista até não conseguir mais mover o carro, tem que fazer dessa forma. Para ter certeza, o carro não pode conseguir andar com as baterias.
Esse processo de ir para pista garante uma descarga mais coerente com a situação que elas irão viver na pista, ou seja, aceleramos, freiamos, aceleramos...e por aí vai.
DESCARGA – 1ª vez após o Break-in
Pegar essas baterias com pouca carga, coloca no carregador e fazer a descarga. Esse processo não pode ser feito em descarregadores, Atomic, PN, e de outras marcas que não sejam carregadores com a função descarregar (DISCHARGE).
CARGA – 1ª vez após o Break-in
Após o processo da descarga no carregador concluído, fará o processo de carga na bateria (CHARGE), com o seguinte pensamento:
Ø Carregar com 1.000 Mah – ele tem feito essa etapa na preparação para correr nas pistas do Brasil, com provas de 3minutos e 30 segundos, e , finais de 5 minutos. O carro com a bateria “cheia” de carga consegue ter um punch maravilhoso por aproximadamente 3 minutos, contudo, quando você enche a bateria de carga, ela tem uma queda e o linear da bateria fica baixo.
Ø Carregar com 800 Mah – Ao carregar com menos as baterias descarregarão menos, dessa forma terá pouco punch no início, contudo o linear da bateria por toda corrida será melhor que as carregadas a 1.000mah.
Pensando numa prova em pista grande com finais de 8 minutos, a recomendação seria de dar carga com 800Mah.
Pistas menores ou até maiores, com provas entre 3,5 minutos e 5 minutos, o melhor seria fazer essa etapa com 1.000mah.
Repetir o processo descrito no ITEM (2) – ir para pista usar a bateria ao máximo

DESCARGA – 2ª vez após o Break-in

CARGA – 2ª vez após o Break-in
IMPORTANTE:
Após esse processo, no qual você já definiu se irá fazer o processo de carga a 1.000 mah ou 800 mah, a bateria já vai estar na melhor forma para desempenho nas competições, contudo, ANTES DE IR PARA A PISTA, você DEVE fazer o MATCH DE BATERIAS.
MATCH DE BATERIAS – EQUALIZAÇÃO DOS PACKS PARA CORRIDA
Após o processo do ITEM (7), no qual você já deu a carga, não irá colocar a bateria para correr na pista.
Vamos iniciar um processo de descarga com foco no MATCH destas baterias, para tanto existem equipamentos antigos - TURBO 30, existe novos como o TURBO 35, gerenciador de baterias da TRP, e o MC3000 da SkyRC.

Qual o objetivo deste processo e como fazer a leitura das Informações obtidas?
• POR QUE FAZER? Equilibrar as baterias por resistências interna e voltagem, com isso, você terá uma melhor aproveitamento entre o que o motor oferece e como a corrente navega pelo seu carro – maior potência e menor consumo possível para aquelas condições.
Descarrega com base no que o motor consome, ou seja, quanto maior o pinhão da relação que você corre, mais ele consome baterias.
• COMO FAZER E LER?

Pinhão longo (consumo maior de bateria) – Descarga a 1.000 mah Pinhão médio e curto (consumo menor de bateria) – Descarga 800 Mah

Descarregando em 1.000 mah, a título de exemplo, você olha no celular (carregadores da SKYRC 2.500, 2.600 e 3.000) ou direto no software do computador (MC3000 e gerenciador de baterias da TRP) o gráfico que vem sendo apresentado no processo de descarga, para avaliar as seguintes informações:

a) Qual a voltagem da bateria por período linear - a 1ª ficou em 1.17v por 4 minutos, 2ª ficou em 1.17v por 6 minutos (essa está melhor que a primeira que ficou 4 minutos), e assim, vai avaliando e fazendo o match

b) Quanto tempo ela ficou mais uniforme na voltagem – deve ser anotado, quem tem os que possuem software, tudo já fica anotado pelo LOG da bateria.

c) Quanto descarregou? Anotar

d) Quanto tempo levou a descarga? Anotar

• MATCH COM O MC3000

Usando o MC3000 colocar para descarregar como 1.1 Amp, sendo que deve definir como corte de descarga (cut-off) 0.9V.

Esse 0.9 volts é o maximo que a bateria pode baixar, LIMITE DE DESCARGA. Antes era até 0.5V, as modernas se você fizer isso pode inverter a polaridade, para tanto, os fabricantes pediram para deixar em 0.9Volts.

Esse conjunto de informações serão usados para você escolher as baterias que mais se parecem e ofereceram maior potência linear com menos resistência interna, com carga para alcançar o objetivo necessário.

O Bigode só recomenda, por experiência na prática, que vocês usem o MC3000 somente para descarga e fazer o match com as informações, pois o software ajuda muito no processo. Vale destacar que, para carregar e fazer break-in das baterias, devido às placas de contato de baterias darem problema em curto espaço de tempo, não usem este carregador.

• MATCH EM DESCARGAS FEITAS COM BATERIAS EM SÉRIE

Tendo carregadores modernos, que possam carregar as baterias de NIHM em série, ao invés de ser individual, pode usar esse carregador para fazer o MATCH.
A diferença desse carregador, para o processo ensinado com o MC3000, devese ao fato que no MC3000 deverá definir como cut-off de voltagem 0.9 Volts, já em série, você deverá fazer a soma das 4 baterias ou multiplicar 0.9V por 4, tendo como definição para cut-off (corte) de voltagem 3.6V.

• QUEM NÃO TEM NENHUM DOS CARREGADORES DE DESCARGA DESTE PROCESSO, COMO FAZER ALGO PRÓXIMO?

Sem esses carregadores que fazem a descarga, tem corte de descarga. - voltagem, o que pode ser feito é realizar a descarga da bateria no carregador que você tiver com essa função. Ao término da descarga, utilizar um multímetro para fazer a leitura da amperagem de descarga e a voltagem, para assim, fazer seus packs de competição: os packs melhores guarde para as finais, os médios para as qualificatórias e os piores packs para treino livre e tomada de tempo.

• CARREGADORES RECOMENDADOS

Para carregar as baterias ele recomenda o 2.500 ou o 2.600 da Skyrc.
Outros carregador podem ser usados, tais como: o Liitokala Lii500, Opus, Powerex Maha C9000, entre outros carregadores que seus amigos mais experientes possam atestar a qualidade.

• BATERIAS QUE ELE RECOMENDA

Baterias que o bigode está usando são as R1, PN 750 (ele diz que é padrão R1), a TRP é um pouco mais fraca de descarga. Com relação as 900mah, não recomenda a PN900, prefere a Peak900.
Vale destacar que, havia conversado com outro piloto que é referencia para muitos, Dennis Pickthall, o qual na conversa detalhou processo muito semelhante ao que descrevi acima, ou seja, vale fazer um teste e ver se realmente o que serve para os pilotos de ponta, poderá lhe ajudar a ter um melhor desempenho numa próxima corrida, campeonato, racha com amigos ou diversão sozinho.

Nosso próximo artigo deverá ser sobre a preparação de pneus, destacando:

O processo de truar, colagem de pneus, fitas duplas face, acabamento, alturas, alisar ou deixar rugoso, slick ou radial, entre outras dúvidas e auxílios.

Obrigado ao Bigode por toda ajuda e paciência, e acima de tudo, por nos deixar compartilhar material tão precioso para todos os corredores.

Att,
Almério Barros.(u/Almeriobarros/)


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